sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Vivonafé Notícias

Brasil ganha uma nova beata neste sábado


Madre Bárbara Maix, fundadora das Irmãs do Imaculado Coração de Maria

SÃO PAULO, quinta-feira, 4 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – A fundadora da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, Bárbara Maix, será beatificada neste sábado, dia 6 de novembro, em Porto Alegre (Rio Grande do Sul - Brasil).

A cerimônia será presidida pelo prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Dom Ângelo Amato. A missa será no Ginásio Gigantinho e terá transmissão ao vivo da TV Canção Nova a partir das 13h30.
O Vaticano havia confirmado no mês de maio a beatificação. Segundo a congregação informa em sua página na internet, as religiosas da família do Imaculado Coração de Maria vivem com “júbilo e alegria” este momento.

“Bárbara Maix viveu as Virtudes Teologais e Cardinais de forma heróica, evangélica, no mais alto grau, sendo apresentada como modelo de vida e virtudes da fé cristã para os tempos atuais”, destacam as religiosas.

Em março, Bento XVI autorizara a publicação do Decreto do milagre atribuído à intercessão da fundadora. Trata-se da cura prodigiosa de um menino, Onorino Ecker, que em julho de 1944 ficou completamente curado após sofrer queimaduras de terceiro grau quando lhe sobreveio uma panela de água fervente que estava em uma fogueira. O garoto brincava quando o acidente aconteceu.
Bárbara Maix nasceu em Viena (Áustria) no dia 27 de junho de 1818 e faleceu no Rio de Janeiro, no dia 17 de março de 1873.

A perseguição às Ordens Religiosas movida pela revolução de 1848, que tinha como base a Revolução
Francesa, fez com que Bárbara Maix e outras 21 companheiras fossem expulsas do país.
As jovens pretendiam se estabelecer na América do Norte, porém enquanto aguardavam no Porto de Hamburgo um navio que as transportasse para esse país, aportou um barco com destino ao Brasil, no que Bárbara compreendeu ser “a vontade de Deus”.


Legado

Segundo Irmã Marlise Handges, diretora geral da Congregação, a beatificação é oportunidade da mais ampla divulgação do legado deixado pela fundadora.

“Será um revigoramento para toda a Congregação, levando-nos a buscar na fonte original a força dinamizadora para darmos continuidade a esta obra que, conforme Bárbara afirmou, é de Deus.”
“À medida que a Congregação foi conhecendo mais a vida da Fundadora, sua missão, seus escritos, foi percebendo que não poderia reter esta riqueza de vida apenas para si.”

“Era preciso que o seu exemplo fosse divulgado, para que outras pessoas pudessem se inspirar e perceber que a doação da vida, apesar dos sofrimentos, vale a pena e que leva à verdadeira realização”, afirmou.
Em artigo de imprensa divulgado nesta quinta-feira, o arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings, afirma que a beatificação da religiosa “coroa os festejos dos 100 anos da Província Eclesiástica do Rio Grande do Sul. Mostra que a finalidade da Igreja é a santificação”.
“A obra de Bárbara Maix inscreve-se nos grandes monumentos de solidariedade de nossa região. Atua, pelas irmãs de sua Congregação, no campo da educação, da saúde, da caridade.”

“Merece nosso respeito e, por assim dizer, a entrega que lhe é conferida do título de cidadã do céu. Ela está certamente junto de Deus. Continua atuando junto de nós, especialmente junto e através das irmãs do Imaculado Coração de Maria”, afirma o arcebispo.


Beata

Até a beatificação, um longo caminho foi percorrido. Em 1993, em Porto Alegre, abriu-se o processo diocesano sobre a vida, virtudes e fama de santidade de Madre Bárbara.
Em 1997, o processo foi aberto na Congregação das Causas dos Santos. No dia 3 de julho de 2008, Bento XVI autorizou a publicação do Decreto referente às virtudes heróicas da religiosa, que a partir desse momento passou a ser Venerável na Igreja.

Já no dia 22 de abril de 2009, o Congresso dos Teólogos reconheceu por unanimidade ser milagre a cura de Onorino Ecker, obtida pela intercessão da serva de Deus.
A Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria é presença no Brasil e em mais oito países: Argentina, Estados Unidos, Paraguai, Venezuela, Moçambique, Bolívia, Itália e Haiti.
A sede geral da congregação está estabelecida em Porto Alegre, com a atuação das irmãs em todo o Rio Grande do Sul, nas áreas de educação, saúde, ação social e animação missionária.
Na internet: http://www.icm-sec.org.br

Fonte: http://www.zenit.org/article-26449?l=portuguese

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Evangelho do dia -04-11-2010


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Vivonafé Notícias

D. Eugênio 90 anos 
03/11/2010

A Igreja Particular de São Sebastião do Rio de Janeiro, unida à Igreja que peregrina no Brasil e à universalidade de toda a Igreja Católica no mundo, rendem uníssona um hino de ação de graças a Deus pelos 90 anos da abençoada existência de Sua Eminência Reverendíssima o Cardeal Eugênio de Araújo Sales, quinto Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Dom Eugênio, nascido a 08 de novembro de 1920, em Acari, no Rio Grande do Norte, da família abençoada de Josefa de Araújo Sales e do desembargador Celso Dantas Sales, constituiu uma vida e uma longa folha de serviços eclesiásticos prestados, com humildade, perseverança e dedicação, desde os tempos de jovem padre ordenado na Arquidiocese de Natal, em 21 de novembro de 1943, pela imposição das mãos de Dom Marcolino Esmeraldo de Souza Dantas, bispo de Natal.

Como bispo, nomeado a 1º de junho de 1954, com apenas trinta e três anos, para Bispo Auxiliar de Natal. Em 1962 foi nomeado Administrador Apostólico de Natal. Foi Administrador Apostólico de São Salvador da Bahia em 1964, sendo nomeado Arcebispo Primaz do Brasil em 29 de outubro de 1968. O Papa Paulo VI inscreveu Dom Eugênio no Sacro Colégio dos Cardeais no consistório de 28 de abril de 1969, com o título de São Gregório VII. Em 13 de março de 1971, o Papa Paulo VI transferiu o Cardeal Sales para Arcebispo do Rio de Janeiro. Por fecundos trinta anos, a Igreja do Rio foi guiada por Dom Eugênio até a sua renúncia ter sido aceita pelo Papa, aos oitenta anos, em 25 de julho de 2001.

Desde jovem sacerdote em Natal, Dom Eugênio foi preocupado com a formação do clero e com os meios necessários para anunciar o Evangelho de Jesus Cristo. Depois de ser nomeado bispo, Dom Eugênio, em Natal, foi pioneiro em ações pastorais para a Igreja no Brasil, como a idealização da Campanha da Fraternidade, a criação das comunidades eclesiais como forma pastoral, a entrega de paróquias às religiosas, a motorização do clero, as escolas radiofônicas, os sindicatos rurais. Ações estas que foram feitas com grande entusiasmo, muita discrição e colocando sempre em primeiro lugar a necessidade de que a Igreja usasse todos os meios necessários, particularmente os meios de comunicação social, para anunciar o Evangelho, para dar dignidade aos mais pobres, dando-lhes condições de trabalho digno, de renda e de organização para lutar pelos seus direitos.

A fecundidade das múltiplas ações pastorais, sociais e caritativos de Dom Eugênio, em Natal, fizeram com que o seu amigo Dom Helder Câmara, ao fundar a CNBB junto com os Cardeais Motta e Câmara, colocasse em prática as inovações pastorais criadas por Dom Eugênio, sendo que a Campanha da Fraternidade, nascida em Natal sob a guia do jovem Bispo potiguar, assumida pelo Episcopado, logo se espalhasse para todo o Brasil, numa capilaridade pastoral perfeita em que assuntos prementes da vida eclesial sejam discutidos e trabalhados sempre na busca de soluções melhores para a vida do nosso povo.

O Cardeal Dom Jaime, antes de morrer, já começava a aplicar na Arquidiocese do Rio as mudanças propostas pelo Concílio Vaticano II. Dom Eugênio, ao chegar ao Rio de Janeiro, implementou imediatamente as ações evangelizadoras do Concílio Vaticano II, mesmo com as normais dificuldades. Manteve firme a sua confiança inabalável em Deus e governou esta Igreja como sua esposa, sendo o Bom Pastor que conhecia as suas ovelhas, que as chamava pelos nomes e que as confirmava na irrestrita fidelidade a Deus, à Igreja, à Sé de Pedro e ao Papa.

