domingo, 3 de julho de 2011

A oração do Senhor


A Igreja sempre considerou a Oração do Senhor (Pai Nosso) como a oração Cristã por excelência. Na antiga Igreja da África, por exemplo, os rudimentos da fé (em que cremos) foram transmitidos a partir dela; no seu catecumenato quando imersos no conhecimento da oração (o que oramos).Depois de terem uma explanação sobre o Credo (tradição) eles tinham que recitá-la publicamente de memória (redição); a passagem entre esta ‘tradição’ e ‘redição’ era a Oração do Senhor. Tertuliano não era o único a considerar a Oração do Senhor como sendo o compêndio e a síntese do Antigo e do Novo Testamento.

“Em suas poucas palavras, estão resumidas as falas dos profetas, os evangelhos, os Apóstolos; os discursos, as parábolas, os exemplos e dos ensinamentos do Senhor e, ao mesmo tempo, muitas de nossas necessidades são preenchidas. Na invocação do Pai, nos honramos a Deus; no Nome está o testemunho da fé; em Sua vontade está a oferta da obediência; no Reino está a recordação da esperança; no Pão coloca-se a questão da vida; no pedido de perdão está a confissão dos pecados; no pedido de proteção está o medo da tentação. Por que medo? Somente Deus poderia ensinar-nos como Ele queria que orássemos” (De Oratione 9,1-3).

Apesar de Lucas 11,2-4, eu examinarei apenas o texto de Mateus 6,9-13. Ele aparece inserido justamente após a segunda de três virtudes ? caridade (6,1-3), oração (6,4-15) e jejum (6,16-18) ? todas como formas superiores à justiça dos Judeus.

Mateus 6,9-13 esta estruturado em três partes. Começa com uma invocação, continua com três pedidos com referência a Deus, e encerra com três pedidos relativo ao povo messiânico. A oração tinha uma clara orientação escatológica e presume uma sinergia Deus-homem.

1. A INVOCAÇÃO DE ABERTURA:
“PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU”

a) ‘Pai Nosso’Em todos os tempos, a humanidade tem se voltado para a divindade a quem chama ‘Pai’. Com isto, a humanidade pretende reconhecer Sua autoridade e suplicar o Seu amor.O Antigo Testamento ? Não surpreende que entre os livros inspirados do Antigo Testamento, vinte e dois textos Hebreus, Aramáicos ou Gregos atribuam ao Senhor Iahweh o nome ‘Pai’. Deus é o primeiro de todos os pais do povo de Israel. Esta paternidade divina singular é relacionada a eventos históricos envolvendo o povo de Israel. Deus é o pai de Israel porque Deus estabeleceu por meio de eleição e pacto, uma existência para Israel que o transformou no filho primogênito de Deus, um povo propriedade de Deus (Ex 4,22-23; Dt 32,6-8). Há dois componente na paternidade divina: autoridade e amor. Deus é Pai de Israel. Desta forma Ele merece a soberania, o prestígio, o poder e a legítima autoridade de pai de família, daqueles filhos que dependem dEle e que Lhe são subordinadas, para lhe mostrar respeito e obediência (Is 64,4; 1,2; 30,9; Ml 1,6).

Deus é o pai de Israel. Cuidadoso e carinhoso com Seus filhos, Ele os cerca de amor gratuito, sempre misericordioso e fiel. (Is 49,15; 66,15; Sl 131,2; Os 11,1-4.8).

Deus é também o pai das pessoas que se relacionam intimamente com Israel. Isto envolve pessoas notáveis como o rei ou o Messias. (Sl 89,27; 2Sm 7,14; Sl 2,7).

Em relação à paternidade de Deus para as pessoas, os autores dos últimos livros do Antigo Testamento trabalham voltados para um mudança de perspectivas, isto é, em direção a um grande universalismo. Cada ser humano pode se tornar um filho de Deus, sem dúvida isto será realidade se ele/ela for santo e fiel a Deus. (Eclo 23,1-4; 51,10; Sb 2,13.16.18;5,5;14,3). De qualquer modo, esta é uma negação da idéia do Deus “solitário” do Islamismo (Alcorão 112,4.171; 5,116-117).