A Igreja do Rio viveu esta comunhão e esta unidade pastoral na fidelidade e no silêncio da ajuda caritativa que sempre chegou aos mais pobres e mais desvalidados, principalmente com a Cruzada de São Sebastião, o Banco da Providência, com a sua Feira da Providência, a Pastoral do Menor, a Pastoral da Criança, entre outras muitas atividades sociais. Muitas ações de Dom Eugênio foram consideradas fundamentais na vida da cidade do Rio, como aquela ação em favor dos mais pobres, como no caso em que os moradores da favela do Vidigal não foram removidos graças à sua intervenção através da pastoral das favelas. Dom Eugênio subia e descia as favelas, morros e bairros de nossa cidade sempre dialogando e levando a Palavra de Deus aos mais pobres e desvalidos, cuidando de seus direitos, sem se esquecer de dialogar com todos os demais habitantes, principalmente com os construtores da sociedade.

A preocupação permanente da formação do clero foi uma das marcas de Dom Eugênio, que renovou o Seminário São José, incentivando as vocações, ordenando muitos presbíteros (215 durante o seu episcopado) e dando uma assistência especial, por si ou por seus bispos auxiliares, aos padres de sua Arquidiocese.

Bendizemos a Deus pelas vocações sacerdotais e o seu incremento no governo de Dom Eugênio, com muitas ordenações e o seu carinho pelo clero. Para com os bispos do Brasil, organizou anualmente o curso dos Bispos no Sumaré, em que teve a alegria de hospedar em sua primeira edição o então Cardeal Joseph Ratzinger, que veio falar ao episcopado e, depois do mesmo, falou para leigos e religiosos. Estes encontros, dos quais eu mesmo participei em seu governo, eram e ainda são momentos de oração, de renovação espiritual e de atualização nas várias áreas da teologia e dos assuntos eclesiais.

Não podemos deixar de dizer da ampla e silenciosa rede de assistência aos mais pobres que foi idealizada, levada a efeito e protegida por Dom Eugênio em seu longo governo de trinta anos em nossa Arquidiocese. Não era apenas um discurso a defesa dos pobres, mas na prática, no dia a dia, no socorro de suas necessidades e na sua colocação profissional, ou seja, a sua promoção. O Cardeal Sales, silenciosamente, como ele mesmo gosta de dizer, protegeu os presos políticos, ajudou-os materialmente e foi a sua voz junto aos militares, e sempre foi ouvido pelo respeito de suas posições sempre claras, não se comprometendo nem com os militares e nem com a luta armada. Todos conhecem histórias de como ele mesmo levava pessoas que necessitavam sair do país, com o seu veículo, até o Aeroporto. Dom Eugênio é também referência para os refugiados na América Latina e a sua ação, silenciosa e persistente, deu asilo e proteção a muitas pessoas perseguidas em seus países. Muitos hoje retornam e fazem questão de dizer como o Arcebispo do Rio agia com energia e ajudava os que mais precisavam.

No mundo da cultura, o episcopado de Dom Eugênio foi admirável, não só no diálogo com o vasto mundo intelectual do Rio de Janeiro, mas nas parcerias entre a Arquidiocese e a intelectualidade. Homem da boa imprensa, sempre manteve colunas semanais nos jornais Diário de Notícias, O Dia, Jornal do Commercio e O Jornal. Atualmente escreve no jornal O Globo e no Jornal Testemunho de Fé, este da Arquidiocese do Rio.

Desde o início no Rio de Janeiro até recentemente tinha programas semanais nas TVs Tupi, Rio, Globo, Educativa, RedeVida, Canção Nova e Rádios, entre elas Nacional, Vera Cruz, Roquete Pinto, Jornal do Brasil, Carioca, Catedral e Canção Nova. Um homem admirável, que unia doutrina com a ortopraxis, sendo fidelíssimo a Deus, à Igreja e aos Romanos Pontífices.
Homem da Igreja, homem de oração, homem de fé! Dom Eugênio enfrentou as alegrias e as tristezas, enfrentou os trabalhos e as adversidades com a serenidade de um homem de fé, que tendo como exército o breviário, o rosário, a confiança em Deus e a promessa de Cristo a Pedro que de as “portas do inferno jamais sucumbirão a Igreja”, passou por tudo com a serenidade dos justos. Tudo isso foi possível porque invocou sempre a proteção de São Sebastião e de Santana, Padroeiros do Rio de Janeiro, e sempre contemplou e orou diante do Cristo Redentor, que, protegendo a sua vida e o seu ministério, o inspirou muito em fazer, de sua maneira, o melhor bem espiritual para o Rio de Janeiro.

A Igreja do Rio se reúne solenemente neste dia 06 para dizer que tem muito a agradecer a Deus pelo grande Patriarca que ela respeita e agradecer o seu ministério, a sua vida, a sua fidelidade, o seu exemplo. A síntese da vida de meu predecessor se traduz no seu lema – “Impendam et superimpendar”, fundamenta-se na Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (2Cor 12, 15): “Quanto a mim, de muita boa vontade gastarei o que for preciso e me gastarei inteiramente por vós.”

Assim, nós que temos o peso e tremor de suceder ao querido Cardeal Sales, podemos resumir a sua vida da seguinte forma: Um homem que se consagrou a Deus, cujas promessas da ordenação sacerdotal foram vividas rigorosamente no exercício do seu ministério através da fidelidade ao Papa e à Igreja, e no serviço em prol dos mais necessitados. Não lhe importava, ou não importa agradar, mas ser fiel a Cristo sendo, por isso, Sua testemunha. A sua vida de oração, os seus sentimentos, os seus pensamentos, sua conduta, seus afazeres têm uma meta: a causa do Reino.
E a causa do Reino consumiu a sua fidelidade, e nós dizemos: Muito obrigado, Cardeal Sales, pelo exemplo que edificou, pela Palavra que santificou, pela Igreja que uniu, pela fidelidade ao Magistério que ensinou e, ainda mais, sua missão para que aparecesse sempre mais o Cristo que, visibilizado na imagem do Cristo Redentor, fosse Ele a iluminar e abençoar, através de sua ação ministerial a Igreja do Rio e a Igreja Católica.

† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Fonte: http://www.entreredes.org.br/index.php?op=noticia&wcodigo=26391

Vivonafé Notícias

Vida é caminho de amor e purificação para configurar-se com Cristo, afirma o Papa Bento XVI

.- Na audiência geral de hoje, celebrada no Sala Paulo VI, o Papa falou sobre Margarida de Oingt, nascida por volta do 1240, no seio de "uma poderosa família da antiga nobreza de Lyon, os Oingt". Dela, disse, os católicos podem aprender que a vida cotidiana é um caminho de purificação para configurar-se com Cristo, para amar com o mesmo amor que o levou a entregar-se na Cruz.

Diante de milhares de fiéis reunidos na Sala Paulo VI do Vaticano, o Santo Padre explicou que "de suas meditações intuímos que entrou na Cartuxa de Poleteins em resposta à chamada do Senhor, deixando tudo e aceitando a severa regra cartuxa, para ser totalmente do Senhor, para estar sempre com Ele".

"Sabemos que em 1288 se converteu na quarta prioresa da Cartuxa, cargo que ocupou até sua morte, em 11 de fevereiro 1310. De seus escritos, entretanto, não há detalhes particulares sobre seu itinerário espiritual. Concebe toda a vida como um caminho de purificação até a plena configuração com Cristo".

O Papa assinalou que "através de seus escritos, Margarida nos oferece um dado sobre sua espiritualidade, que nos permite perceber alguns traços de sua personalidade e de seus dotes de governo. Vive uma vida cheia de experiências místicas, descritas com simplicidade, deixando intuir o mistério inefável de Deus, fazendo insistência nos limites da mente ao aferrá-lo e a insuficiência da linguagem humana para expressá-lo".

"No dinamismo da vida mística, Margarida valoriza a experiência dos afetos naturais, purificados pela graça, como o meio privilegiado para compreender mais profundamente e seguir com maior prontidão e ardor a ação divina. O Deus Um e Trino, o Deus amor que se revela em Cristo a fascina, e Margarida vive uma relação de profundo amor para o Senhor e, por contraste vê a ingratidão humana até a covardia, até o paradoxo da cruz".

Bento XVI concluiu alentando a seguir o convite de Margarida de Oingt "a meditar cotidianamente a vida de dor e de amor de Jesus e de sua Mãe, Maria. Aqui está nossa esperança, o sentido de nossa existência. Da contemplação do amor de Cristo por nós nascem a força e a alegria de responder com o mesmo amor, pondo nossa vida ao serviço de Deus e de outros".

Evangelho do dia -03-11-2010


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Frase do dia

"Eu não morro, entro na vida". 
(Santa Tereinha do Menino Jesus)

Oração pelos falecidos

Pai santo, Deus eterno e Todo-Poderoso, nós Vos pedimos por ......... (nome do falecido),que chamastes deste mundo. Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz. Que ele, tendo passado pela morte, participe do convívio de Vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência. Que sua alma nada sofra, e Vos digneis ressuscitá-lo com os Vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa. Perdoai-lhe os pecados para que alcance junto a Vós a vida imortal no reino eterno. Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém
(Rezar Pai-Nosso e Ave-Maria.)

Dai-lhe, Senhor, o repouso eterno e brilhe para ele a Vossa luz! Amém

O sentido da morte Cristã

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Conforme o Catecismo da Igreja Católica (CIC); graças a Cristo , a morte cristã tem um sentido positivo. “Para mim, a vida é Cristo, e morrer é lucro” (Fl 1,21). “Fiel é esta palavra: se com Ele morremos, com Ele viveremos” (2Tm 1,11). A novidade essencial da morte cristã está nisto: pelo Batismo, o cristão já está sacramentalmente “morto com Cristo”, para viver de uma vida nova; e, se morrermos na graça de Cristo, a morte física consuma este “morrer com Cristo” e completa assim, nossa incorporação a ele em seu ato redentor. ( CIC  1010).

Na morte Deus chama  a si. É por isso que o Cristão pode sentir, em ralação à morte um desejo semelhante ao de São Paulo: “O meu desejo é partir e ir estar com Deus” (Fl 1,23); e pode transformar sua própria morte em um ato de obediência e de amor ao Pai, a exemplo de Cristo. (CIC 1011).

A visão Cristã da morte é expressa de forma privilegiada na liturgia da Igreja:
“ Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível”.

No Evangelho de hoje, São João nos lembra: “Esta é a vontade do meu Pai: quem vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.

Carmita Overbeck nos diz em um de seus retiros: “ Coragem! Eu venci o mundo.” (Jo 16,33)

Evangelho do dia -02-11-2010


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Vivonafé Notícias

Susan Boyle revela que a fé católica de sua mãe salvou-a do aborto

Susan Boyle

.- Em sua nova autobiografia, a cantora Susan Boyle revelou que está viva graças à fé católica de sua mãe, que se negou a submeter-se a um aborto quando os médicos disseram que sua filha podia nascer com sérias complicações físicas.

Conforme recolhe o site ReligionenLibertad.com, no livro "The Woman I Was Born To Be" Boyle sustenta que os médicos recomendaram o aborto "à sua mãe Bridget Boyle, que tinha outros oito filhos, porque temiam que houvesse complicações físicas (…) Sua mãe rejeitou o conselho como ‘impensável’ dado que ela era ‘uma católica devota’".

"Susan Boyle nasceu de emergência por cesárea. Os médicos não felicitaram Bridget com um ‘felicidades, tem você uma bebê preciosa’, mas sim, explica a biografia, assumiram uma atitude desdenhosa para a pequena Susan, suspeitando que pudesse ter tido dano cerebral devido a uma falta de oxigênio", indica o livro.

Disseram a Bridget Boyle que aceitasse "que a menina não alcançaria muito na vida".

"Estou segura que eles tinham a melhores intenções, mas não acredito que eles deveriam ter dito isso, porque ninguém pode predizer o futuro. O que eles não sabiam era que eu sou uma pessoa lutadora, e toda minha vida estive tentando provar que estavam equivocados", afirma Susan no livro.

Aos 49 anos de idade, Susan Boyle se converteu em fonte de inspiração para milhões de pessoas em todo mundo quando em abril de 2009 se destacou no concurso "Britain´s Got Talent". Recentemente cantou diante do Papa Bento XVI em Glasgow. Seu primeiro álbum vendeu nove milhões de cópias em seis semanas e foi o mais vendido do ano na Grã-Bretanha

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20416

Vamos relembrar - Catequese

Os cinco preceitos da Igreja:

1. Participar na Missa, aos domingos e festas de guarda e abster-se de trabalhos e atividades que impeçam a santificação desses dias.


2. Confessar os pecados ao menos uma vez cada ano.


3. Comungar o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa.


4. Guardar a abstinência e jejuar nos dias determinados pela Igreja.


5. Contribuir para as necessidades materiais da Igreja, segundo as possibilidades.

As Sementes Perdidas - Reflexão de Thomas Merton

As sementes perdidas


“ Cada momento e cada acontecimento na vida do homem aqui na terra plantam em sua alma uma semente. Pois, assim como o vento leva milhares de sementes aladas, assim também cada instante traz consigo germes de vitalidade espiritual que vêm pousar imperceptivelmente no espírito e na vontade dos homens. A maior parte dessas inumeráveis sementes perecem e ficam perdidas, porque não estão os homens preparados para recebê-las. Pois sementes como essas não podem germinar a não ser na boa terra da liberdade, da espontaneidade, do amor.
(…)
Temos de aprender a reconhecer que o amor de Deus nos procura em cada situação e procura o nosso bem. Seu amor imperscrutável procura o momento do nosso despertar.”
 New Seeds of Contemplation, de Thomas Merton
(New Directions, New York), 1972. p. 14 e 15
No Brasil: Novas sementes de contemplação (Editora Fissus, Rio de Janeiro). 2001. p. 23 e 24

Frase do dia

(Santo Agostinho)

Evangelho do dia -01-11-2010


domingo, 31 de outubro de 2010

Estudando o Catecismo da Igreja Católica- VIII Parte

TEMA 08: DEUS CRIOU O HOMEM LIVRE E RESPONSÁVEL
INTRODUÇÃO:
Já se estudou em outro tema que Deus, depois de ter criado todas as coisas, criou o homem: Adão e Eva, de quem todos descendemos. Deus cria a todos os homens. Com a colaboração dos pais, forma o corpo e, diretamente, Ele cria a alma que infunde neste corpo. A alma é o que dá vida ao corpo. Tudo isto quer dizer que cada um de nós fomos criados por Deus. Ele pensou em cada ser humano, nos amou, e como fruto deste amor, nos criou. Além disso, como diz a Sagrada Escritura, nos criou " à sua imagem e semelhança" (Gênesis 1,26).
O que é o homem? Para que Deus nos criou? Como devemos comportar-nos? Estas e outras perguntas todos nos fazemos. Este tema quer ajudar-nos a responde-las.

IDÉIAS PRINCIPAIS:

1. Deus criou o homem com corpo e alma

O livro do Gênesis nos diz que Deus formou o corpo do homem "do barro da terra", e lhe soprou no rosto "alento de vida". Com estas palavras tão simples, Deus nos diz que formou diretamente ao homem de uma matéria que já existia e que, depois, criou diretamente do nada uma alma e a uniu a este corpo. Depois de Adão e Eva, os homens todos recebemos o corpo de nossos pais, mas a alma nós a recebemos diretamente de Deus.

2. A "imagem e semelhança" de Deus

A obra de um artista é o reflexo de sua arte. Ainda que, às vezes, uma obra de arte não tenha a assinatura de seu autor, é possível descobrir de quem é a obra porque ali está refletida a sua personalidade. O homem é imagem de Deus. Vejamos alguns aspectos que manifestam a imagem de Deus no homem:
  • A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. Por ter sido criado à imagem de Deus, o ser humano tem a dignidade de PESSOA; não é tão somente alguma coisa, mas alguém. O homem é a única criatura da terra à qual Deus amou por si mesma. Só ele está chamado a participar, pelo conhecimento e pelo amor, na vida de Deus. Para este fim foi criado e esta é a razão fundamental de sua dignidade.
  • O HOMEM É UM SER INTELIGENTE. Os animais não pensam, mas o homem pode pensar e expressar seu pensamento com palavras. Sabe calcular, contar, medir etc..; fabrica motores, descobre a eletricidade. Distingue-se dos demais seres por sua razão ou inteligência, que é um reflexo da inteligência de Deus. Os animais louvam a Deus sem o saber; o homem o faz sabendo...
  • O HOMEM É UM SER LIVRE. Os animais se governam por instintos e não podem agir de outra maneira; as plantas regem-se por leis as quais obedecem cegamente. O homem pode escolher; pode fazer uma coisa ou outra; pode fazer o bem ou o mal, pode cumprir ou não as leis que o Senhor lhe deu. Deus lhe concedeu a faculdade de escolher livremente. Deus quis o homem livre.
  • O HOMEM É REI E SENHOR DO UNIVERSO. Deus entregou o mundo ao homem para que o submetesse e transformasse. O homem pode domesticar os animais selvagens, desviar os rios, fazer saltar as pedras, cortar as árvores, etc.. Deus o quis assim. Sendo Deus o Dono e o Senhor de tudo, porque tudo criou e tudo lhe pertence, colocou tudo nas mãos do homem, para que este seja senhor e domine a terra. Nisto também se parece o homem com Deus, que lhe fez participar do dom de poder dominar sobre os animais, as plantas..., todo o universo.
  • O HOMEM É IMAGEM DE DEUS, SOBRETUDO, PELA GRAÇA. Ainda que em outro tema vamos explicar o que é a graça, é importante dar-se conta que, entre todos os benefícios que Deus deu ao homem, o que o assemelha mais a Deus é a GRAÇA SANTIFICANTE, que se recebe no momento do Batismo. A graça nos faz participantes da natureza divina, elevando- nos à dignidade de filhos de Deus. 