O Novo Testamento ? Com Jesus, a revelação bíblica da paternidade divina entra numa nova fase. Deus é o pai de Jesus Cristo e o pai dos Cristãos. Não é raro encontrar nas Epístolas Paulinas a expressão ‘o pai de Nosso Senhor Jesus Cristo’ (Rm 15,6; 2Cor 1,3; 11,31; Ef 1,13; Cl 1,3). Por outro lado, Jesus nunca diz ‘Pai Nosso”, mas ‘Meu Pai e vosso Pai’ (Jo 20,17) distinguindo entre ‘meu Pai’ (Mt 7,21) e ‘vosso Pai” (Mt 5,16).

O auto-conhecimento da filhação de Jesus é muito claro no Evangelho (Lc 2,49; Mc 13,32). Ele freqüentemente declara-se o enviado do Pai (Jo 3,17.34; 5,23.36.37; 6,44,57 etc…), em Hb 3,1 é chamado “o apóstolo”, isto é, “o enviado”. Jesus também afirma que sua pregação são palavras do Pai (Jo 3,34; 12,49-50; 14,10) e dão testemunhos do Pai (Jo 5,19.36;9,4).

Os Evangelhos contém muitas orações de Jesus. Mas apenas em Mc 15,34 invoca “Deus”: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?”. Mas este grito do Crucificado é uma citação do Sl 22,2. Todas as outras preces começam com “Pai”; para louvar (Mt 11,25-26), na invocação durante a agonia no Getsêmani (Mt 26,39.42), na súplica na Cruz (Lc 23,34.36).

O Segundo Evangelho mostra-nos como Jesus se dirige a Deus com a expressão “Abba” (Mc 14,16). É uma palavra aramáica usada como forma de tratamento íntimo com uma pessoa mais velha, e muitas vezes adotada na linguagem usada pelas crianças na família, mesmo quando adultos se dirigem ao pai. Ao chamara Deus de “Abba”, Jesus demonstrou o singular relacionamento entre Ele e Deus, e ao mesmo tempo mostrou a familiaridade, a fidelidade, o respeito, a disposição que ele possui. Na oração, o judaísmo antigo, litúrgica ou particularmente, nunca ousou dirigir-se a Deus como “Abba”.

Além de ser o Pai de Jesus Cristo, Deus é também o Pai dos Cristãos em todos os sentidos. Isto não é um fenômeno puramente natural ? todos são filhos de Deus ?, mas um dom escatológico em Cristo. Este conceito tem origem em Deus, que criou-nos à imagem de Seu Filho, tanto que ele tornou-se o primogênito de todos os irmãos e irmãs (Rm 8,29), e colocou em nossos corações o Espírito de Seu Filho que clama: Abba, Pai (Gl 4,6). Deus nos escolheu para sermos Seus filhos adotivos através de Jesus Cristo (Ef 1,6). O Espírito Santo testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8,16) e nós que temos as primícias do Espírito, gememos interiormente, esperando que a adoção como filhos seja completa e definitiva (Rm 8,23).

Entretanto, é através da fé que nós efetivamos nossa filiação divina. “Vós todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gl 3,26). “Mas a todos que o receberam deu o poder de se tornarem filhos de Deus: aos que crêem em seu nome” (Jo 1,12).

Amor (Mt 5,44) e misericórdia (Lc 6,36), perdão (Mt 6,14-15) e paz (Mt 5,9): esses são algumas das manifestações concretas dos Cristãos como filhos de Deus. Como filhos de Deus, os Cristãos tornam-se irmãos e irmãs em Cristo, através de quem podem dirigir-se a Deus como Pai “nosso”.