Fonte: Autor: Jayme Pujoll e Jesus Sanches Biela
Fonte: Livro "Curso de Catequesis" do Editorial Palavra, España
Tradução: Pe. Antônio Carlos Rossi Keller 

Entenda a Liturgia das Horas- PARTE III

A TV Canção Nova exibiu no mês de junho o Especial Ofício Divino, onde fala sobre a riqueza da Liturgia das Horas. Esta é a terceira parte do especial.



Fonte: www.cancaonova.com
Seja um sócio da Canção Nova
http://euajudo.cancaonova.com/
ADQUIRA PALESTRAS E AUDIO PELO TELEFONE:
(12) 3186-2600

Frase do dia

"Na Eucaristia, partimos «o mesmo pão, que é remédio de imortalidade, antídoto para não morrer, mas para viver eternamente em Jesus Cristo"

(S. Inácio de Antioquia). 

Vamos relembrar - Catequese

Os doze frutos do Espírito Santo:
1. Amor
2. Alegria
3. Paz
4. Paciência
5. Longanimidade
6. Benignidade
7. Bondade
8. Mansidão
9. Fé
10. Modéstia
11. Continência
12. Castidade.

Evangelho do dia -31-10-2010


Vivonafé Notícias

Bento XVI irá a Santiago de Compostela e Barcelona como peregrino PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ervino Martinuz   
Sáb, 30 de Outubro de 2010 13:47

Cidade do Vaticano, 30 out (SIR/Gaudium Press) - Arte, fé, família, raízes cristãs da Europa e peregrinação serão os temas da 18ª viagem de Bento XVI ao exterior que acontecerá de 6 a 7 de novembro. A última viagem de 2010 do Santo Padre será à Espanha, em duas regiões diferentes: Santiago de Compostela. na Galícia, e Barcelona, na Catalunha. "Será uma viagem muito espiritual, cheia de significado", afirma Padre Federico Lombardi, na coletiva de imprensa concedida hoje no Vaticano para apresentar detalhes da viagem. O Papa irá a Santiago de Compostela como peregrino, em ocasião do Ano Jubilar Compostelano, que é celebrado quando a festa de São Tiago, em 25 de julho, cai em um domingo. Bento XVI, depois de um breve encontro com a corte espanhola, começará a sua viagem com uma visita à Catedral de Santiago de Compostela, com todo o ritual do peregrino. Entrará pela porta da Azabacheria e fará uma oração particular na Capela do Santíssimo. Depois, irá ao Pórtico da Glória para saudar os peregrinos presentes na praça. Em seguida, entrando pela Porta Santa, irá venerar o túmulo do Apóstolo São Tiago. Seguindo uma antiga tradição, o Santo Padre abraçará a estátua do Santo. Ao fim do ritual o Papa fará um discurso de saudação. Santiago de Compostela é meta da antiga peregrinação da Europa. Por isto, entre os temas desenvolvidos pelo Santo Padre, como salientou o porta-voz vaticano, estarão presentes os relacionados à peregrinação e às raízes cristãs. O Papa alemão nunca foi à cidade. Quando era ainda Cardeal, ele queria fazer uma peregrinação junto a seu irmão Georg, mas o desejo nunca se realizou. Por motivos de idade e saúde, não foi prevista a presença de seu irmão, informou o Padre Lombardi. Também a visita a Barcelona tem um forte significado pastoral. Bento XVI irá consagrar a Sagrada Família. Com este gesto o Papa ressaltará a importância da igreja na sua unicidade e tantos fortes símbolos cristãos, afirma o porta-voz vaticano. Bento XVI será o segundo pontífice a visitar Santiago de Compostela e Barcelona. João Paulo II esteve nas duas cidades em 1982 e em 1988 esteve pela segunda vez em Santiago de Compostela para a Jornada Mundial da Juventude. Com essa segunda viagem e uma terceira viagem no próximo ano à Madri para a JMJ, a Espanha torna-se o país mais frequentado pelo Papa Ratzinger. Até agora só o seu país natal, Alemanha, foi visitado mais de uma vez. A próxima visita de Bento XVI à Espanha, pelo seu caráter muito pastoral, terá breves e menos encontros protocolares com as autoridades. O pontífice será recebido no aeroporto pelos príncipes das Astúrias e a despedida será feita pelo casal real com o qual terá um encontro privado na Sala do Museu na Sagrada Família antes da consagração do templo. Ele se encontrará também com o Primeiro Ministro José Zapatero no Aeroporto Internacional de Barcelona antes de embarcar de volta para Roma.

Vivonafé Notícias

O Papa Bento XVI destaca importância vital da mulher na Igreja Católica
Esposos cristãos podem seguir um caminho de santidade com a graça do sacramento do matrimônio, recorda

.- O Papa Bento XVI dedicou a Audiência Geral desta quarta-feira celebrada diante de milhares de fiéis na Praça de São Pedro a Santa Brígida da Suécia, CO-padroeira da Europa que viveu entre 1303 e 1373. Sua vida mostra a importância e a dignidade da mulher na Igreja Católica, e seu exemplo destaca a importância da oração profunda no caminho para Deus.

Brígida, proclamada Co-padroeira da Europa por João Paulo II, nasceu em Finster, Suécia. Em sua vida pode se distinguir por dois períodos. O primeiro esteve caracterizado por sua condição de mulher felizmente casada e mãe de oito filhos. Iniciou-se então no estudo da Sagrada Escritura e adotou como norma de vida, junto a seu marido, a Regra dos Terciários franciscanos. Praticou também generosamente as obras de caridade e fundou um hospital.

Este primeiro período da vida de Brígida, disse o Papa, "nos ajuda a apreciar o que hoje poderíamos chamar uma verdadeira ‘espiritualidade conjugal’: os esposos cristãos podem seguir um caminho de santidade, sustentados pela graça do Sacramento do Matrimônio.Que o Espírito do Senhor suscite também hoje a santidade dos esposos cristãos, para mostrar ao mundo a beleza do matrimônio vivido de acordo com os valores do Evangelho: o amor, a ternura, a ajuda mútua, a fecundidade na geração e educação dos filhos, a abertura e a solidariedade para o mundo, a participação na vida da Igreja!".

Quando Brígida enviuvou começou o segundo período de sua vida. Renunciou a outras bodas para aprofundar "a união com o Senhor mediante a oração, a penitência e as obras de caridade", e "depois de distribuir seus bens aos pobres, estabeleceu-se no monastério cisterciense de Alvastra, sem chegar à consagração religiosa". Nesse lugar começaram as Revelações divinas, que a acompanharam pelo resto de sua vida e cujo conteúdo e estilo são muito diferentes.

O Papa explicou logo que "o valor das Revelações de Santa Brígida, que às vezes foi objeto de algumas dúvidas foi precisado pelo Venerável João Paulo II, que na Carta ‘Spes aedificandi’ escreve: ‘Reconhecendo a santidade de Brígida, a Igreja, embora não se pronuncie sobre as revelações individuais, aceitou a autenticidade global de sua experiência interior’".

"De fato a leitura destas Revelações nos interpela sobre muitos tema importantes. Descreve-se com freqüência a Paixão de Cristo, contemplando nela o infinito amor de Deus pelos seres humanos. Outro argumento recorrente é a maternidade dolorosa de Maria, que a converteu na Mediadora e Mãe da misericórdia".

Bento XVI indica logo que esta Santa estava firmemente convencida de que "todos os carismas estão destinados a edificar a Igreja. Precisamente por esta razão, não poucas de suas revelações estavam dirigidas, inclusive em forma de admoestações muito graves, aos fiéis de seu tempo, incluídas as autoridades religiosas e políticas, para que vivessem com coerência sua vida cristã. Mas se caracterizava sempre por sua atitude de respeito e de fidelidade plena ao Magistério da Igreja, em particular ao Sucessor de Pedro".

Em 1349 Brígida deixa para sempre a Suécia e peregrina a Roma para participar do Jubileu de 1350 e pedir ao Papa que aprovasse a regra de fundação da ordem religiosa que queria dedicar ao Santíssimo Salvador, composta por monges e monjas sob a autoridade da abadessa.

"É um dado que não deve nos surpreender", observou o Papa. "Na Idade Média há fundações monásticas com uma rama masculina e uma feminina que praticavam a mesma regra monástica sob a direção da abadessa. A grande tradição cristã reconhece à mulher uma dignidade própria, e segundo o exemplo de Maria, Reina dos Apóstolos, um próprio lugar na Igreja, que, sem coincidir com o sacerdócio ordenado, é igualmente importante para o crescimento espiritual da comunidade".

Santa Brígida peregrinou também a Assis e a Terra Santa. Morreu em 1373 e foi canonizada em 1391 por Bonifacio IX. Sua santidade, caracterizada por múltiplos dons e experiências, "converte-a em uma figura destacada na história européia" já que "mostra como o cristianismo impregnou profundamente a vida de todos os povos deste continente".

"Proclamando-a Co-padroeira da Europa, o Papa João Paulo II expressou sua esperança de que Santa Brígida –que viveu no século XIV, quando a cristandade ocidental ainda não estava ferida pela divisão– interceda ante Deus para obter a graça, tão esperada, da plena unidade de todos os cristãos", concluiu o Papa Bento XVI, pedindo também a intercessão da Santa para que "Europa se alimente sempre de suas raízes cristãs".

Em sua saudação em português o Papa se dirigiu desta maneira aos presentes: "Amados peregrinos de língua portuguesa, queridos fiéis brasileiros de Itatiba, França, Paciência, São Paulo e peregrinos vindos de Portugal: a todos dou as boas vindas, feliz e agradecido pela vossa visita amiga. O Pai do Céu derrame os seus dons sobre vós e vossas famílias, que de coração abençôo. Obrigado!".

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20426

Frase do dia

Quanto mais eu amo, sinto-me ainda mais devedor.

(Santo Agostinho)

sábado, 30 de outubro de 2010

Evangelho do dia - 30-10-2010


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Vamos relembrar - Catequese

Os sete dons do Espírito Santo:

1. Sabedoria
2. Entendimento
3. Conselho
4. Fortaleza
5. Ciência
6. Piedade
7. Temor de Deus.

Vivonafé Notícias

Ponta Negra realiza missões

A Paróquia de Santa Rita de Cássia dos Impossíveis, de Ponta Negra, em Natal, realiza Semana Missionária, desde o dia 25. As atividades são encerradas neste domingo, 31 de outubro, com a celebração de duas missas: às 7 e às 18h, na Igreja Matriz. 

Vivonafé Notícias

Dom Eugênio Sales celebrará 90 anos  

 O Arcebispo emérito do Rio de Janeiro, Cardeal Dom Eugênio Sales, celebrará 90 anos de vida. A missa em ação de graças será celebrada dia 6 de novembro, às 9h, na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro. Um grupo de natalenses, incluindo o Arcebispo, Dom Matias Patrício de Macêdo, e o Arcebispo emérito, Dom Heitor Sales, que é irmão do aniversariante, participarão da celebração.

Dom Eugênio Sales nasceu em 8 de novembro de 1920, em Acari (RN).

Foto: José Bezerra

Cardeal Dom Eugênio Sales
Foi ordenado padre em 21 de novembro de 1943, em Natal. Em 1954, foi nomeado bispo auxiliar de Natal. Sete anos depois foi nomeado administrador apostólico da Arquidiocese potiguar. Em 9 de julho de 1964 foi transferido para a Arquidiocese de Salvador (BA), onde permaneceu por seis anos, quando foi transferido para o Rio de Janeiro. O Cardeal Sales ficou à frente da arquidiocese carioca durante 31 anos. Destes 90 anos, 67 são dedicados ao sacerdócio. Neste tempo, sagrou 22 bispos e ordenou 215 sacerdotes.

No pastoreio de Dom Eugênio, na Arquidiocese de Natal, surgiram ações como a Campanha da Fraternidade, que depois se projetou nacionalmente; a administração de paróquias por freiras; a distribuição da Sagrada Comunhão pelas freiras, com autorização do Papa, entre outras.

Semanalmente, o Cardeal escreve um artigo sobre assuntos relacionados à Igreja. Os artigos, bem como diversas informações sobre a vida e ações, além de fotos podem ser encontradas na internet, no endereço: www.cardealsales.blogspot.com.

Fonte: http://www.arquidiocesedenatal.org.br/noticias_index/not2810cardeal.htm

Progresso da pessoa e da sociedade

“ O progresso da pessoa e o progresso da sociedade caminham juntos. Nosso mundo moderno não pode alcançar a paz e uma ordem social plenamente eqüitativa apenas por meio da aplicação das leis que atuam sobre a humanidade, vindas de fora de nós, por assim dizer. A transformação da sociedade começa dentro da pessoa. Começa com o amadurecimento e a abertura de nossa liberdade pessoal em relação a outras liberdades — em relação ao resto da sociedade. A ‘doação’ cristã que é exigida de nós é uma participação inteligente e plena na vida de nosso mundo, não somente com base na lei natural, mas também na comunhão e reconciliação do amor interpessoal. Isto significa uma capacidade de estar abertos aos outros como pessoas, de desejar para os outros tudo o que sabemos ser necessário a nós mesmos, tudo o que se precisa para o pleno crescimento e até para a felicidade temporal de uma existência plenamente pessoal.”

Love and Living, de Thomas Merton
Editado por Naomi Burton Stone e Patrick Hart, OCSO
(Farrar, Straus and Giroux, New York) 1979, p. 155
No Brasil: Amor e Vida, (Martins Fontes Editora, São Paulo), 2004. p. 164

Evangelho do dia -29-10-2010


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vivonafe Noticias

A Ciência deve orientar-se ao autêntico bem do homem, afirma o Papa Bento XVI

.- Ao receber esta manhã os participantes na sessão plenária da Pontifícia Academia das Ciências, o Papa Bento XVI assinalou que a ciência, os avanços tecnológicos, devem orientar-se sempre ao autêntico bem e desenvolvimento integral do homem, considerando sua dimensão espiritual que é a mais importante.

O Santo Padre afirmou que "por um lado, alguns expõem a ciência como uma panacéia, considerando seus avanços notáveis no século passado. Seus avanços inumeráveis" poderiam dar a entender que "a ciência pode responder todas as questões relacionadas com a existência do ser humano, e inclusive a suas mais altas aspirações. Por outro lado, existem aqueles que temem a ciência e que se distanciam dela devido à sua evolução preocupante, como a construção e o uso terrível das armas nucleares".

"A ciência, é obvio, não se define por nenhum destes dois extremos. Sua tarefa era e segue sendo uma paciente e apaixonada busca da verdade sobre o cosmos, a natureza e sobre a constituição do ser humano. Nesta busca, houve muitos êxitos e fracassos, triunfos e reveses".

O Papa Bento XVI ressaltou que "inclusive os resultados provisórios constituem uma contribuição real para revelar a correspondência entre o intelecto e as realidades naturais, sobre as quais as gerações posteriores podem seguir progredindo".

O encontro de hoje, continuou o Santo Padre, "é uma prova da estima da Igreja pela investigação científica e de sua gratidão pelos esforços científicos, que alenta e dos quais se beneficia. Em nossos dias, os cientistas apreciam cada vez mais a necessidade de estar abertos à filosofia se querem descobrir o fundamento lógico e epistemológico de sua metodologia e suas conclusões".

"Por sua parte, a Igreja está convencida de que a atividade científica, em última instância, beneficia-se do reconhecimento da dimensão espiritual do homem e de sua busca das respostas definitivas que permitem o reconhecimento de um mundo que existe independentemente de nós, que não entendemos completamente e que só podemos compreender na medida em que entendamos sua lógica inerente".

"Os cientistas não criam o mundo; aprendem algo dele e tentam imitá-lo, seguindo as leis e a inteligibilidade que a natureza nos manifesta. A experiência do cientista como ser humano é, pois, a de perceber uma constante, uma lei, um logos que não criou, mas que, por outro lado, observou: de fato, isto nos leva a admitir a existência de uma Razão todo poderosa, que é distinta da do homem, e que sustenta o mundo".

Assim, disse o Papa, "este é o ponto de encontro entre as ciências naturais e a religião. Como conseqüência, a ciência se converte em um lugar de diálogo, em um encontro entre o homem e a natureza e, potencialmente, entre o homem e seu Criador".