Jesus, o primogênito entre muitos irmãos (Rm 8,29), chamou seus Apóstolos (Mt 28,10. Jo 20,17), aqueles que fazem a vontade de Deus (Mc 3,31-35) e os mais marginalizados (Mt 25,40.45) como seus “irmãos”. Ele exortou para o amor aos inimigos (Mt 5,43-47) assim ampliou o sentido de “irmãos”. Ele convida ao amor ao próximo (Lc 10,29034) que pode ser um amigo ou inimigo, aquele que ajuda e que precisa de nossa ajuda. Os dois mandamentos do Antigo Testamento são unificados (Dt 6,5 e Lv 19,18; Lc 10,25-28). Ele aponta o amor para com os seus como fonte e fundamento de nosso amor para com os outros (Jo 15,12-13).

b) “Que estais no céu”

No Evangelho, Jesus fala várias vezes do “Pai … no céu” (Mt 5,16.45) e do “Pai celeste” (Mt 5,48). O que é “céu” para Jesus e para os escritores do Novo Testamento? É o trono de Deus (Mt 5,34) de onde Sua voz é ouvida (Mc 1,11). O Espírito Santo desce do céu (Mc 1,10; At 1,12). Jesus é do céu, veio do céu (Jo 6,38), e é do céu que um dia Ele descerá novamente (1Ts 4,16). Os anjos sempre vêm do céu (Lc 2,13-15). A recompensa do Cristão está no céu: a terra natal, o lar (2Cor 5,1), bênção (Ef 1,3) e recompensa (Mt 5,12), esperança (Cl. 1,5) e herança (1Pe 1,4). Céu é portanto uma realidade divina ? e freqüentemente substitui o nome de Deus (Mt 3,2; 16,1 etc…).

c) “Pai nosso que estais no céu”

Intimamente unidos a Jesus o Filho Único, todos os seus discípulos constituem uma única família de filhos adotivos de Deus. Eles podem dirigir-se a Deus como “Pai” de toda a humanidade que Ele ama, e em Seu amor onipotente Ele inclina-se para conceder a humanidade Sua transcendência que humanamente é impossível atingir.

2. A PRIMEIRA SÚPLICA:
A SANTIFICAÇÃO DO NOME DE DEUS

Esta é a abertura de uma série de três súplicas relacionadas a Deus. O pronome possessivo na segunda pessoa do plural é utilizado nos pedidos: “vosso” nome, “vosso” reino, “vossa” vontade. A voz passiva teológica pode ser observadas no primeiro e no terceiro pedido: “santificado seja”, “seja feita”, significando “para vós”. Os três pedidos portanto podem ser interpretados como “santificai vosso nome” , “vinde e reinai”, “fazei vossa vontade”.a) O NomeO nome é entre os semitas aquilo que constitui um indivíduo, pelo menos o desejo que impõe e define as suas qualidades. Mas se na humanidade há aqueles que não honram seus nomes, Deus torna plenamente efetivo o significado de Seu Nome. Entre os nomes divinos há também “o Santo”. E Deus é realmente Santo, visto que Ele transcende as realidades terrestres; Ele está afastado da ineficácia e maldade do mundo, pois é absolutamente poderoso e bom . Isto recorda também que os Judeus falavam com respeito do “Nome de Deus” de forma a evitar a referência direta a “Deus” mesmo.

b) A Santificação do Nome

De acordo com a Bíblia o Nome de Deus podia ser santificado ou profanado pelo homem ou por Deus. A humanidade santifica o Nome pela observância de Seus Mandamentos. Ela profana Seu Nome quando transgride-os. Lv 22,31-32 estabelece: “Guardareis os meus mandamento e os praticareis. Eu sou Iahweh. Não profanareis o meu Santo Nome, a fim de que Eu seja Santificado no meio dos filhos de Israel”.

Observe-se as duas formas paralelas: uma condicional “guardareis” e “a fim de que Eu seja Santificado”; e outra imperativa “guardareis” e “não profanareis”. Para Deus, santificar (não profanar) Seu Nome é manifestado pela punição dos Israelitas culpados de idolatria no Egito e a sua libertação. Deste modo os Egípcios não podem acusá-Lo de ter sido impotente no auxílio do Seu povo perseguido e oprimido pelo Faraó (Ez 20,5-12). Deus também santifica Seu Nome (não profana) intervindo para punir os pecadores pagãos. Deste modo os idólatras vêem o Seu poder. (Ez 39, 1-7).