Ao final de seu discurso, o Papa propôs duas idéias "para uma reflexão mais profunda. Em primeiro lugar, já que o aumento dos alcances das ciências torna mais profunda nossa maravilha a respeito da complexidade da natureza, é necessário um enfoque interdisciplinar ligado com a reflexão filosófica que conduz a uma síntese. Em segundo lugar, os alcances científicos neste novo século deveriam ser sempre guiados pelo sentido da fraternidade e da paz, ajudando a resolver os grandes problemas da humanidade, e dirigindo os esforços de todos ao verdadeiro bem do homem e ao desenvolvimento integral dos povos do mundo".

"O resultado positivo da ciência do século XXI certamente dependerá em grande medida da capacidade do cientista para procurar a verdade e aplicar os descobrimentos de maneira que vão da mão com a busca do que é justo e bom", concluiu o Papa.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20439

Vivonafe Noticias

Papa assinala a bispos do Brasil dever de emitir juízo moral em matérias políticas


Em circunstâncias em que “os direitos fundamentais” ou “a salvação das almas” exigirem

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 28 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – O Papa Bento XVI afirmou nesta quinta-feira a bispos brasileiros que “os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”, quando “os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem”.

O Papa, ao discursar para bispos do Maranhão no contexto da visita ad Limina Apostolorum, afirmou que em determinados pontos “política e fé se tocam”, e que os bispos, ao defender a vida, não devem temer “a oposição e a impopularidade”.

O dever dos bispos, no trabalho por alcançar uma ordem social justa, é “contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna”.
“Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”, afirmou o pontífice, citando a Constituição Pastoral Gaudium et Spes (n. 76).

“Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, consequência ou circunstância.”

Segundo Bento XVI, “seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural”.

“Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal?”, questionou.
“Quando os projetos políticos contemplam – prosseguiu o Papa –, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases.”
“Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida ‘não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo’”, disse, citando a Evangelium Vitae (n. 82).


Catequese social

Segundo o pontífice, a melhor maneira de ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente é “uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja”.

“Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum”, disse o Papa, referindo-se novamente à Gaudium et Spes (n. 75).

“Neste ponto, política e fé se tocam”, afirmou. “A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão.”
Com efeito – prosseguiu o pontífice –, “sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambiguidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana”.

“Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve ‘encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política’”, destacou o Papa, citando a encíclica Caritas in veritate (n. 56).
(Alexandre Ribeiro)

Fonte: http://www.zenit.org/article-26396?l=portuguese

Evangelho do dia -28-10-2010


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Vivonafe Noticias

Qual é sua religião? 
O Censo de 2010 já está em pleno andamento e vai mostrar o rosto atual do Brasil, visto a partir de muitos ângulos. Um deles, será o perfil religioso. Pessoas já visitadas pelos recenseadores informaram-me que a pergunta sobre a religião não é feita a todos; consta que seria só a cerca de 11% dos entrevistados e isso significa que a configuração religiosa será obtida, não a partir de dados gerais, mas por amostragem, como se faz, em geral, nas estatísticas. 
Preocupa, porém, aquilo que vem depois da pergunta – “qual é sua religião?” No nosso caso, não basta responder – “sou católico”, ou – “minha religião é a católica”; o entrevistado é colocado diante de uma lista de nada menos que 27 opções de “católicos” ou de “religião católica”, supostamente diferentes. De fato, porém, boa parte das 27 alternativas – pelo menos 12 – não são de “outras” Igrejas ou religiões, mas de grupos, associações ou ritos de nossa própria Igreja/religião Católica Apostólica Romana. Para muitas pessoas, isso pode gerar confusão e perplexidade e os dados da realidade poderão aparecer distorcidos. Fica a pergunta sobre os reais motivos da formulação dessa questão no Censo. 
As Igrejas Católica Maronita, Católica Melquita, Católica Ucraniana, Católica Armênia e Católica Síria não são outras “religiões” mas grupos de ritos diferentes da nossa própria Igreja Católica Apostólica Romana, todos unidos ao Papa. E “Catolicismo Apostólico Romano”, “Católico Congregado Mariano”, “Católico Congregação Mariana” também não são Igrejas nem religiões, mas Associações e grupos de nossa Igreja. Ainda outras denominações que aparecem no elenco de “religiões” podem gerar equívocos e falsificação dos dados. Católico renovado, Católico conservador, Católico Pentecostal, Católico tradicionalista, Católica Renovação Carismática, Religião Católica Apostólica Carismática são todas denominações que podem deixar nosso povo católico sem saber exatamente se trata de sua própria tendência dentro de nossa Igreja, ou se são mesmo outras religiões, desvinculadas da nossa Igreja Católica Apostólica Romana. Que fazer diante da possível confusão em relação à pergunta sobre a religião no Censo 2010? 
Antes de tudo, temos que constatar o fato: não somos os únicos que se apresentam como católicos, nem mesmo como católicos apostólicos romanos. Há vários grupos, não unidos com o Papa e a comunhão da nossa Igreja Católica, que usam esta mesma denominação. Isso mereceria um esclarecimento para nosso bom povo. Cada pessoa tem a liberdade de consciência e de religião; e tem o direito de saber quem é quem, em matéria de religião, e a qual grupo está aderindo. Verdade e religião não podem andar separadas. O uso equívoco da identidade religiosa lesa a liberdade religiosa dos outros. 
Diante da questão posta sobre a religião pelo Censo 2010 caberá, depois, questionar a objetividade e a fidedignidade dos dados levantados. Enquanto isso, diante da pergunta sobre “qual é sua religião?”, nossos fiéis católicos precisam ser oportunamente orientados a responder: “sou católico apostólico romano”, ou “minha religião é a Católica Apostólica Romana. Dizer quem somos nós não ofende a ninguém. Quem desejar a lista das “Igrejas” ou “Religiões” católicas, poderá procurar na Internet, no site arquidiocesedesaopaulo.org.br 
O Censo já está acontecendo. Qual é mesmo sua religião? Sua Igreja? – Somos “católicos”, e isso significa que nossa religião se propõe para todos os povos e culturas, sem restrições, para levar-lhes a Boa Nova do Reino de Deus, a luz, o sal e o fermento do Evangelho de Cristo. Somos “apostólicos” porque professamos a fé em Deus recebida de Jesus Cristo, através dos apóstolos, e conservada fielmente pelos legítimos sucessores dos apóstolos até nossos dias. Somos “romanos” porque nossa Igreja é congregada e presidida na verdade e na caridade pelo Papa, Sucessor do apóstolo Pedro, a quem Jesus encarregou de “apascentar as ovelhas e cordeiros de seu rebanho” (cf Jo 21,13-17) e de “confirmar os irmãos na fé” (cf Lc 22,32). S.Pedro derramou seu sangue por Cristo e pelo Evangelho em Roma; lá se encontra seu sucessor, ainda hoje; por isso, nossa Igreja é chamada Católica Apostólica “Romana”
Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo-SP

Fonte: http://www.cnbbne2.org.br/artigos_2010/Setembro/05.htm

Vivonafe Noticias

Lançamento da CF 2011 para o Nordeste 2 será em Natal
O lançamento da Campanha da Fraternidade 2011, em nível de Regional Nordeste 2, com o tema Fraternidade e Vida no Planeta, será realizado nos dias 11 e 12 de março, no Santuário dos Mártires, bairro de Nazaré, em Natal. No dia 11, haverá um seminário e, no dia 12, uma caminhada, saindo do Santuário dos Mártires para a Igreja de São Sebastião, no Alecrim. Lá, haverá um momento de agradecimento ao Pe. José Freitas Campos, que coordenou a Campanha da Fraternidade por alguns anos. "Na ocasião, nós vamos agradecer ao Pe. Campos pelo trabalho que fez como coordenador, a quem eu substituo a partir deste ano", afirma o Pe. Alcimário Pereira, coordenador da Equipe de Campanhas da Arquidiocese de Natal.
Os preparativos para a campanha já acontecem, em nível regional. No período de 9 a 11 deste mês, houve encontro de representantes das Comissões de Campanhas das Dioceses do Regional Nordeste 2, em Natal. "Foi um estudo sobre o tema da Campanha – Fraternidade e Vida no Planeta – destinado aos integrantes das Equipes de Campanha, das Dioceses", explica o Pe. Alcimário. A formação foi assessorada pelo Pe. Ary Antônio dos Reis, assessor da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. No encontro, os representantes da dioceses do Nordeste 2 foram orientados a organizar a Equipe de Campanhas para melhor trabalharem a CF 2011. Nesse encontro, também foi feita uma avaliação da Campanha da Fraternidade de 2010. 