Finalmente, Deus santificará Seu Nome definitiva e completamente quando Ele purificar os Israelitas de seus pecados, dando-lhes um novo coração e um novo espírito, para que possam observar os Seus estatutos (Ez 36,22-28). Os Cristãos sabem que Deus tem presente o início da era escatológica.

Pela intervenção salvífica, Ele revela-se a Si mesmo como Santo (revela a Santidade de Seu Nome) no Filho, e dá-nos Seu Espírito Santo. Na adesão a Deus que revelou-se como Santo, e esperando para vê-Lo em toda Sua glória e poder, os Cristãos procuram revelar Deus como Santo, para santificá-Lo pela observância de Seus Mandamentos e assim interpretar Sua glória.
  
3. A SEGUNDA SÚPLICA:
A VINDA DO REINO DE DEUS

a) O ReinoO Reino de Deus, sus instituição, comunicação e realização, constitui o ensinamento central que Jesus anuncia para as multidões e para seus discípulos numa linguagem muito clara ou através da forma velada das parábolas.Para indicar o cumprimento do tempo da salvação, Jesus escolheu a expressão “Reino de Deus” para lembrar a autoridade de Deus, o território ou o sujeito de Sua autoridade. Isto fica bem nítido na Epístola aos Hebreu. Esta expressão sugere um domínio, um império, embora sobrenatural. Ou designa um estado de existência, semelhante a uma comunidade, uma realidade atual ou escatológica, uma realidade terrestre ou celeste.

b) A Vinda do Reino

Várias vezes Jesus fala que o Reino de Deus “está próximo” (Mt 4,17;10,7), outras vezes que “já chegou a vós” (12,28). No pensamento de Jesus, o Reino é tanto futuro como iminente, presente, todavia misteriosamente oculto nas próprias pessoas e atitudes.

No “Pai Nosso”, o verbo aoristo “vir” indica que o Reino veio, mas não está inteiramente realizado. Para estes Cristãos não se pergunta por uma lenta e progressiva vinda do Reino de Deus à terra; mas uma única e definitiva erupção no final dos tempos, quando Deus virá pessoalmente para governar.

Este evento escatológico coincidirá com a vinda gloriosa de Jesus que os Cristãos invocam com o “Maran atha” (1Cor 16,22), “Vinde Senhor Jesus” (Ap. 22,20). No final dos tempos, Jesus subjugará todos os inimigos, incluindo a morte, assim Deus será “tudo em todos” (1Cor 15,28).


4. A TERCEIRA SÚPLICA:
A REALIZAÇÃO DA VONTADE DE DEUS

a) A Vontade de DeusExceto por Ap 4,11 que fala da vontade criadora de Deus, o “problema” de Deus em todo o Novo Testamento é dar a conhecer Sua gratuita vontade universal para salvação, revelada e promulgada em sua plenitude somente na escatológica inaugurada por Cristo. A vontade de Deus de salvar toda a humanidade esta expressa em um momento sob a forma de promessa, e em outro em forma de preceito. A terceira súplica do “Pai Nosso” inclui ambos os aspectos da vontade de Deus.Os Cristãos pedem a Deus que conclua o Seu plano de salvação que acontecerá no final dos tempos. Eles também pedem que a humanidade não obstrua com seus pecados a realização do projeto divino de salvação. Outrossim, em termos positivos, os Cristãos pedem que a humanidade coopere com a vontade de Deus pela observação de Suas exigências éticas.

Se é verdade, como Santo Agostinho ensinou, que “Deus não quer a sua salvação sem a sua cooperação”, então Deus executará seu plano de salvação de tal modo que a humanidade, com o auxílio do Espírito Santo, receberá a graça para acompanhar os preceitos divinos.

Esta terceira súplica não é por um povo desanimado e abatido que aceita passivamente e com resignação, a vontade de Deus. Ao contrário, é por pessoas que esperam e apressam (2Pe 3,12) dinamicamente a definitiva completa execução da vontade divina para executar suas obrigações éticas.

b) “Na terra como no céu”

A frase não se refere apenas a esta terceira súplica, mas a todas as três. Assim como Deus sempre santifica Seu Nome no céu onde Ele reina e executa Sua vontade, assim Deus também santifique Seu Nome na terra, reinando e executando Sua vontade. Ou colocando de outro modo, Deus santifica Seu Nome, governe e execute Sua vontade em todo o Universo, que inclui o céu e a terra.

5. A QUARTA SÚPLICA:
O PÃO DA VIDA

Esta é a primeira de três súplicas que dizem respeito ao povo messiânico. Os pronomes pessoas estão na segunda pessoal do plural e os pronomes possessivos na primeira pessoal do plural: “nos dai”, “perdoai as nossas ofensas”, “não nos deixeis cair”, “a quem nos tem ofendido”, “o pão nosso de cada dia”, “nossas ofensas”.a) O PãoUm alimento fundamental, como o óleo e o vinho, na bacia mediterrânea, o pão indicado que serve para sustentar o corpo, e conforme a interpretação de muitos Padres da Igreja, para sustentar a alma.

O Cristão pede a Deus que conceda o alimento que é o pão, o alimento espiritual da Palavra de Deus e a Eucaristia, para a salvação eterna.

b) Epiousios (”de cada dia”)

Um termo que fez-se obscuro desde o tempo do Gênesis. De acordo com diversas etimologias, ele pode significar o pão “de cada dia”. E qual é esse dia? Hoje. A expressão grega pode ter sido usada para evitar “semeron”/”hoje”. Em lugar de “o pão nosso de hoje nos dai hoje”, agora se diz “o pão nosso de cada dia nos dai hoje”.

Os Cristãos recordam-se as palavras de Jesus “… o vosso Pai celeste sabe que tendes necessidade (comida e roupa). Buscai , em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6,32-33).

Confiança na generosidade do Pai celeste é a condição necessária. Ele proverá o sustento necessário de toda a comunidade.

“De cada dia” é “de amanhã”, isto é, da escatologia. Jesus pôs seus discípulos a salvo de preocupações futuras e da acumulação de bens para si; à frente de suas preocupação sobre as coisas do mundo: “Não vos preocupei, portanto, com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã se preocupará consigo mesmo. A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34).

Os Cristãos pedem pão do amanhã escatológico, do banquete do Reino do céu (Lc 14,15). Eles pedem-no para hoje porque toda realidade terrestre vive o “agora” da era escatológica que aguarda o seu pleno desenvolvimento.

6. A QUINTA SÚPLICA:
A REMISSÃO DOS PECADOS

a) As transgressõesNão se trata de dívidas de gratidão obtidas por nós da generosidade paternal de Deus quando Ele nos concede suas dádivas. “Dividas” de acordo como entendimento dos Judeus são os nossos pecados. As dívidas não são consideradas como ações perversas em si mesmas, mas antes em relação a Deus cujas regras nós transgredimos e a quem nós devemos fazer uma reparação adequada.Ainda que nós devamos executar isto, nós nunca o faremos, devido a imensidão dessas dívidas. Nós mesmos nos encontramos na condição do servo implacável cujo débito chega a 10.000 talentos, e que não tem como pagar, foi vendido juntamente com todos os seus familiares e com seus bens (Mt 18,23-25). A confissão desta impossibilidade de compensar a dívida leva-nos a voltar com humildade em direção ao misericordioso amor de Deus que sobrepõe-se a tudo; então Ele perdoa nossos pecados, que nós mesmos jamais poderíamos expiar.

b) “Como nós perdoamos quem …”

A generosidade de Deus, para qual nós apelamos, coloca um única condição para que recebamos a remissão dos pecados: que nós perdoemos também quem nos ofendeu, que nós perdoe-mos aquele que tenha nos ofendido. E nos podemos mostrar misericórdia para com nossos irmãos e irmãs, exatamente porque nos podemos passar o grande tesouro de misericórdia que Deus primeiro mostrou a nós. Isto é tão claro que ao contrário também é verdade: que nossa oração não será atendida se como o servo implacável (Mt 18,23.15; cf. 6,14-15) nós deixarmos de perdoar nossos irmãos e irmãs.