Fonte: http://www.cnbbne2.org.br/noticias_2010/outubro/17.htm

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Congregação das Causas dos Santos do Vaticano reconheceu a beatificação de irmã Dulce (1914-1992)ao validar milagre

 Irmã Dulce será beatificada


Cardeal Geraldo Agnelo fez o anúncio em Salvador

SALVADOR, quarta-feira, 27 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de Salvador (nordeste do Brasil), cardeal Geraldo Majella Agnelo, anunciou na manhã desta quarta-feira que a Irmã Dulce será beatificada em breve.
Segundo informa a arquidiocese, o pronunciamento foi feito na sede das Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador. O cardeal informou que até o fim do ano encerra o processo e será conhecida a data da cerimônia de beatificação.
De acordo com o arcebispo, uma comissão científica da Santa Sé aprovou esta semana um milagre atribuído à religiosa, fato decisivo no processo de beatificação.
Segundo Dom Geraldo, a religiosa é exemplo para os cristãos e a sua história de vida é o que justifica a beatificação e o processo de canonização.
“Todo santo é um exemplo de Cristo, como foi o caso dela [Irmã Dulce]; aquela dedicação diuturna durante toda a vida aos pobres e sofredores.”
A causa da beatificação da religiosa brasileira foi iniciada em janeiro do ano 2000 pelo próprio Dom Geraldo Majella. Desde junho de 2001, o processo tramita na Congregação das Causas dos Santos.
Irmã Dulce, natural de Salvador, faleceu em 1992, aos 78 anos. Religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, desenvolveu uma vasta obra assistencial em favor dos mais pobres, especialmente no campo da saúde. Em 1988, foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz. Em 1991, já no leito de morte, recebeu a visita do Papa João Paulo II, em sua segunda viagem ao Brasil.

Fonte: http://www.zenit.org/article-26386?l=portuguese

Vamos relembrar - Catequese

FÓRMULAS DE DOUTRINA CATÓLICA
As três virtudes teologais:
1. Fé
2. Esperança
3. Caridade.


As quatro virtudes cardeais:
1. Prudência
2. Justiça
3. Fortaleza
4. Temperança.

Evangelho do dia -27-10-2010


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Estudando o Catecismo da Igreja Católica- VII Parte

Dando continuidade ao nosso estudo, estamos tratando nesse sétimo tema : DEUS CRIOU OS ANJOS.


3. Os demônios tentam os homens

Os demônios, desde o momento em que pecaram, odeiam a Deus e a todos os que amam a Deus. Por isso desejam que os homens ofendam a Deus e sejam condenados ao inferno. Este é o motivo pelo qual os demônios tentam os homens. São muitos os exemplos na Sagrada Escritura: a tentação de Eva, quando o demônio se apresenta na forma de serpente (Gênesis 3,1-24); as tentações de Jesus, no deserto (Mateus 4,1-11); etc.. Eles nos tentam também, de muitas maneiras, levando-nos a fazer o que é contra a vontade de Deus. A forma habitual que usam para tentar-nos é a de incitar nossas más inclinações ou aproveitando-se delas. A tentação não é pecado; é pecado se fazemos caso do que nos pede o demônio. Por isso, ao dar-nos conta da tentação, devemos acudir a Deus e dizer com todo o coração: "Afasta-te de mim, Satanás!". Também devemos acudir à Santíssima Virgem Maria, nossa Mãe e a nosso Anjo da Guarda.

4. A proteção dos Anjos da Guarda

No Antigo Testamento há um livro muito bonito, no qual se narra que Tobias devia fazer uma longa viagem, cheia de perigos. Então, busca um companheiro de viagem, e Deus envia o arcanjo Rafael que o acompanha e lhe mostra o bom caminho, devolvendo-o feliz a sua casa. Nós também vamos a caminho do céu; neste caminho existem muitos perigos para a nossa alma e o nosso corpo. Deus nos dá um companheiro de viagem que está sempre a nosso lado, ainda que não o vejamos: é o Anjo da Guarda. Nosso Anjo nos ama como o melhor dos amigos, nos protege dia e noite, e nos fala ao coração convidando-nos a fazer as coisas boas. Quando rezamos, ele apresenta nossa oração a Deus.

5. Uso da água benta

A Igreja recomenda aos cristãos usar a água benta, que é um sacramental, para implorar o perdão dos pecados veniais e alcançar a proteção de Deus contra as insinuações do demônio. Santa Teresa de Jesus dizia: "De nenhuma coisa foge mais o demônio, para não voltar, do que da água benta."

6. Propósitos de vida cristã
  • Aprender a Oração do Anjo da Guarda:
"SANTO ANJO DO SENHOR,
MEU ZELOSO GUARDADOR,
SE A TI ME CONFIOU A PIEDADE DIVINA,
HOJE E SEMPRE,
ME REGE, GUARDA, ILUMINA. AMÉM." 

Fonte: Livro "Curso de Catequesis" do Editorial Palavra, España
Tradução: Pe. Antônio Carlos Rossi Keller 
Autor: Jayme Pujoll e Jesus Sanches Biela

Vivonafe Noticias

Amar a Deus para amar o próximo e procurar o bem comum, exorta o Papa Bento XVI

Vaticano, 20 Out. 10 / 04:52 pm (ACI).- Na Audiência Geral desta quarta-feira, celebrada na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI falou sobre a Santa Isabel de Hungria, quem ensina com seu exemplo aos que exercem algum posto de autoridade, e em geral todos os fiéis, que devem fazê-lo com um claro sentido de amor ao próximo e justiça que contribua a obter o bem comum.

Bento XVI explicou que Santa Isabel nasceu em 1207 e após viver os quatro primeiros anos na corte húngara foi entregue em matrimônio a Luis de Turingia. "Apesar de que o noivado foi decidido por motivos políticos, entre os dois jovens nasceu um amor sincero, animado pela fé e pelo desejo de fazer a vontade de Deus".

"Ele comportava-se do mesmo modo ante Deus e ante seus súditos", disse o Santo Padre. "É um verdadeiro exemplo para todos os que desempenham um papel de guia: o exercício da autoridade, em todos os níveis, deve-se viver como um serviço à justiça e à caridade, na busca constante do bem comum".

Depois de pôr ressaltar que Santa Isabel "praticava assiduamente as obras de misericórdia", o Papa indicou que "seu matrimônio foi muito feliz: Isabel ajudava seu marido a elevar suas qualidades humanas a nível sobrenatural, e ele, à sua vez, protegia a sua esposa em sua generosidade com os pobres e em suas práticas religiosas. É um claro testemunho de como a fé e o amor a Deus e ao próximo fortalecem a vida familiar e tornam ainda mais profunda a união matrimonial".

Isabel encontrou um apoio nos Frades Menores e, a partir daquele momento, "fez mais decidido seu seguimento de Cristo pobre e crucificado, presente nos pobres".

O Papa assinalou que o marido da Isabel morreu em 1227. "Entretanto, esperava-lhe outra prova: seu cunhado usurpou o governo da Turingia, declarando-se verdadeiro herdeiro do Luis e acusando a Isabel de ser uma mulher piedosa incompetente para o governo. A jovem viúva, com seus três filhos, foi expulsa do castelo de Wartburg e começou a procurar um lugar onde refugiar-se".

"Durante esta prova –continuou o Papa– suportada com grande fé, paciência e dedicação a Deus, alguns familiares, que tinham permanecido leais e consideravam ilegítimo o governo do cunhado, reabilitaram seu nome. Deste modo, a princípios de 1228, Isabel recebeu uma renda adequada e se retirou ao castelo de família em Marburgo".

"Isabel passou os três últimos anos de sua vida no hospital que fundou, ao serviço dos doentes, velando aos moribundos. Tratava sempre de realizar os serviços mais humildes e os trabalhos mais repugnantes. Converteu-se no que poderíamos chamar uma mulher consagrada no meio do mundo (soror in saeculo) e formou com outras amigas, vestidas com hábitos cinzentos, uma comunidade religiosa. Não é uma casualidade que seja Padroeira da Terceira Ordem Regular de São Francisco e da Ordem Franciscana Secular".

Em novembro de 1231, depois de vários dias com febre alta, morreu. "Os testemunhos sobre sua santidade eram tantos e tais que apenas quatro anos mais tarde, o Papa Gregório IX a proclamou Santa, e no mesmo ano foi consagrada a formosa igreja construída em sua honra em Marburgo", disse o Papa.

Finalmente o Papa assinalou que "na figura da Santa Isabel vemos como a fé, a amizade com Cristo, criam o sentido da justiça, da igualdade de todos, dos direitos de outros e criam o amor, a caridade. Desta caridade nasce também a esperança, a certeza de que somos amados por Cristo e de que seu amor nos espera e nos capacita para imitá-lo e ver Cristo em outros".