O quinto pedido, como o sexto, resulta da situação que o pecado adia a definitiva vindo do Cristo glorioso e do Reino do Pai. 2Pe 3,9 diz que o Senhor não tarda a cumprir a sua promessa, como pensam alguns; mas o que ele está é usando de paciência com convosco, porque não quer que ninguém se perca, mas que todos venham a converter-se.

7. A SEXTA SÚPLICA: A PRESERVAÇÃO DAS TENTAÇÕES E A LIBERTAÇÃO DO MAL

a) A TentaçãoTentar significa testar, experimentar; portando tentação significa teste ou experiência. Algumas vezes é a humanidade que testa Deus, como os Israelitas no deserto (Dt 8,2). Isto significa desafiar Deus, negando-se a demonstrar-Lhe dedicação e obediência, em oposição ao Seu plano de salvação.Outras vezes é Deus quem testa a humanidade, como quando Ele testou Abraão no sacrifício de seu único filho (Gn 22,1f). Isto significa dizer que Deus, querendo realizar seu plano para salvação, antes deu à humanidade a decisão de acreditar ou não nEle, para obedecê-Lo ou não.

Outras vezes, ainda, é o demônio, Satanás, que testa a humanidade para tentar obstruir o plano divino de salvação, buscando empurrar a humanidade em direção à descrença e a desobediência (Mt 4,1-11).

Tentação neste sentido não vem de Deus, mas do demônio. Mas é atribuída a Deus na concepção semítica, Deus é a causa fundamental e todas as coisas (cf. Prólogo do Livro de Jó). Assim se fala da tentação de todos os dias da vida, símbolo e antecipação da tentação do último dia, “da tentação que virá sobre o mundo inteiro” (Ap 3,10). Esta “grande tribulação” (Mt 24,21) é o final e decisivo ataque que Satanás lançará contra os fiéis, atacando com tanta violência que, como disse Jesus, “se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma vida se salvaria. Mas, por causa dos eleitos, aqueles dias serão abreviados” (Mt 24,22) assim haverá fé sobre a terra (cf. Lc 18,18).

Os Cristãos rezam para o Pai celeste, para que Ele apenas os guarde da tentação, mas também que não os deixe cair em tentação. De acordo com esta idéia é o ensinamento encontrando em 1Cor 10,13: “Deus é fiel; não permitirá que sejais tentados acima das vossas forças; mas, com a tentação, ele vos dará os meios de sair dela e a força para a suportar”.

Isto é valido para as tentação da vida diária, mas além de tudo para a grade tentação dos últimos dias.

b) A Libertação do Mal

A segunda parte do sexto pedido repete mais ou menos o que foi dito na primeira, porém no modo positivo (diferente do modo negativo da primeira parte). Os Cristãos pedem a Deus que preserve-os do mal. Porém a personificação do “ponerou” (forma masculina de “poneros” para indicar Satanás) é preferida, o que não exclui o significado de “mal”.
--------------------------------------------------------------------------------
Sob a luz do Antigo Testamento e do Judaísmo, o “Pai Nosso” não apresenta nenhuma idéia nova.Em “Anicia Proba Faltonia” (pouco depois de 411 d.C.), Santo Agostinho, nascido de uma família nobre, que buscou proteção no Godo Alarico, observa os paralelos no Antigo Testamento de cada pedido da Oração do Senhor.Ele concluiu “Se todas as palavras da sagrada invocação constante da Escritura fossem revisadas, você não encontraria nenhuma, isto me parece, que não está contida ou resumida no “Pai Nosso” (Epístola 130,12.22-13).