A seguir, o Papa fez um resumo de sua catequese em português, saudou os fiéis de língua portuguesa:
“Amados fiéis brasileiros da paróquia São Pedro Apóstolo de Pato Branco e todos os peregrinos de língua portuguesa, agradeço a vossa visita e de coração vos saúdo, desejando que esta peregrinação a Roma deixe a vida de cada um iluminada pelo sentido e pelo amor de Deus e do próximo. Sobre as vossas famílias e comunidades cristãs, desçam abundantes favores divinos, que sobre todos invoco ao abençoar-vos em nome do Senhor”.

Fonte: http://www.acidigital.com

Palavra de Vida



“Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; poderá entrar e sair, e encontrará pastagem.” (Jo 10,9)

Jesus se apresenta como aquele que realiza as promessas divinas e as expectativas de um povo cuja história está toda assinalada pela aliança com o seu Deus, uma aliança jamais revogada.

A ideia da porta assemelha-se – e é explicada muito bem – com a outra imagem usada por Jesus: “Eu sou o caminho. Ninguém vai ao Pai senão por mim” (Cf. Jo 14,6). Portanto, Ele é realmente um caminho e uma porta aberta ao Pai, ao próprio Deus.

“Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; poderá entrar e sair, e encontrará pastagem.”

Qual o significado dessa Palavra na nossa vida?

São muitos os significados que podemos deduzir de outras passagens do Evangelho que têm relação com esse trecho de João, mas entre essas passagens vamos escolher a da “porta estreita” por meio da qual é necessário se esforçar para entrar (cf. Mt 7,13) a fim de ter acesso à vida.

Por que escolher a imagem da “porta estreita”? Porque nos parece ser aquela que, talvez, mais nos aproxima da verdade que Jesus disse sobre si mesmo e que mais nos ilumina sobre como viver a Palavra de Vida deste mês.

Quando é que Ele se torna a porta escancarada, completamente aberta à Trindade? Ele se torna a porta do Céu para todos nós no momento em que, para Ele, a porta do Céu parece fechar-se.

Jesus Abandonado (cf. Mc 15,34 e Mt 27,46) é a porta através da qual se realiza a comunicação perfeita entre Deus e a humanidade: tendo-se feito nada, une os filhos ao Pai. Ele é aquele vazio – o vão da porta – por meio do qual o homem entra em contato com Deus e Deus com o homem.

Ele é, portanto, ao mesmo tempo a porta estreita e a porta escancarada, e nós podemos fazer essa experiência.

“Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; poderá entrar e sair, e encontrará pastagem.”

Jesus no abandono se fez para nós acesso ao Pai.
A parte dele está feita. Mas, para desfrutar de tamanha graça, também cada um de nós deve fazer a sua pequena parte, que consiste em chegar até aquela porta e em atravessar para o outro lado. De que modo?

Quando a desilusão nos surpreende ou somos feridos por um trauma, ou por uma desgraça imprevista, ou por uma doença absurda, podemos sempre nos lembrar da dor de Jesus que personificou todas essas provações, e uma infinidade de outras mais.

Sim, Ele está presente em tudo aquilo que tem a ver com a dor. Cada sofrimento nosso é um nome dele.

Procuremos, então, reconhecer Jesus em todas as angústias – nos apertos da vida –, em todas as escuridões, nas tragédias pessoais e dos outros, nos sofrimentos da humanidade que nos rodeia. Todos os sofrimentos são Ele, porque Ele os tornou seus. Bastará dizer-lhe, com fé: “És tu, Senhor, o meu único bem” (cf. Sl 15[16],2). Bastará fazer algo de concreto para aliviar os sofrimentos dele nos pobres e nos infelizes, para ultrapassar a porta e encontrar do outro lado uma alegria, antes jamais experimentada, uma nova plenitude de vida.

Chiara Lubich

Fonte: http://www.falandocomdeus.net/colunas.php?colid=117

Evangelho do dia -26-10-2010


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vivonafe Noticias

25/10/2010

Chile:


“Tivemos muitos dias difíceis, mas a fé foi a nossa força”: Luis Urzua, o último dos 33 mineiros chilenos libertados após 69 dias na mina de San José de Copiapó, no Chile, conta dessa maneira aqueles trágicos momentos. Topógrafo, de 54 anos e minerador com mais de 30 anos de experiência, Luis era o líder do grupo.


O seu agradecimento se dirige a todos aqueles que ao redor do mundo rezaram pela salvação dos mineiros, e em particular a Bento XVI, que acompanhou o caso de perto conservando no seu quarto a bandeira assinada pelos mineiros quando se encontravam a 700 metros de profundidade para pedir a Deus todos os dias a sua libertação. Luiz deu o seu testemunho à Rádio Vaticano.


R. “Eu era o chefe dos 33 mineiros presos na mina de San Jose. Tivemos muitos dias difíceis, mas rezamos muito. Tivemos muitos momentos de oração durante o dia e isso foi a nossa força. Isso nos levou a nos tornarmos um grupo mais compacto, mais unido. Deus era o número 34”.


P. - Como vocês foram capazes de racionar os alimentos nos primeiros 17 dias total isolamento?


R. - “O pouco que tínhamos, devíamos poupar. No último dia não tínhamos mais nada. Quando no 18º dia chegou a sonda, voltou a vida: foi um dos momentos mais bonitos.”


P. - Como vocês organizaram os dias?


R. - “Passávamos os dias falando: conversação, amizade, recordações, em uma catástrofe que para nós foi enorme. Agradeço a todos e à Igreja. Tivemos também uma visita dos bispos do Chile. Agradeço por todas as manifestações de carinho e orgulho. Nosso povo aqui em Copiapó se comportou muito bem, rezando sempre por nós”.


P. - Qual foi o maior medo de vocês?


R. - “Pensei somente na minha família. Fora havia muita gente que estava preocupada e angustiada por nós, porque não sabia nada de seus entes queridos”.


P. – Quanto foi importante para vocês a oração e a fé?

R. - “A oração e a fé foram fundamentais, nos deram força quando nós estávamos desanimados, quando tínhamos perdido a esperança. A fé nos deu esperança para continuar a viver. Entre nós havia religiões diferentes, mas nós estávamos rezando para o mesmo Deus. Naquele momento como trabalhadores estavamos todos na mesma situação”.


Fonte: Rádio Vaticano

http://www.paieterno.com.br

Frase do dia

Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda." ( Santa Teresa de Ávila )

O ser humano

Dom Paulo Mendes Peixoto

Fomos criados à imagem e semelhança do Criador. Isto significa existir em nós uma identidade profunda de vida, fazendo do ser humano uma existência misteriosa. A nossa origem nos dá a dimensão do nosso ser, com capacidade de relacionamento para criar vida fraterna.

Destacamos aqui o Dia Mundial das Missões e o Dia Nacional da Juventude, pensando na “missão e na partilha” como objetivo fundamental de ação concreta do jovem cristão de hoje. Ele é chamado a “ouvir o clamor do povo”, principalmente dos jovens sem perspectiva de vida.

A juventude deve ser o caminho da missão. Ela é destinatária e agente missionário, com isto alimentando e fortalecendo sua fé, esperança e caridade, sendo fiel na vivência com Deus. O jovem precisa descobrir a força que ele tem na comunidade cristã, especialmente no contexto da nova cultura.

Um dos objetivos mais claros da missão é o atendimento aos mais necessitados, aos pobres e abandonados da sociedade. É importante que sejamos mobilizados para isto, agindo com gestos autênticos e concretos, sem proselitismo e preocupados com a libertação verdadeira.

Existe sempre um clamor por vida mais humana, de mais esperança e de segurança. Isto só acontece quando agimos com fidelidade e justiça naquilo que é de nossa responsabilidade fazer. As incoerências, falsidades, 
intenções desonestas e falta de amor ocasionam uma vida ferida e infeliz.

Na convivência há pessoas que se apresentam com atitudes de auto-suficiência. Elas não são más, mas dificultam o avanço da comunidade, exploram e vivem à custa dos outros e não se abrem para os mais sofridos. Esta falta de humildade acaba lesando os direitos e dignidade de muitos.

Ninguém deve pensar ser o é melhor. Os limites humanos atingem a bons e ruins, a ricos e pobres, a todos que são mortais. Na vida tudo passa. Ficam apenas as boas obras e o de bom que fazemos uns pelos outros, aquilo que revela a grandeza sobrenatural. O egoísmo não deve ter espaço em nós. Ele nos escraviza e debilita nossas condições de dignidade.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Evangelho do dia -25-10-2010


domingo, 24 de outubro de 2010

Entenda a Liturgia das Horas- PARTE II

A TV Canção Nova exibiu no mês de junho o Especial Ofício Divino, onde fala sobre a riqueza da Liturgia das Horas. Esta é a segunda parte do especial.



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Evangelho do dia 24-10-2010