Aqui está uma sinopse dos paralelos citados por Santo Agostinho:

Santificado seja o vosso nome ? “Como, diante delas, te mostrastes santo em nós, assim, diante de nós, mostra levas a tua grandeza” (Eclo 36,3)

Venha a nós o vosso Reino ? “Deus dos Exército, faze-nos voltar! Faze tua face brilhar, e seremos salvos” (Sl 80,8).

Seja feita vossa vontade assim na terra como no céu ? “Firma meus passos com a tua promessa e não deixes mal nenhum me dominar” (Sl 119,133).

O pão nosso de cada dia nos daí hoje ? “… não me dês nem riqueza e nem pobreza, concede-me o pedaço de pão” (Pv 30,8).

Perdoai as nossas ofensas assim como nos perdoamos a quem nos tem ofendido ? “Iahweh, lembra-te de Davi, de suas fadigas todas…” (Sl 132,1). “Iahweh, meu Deus, se eu fiz algo … se em minhas mãos há injustiça, se paguei com mal ao meu benfeitor … (Sl 7,4-6).

Livrai-nos do mal ? “Deus meu, livra-me dos meus inimigos, protege-me dos meus agressores! (Sl 58,2).

O mesmo pode ser observado na literatura judaica; passagens de orações litúrgicas e outros textos antigos mostram-se paralelos à Oração do Senhor, um exemplo é “Literatura Rabínica e Ensino do Evangelho”, de G.G. Montefiore, Londres, 1930, p. 125-135.

Abaixo esta uma breve síntese:

Pai nosso que estais no céu ? “Nosso Pai do céu, vós vos agradais em estabelece um Casa de nossa vida e para colocar Vossa Presença no centro de nossos dias ….” (Liturgia para Manhã de Sábado de acordo com o costume romano).

Santificado seja Vosso Nome ? “Possa Vosso grande Nome ser elevado e santificado” (Qaddish).

Venha a nós o Vosso Reino ? “Possa Vosso Reino ser realizado em vossa vida, e em vossos dias e na vida de toda Casa de Israel agora e para sempre” (Qaddish).

O pão nosso de cada dia nos dai hoje ? Rabbi Eliezer, o Grande, disse: “quem tiver um pedaço de pão numa cesta e disser: que comerei amanhã? é uma pessoal de pouca fé” (B. Soda 48b).

Perdoai os nossos pecados ? “Perdoai-nos, Ó Pai Nosso, porque nos temos pecado, Absolve-nos, Ó Nosso Rei, porque nos cometemos transgressões” (Amida).

Como nós perdoamos a quem nos tem ofendido ? Samuel, o Pequeno, disse: “se o vosso inimigo cair, não vos rejubileis, se ele se perder, não deixai vosso coração se alegrar, para que Deus não veja e volte os Seus olhos e afaste dele Sua fúria” (Aboth 4,24).

Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal ? “Seja um escudo para nós, e afaste nossos inimigos, doenças, a espada, fome, angústia. Afaste o Adversário da frente e de trás de nós” (oração de Mar Bar Rabna, 5ª centúria, na Liturgia Noturna).

Não obstante isto, a Oração do Senhor é ainda a mais original das orações; é a oração por excelência. Tudo o que diz e contém (e o que não é dito) é a referência essencial do relacionamento entre a humanidade e Deus.

Colocada acima das contingência de tempo e espaço, tem um caráter universal em que a humanidade encontra a si mesmo, através de muitas épocas e civilizações.

Autor: pe. Marco Andinolfi
Fonte: Site Christus Rex
Tradução: Claudiomar Barbosa da Silva       

Site:www.portalcatolico.org.br

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Cristo: o Caminho, o Destino


O caminho do homem em direção da Verdade e o seu Destino não está à mercê daquilo que ele mesmo pensa ou daquilo que pensam os outros e, muito menos, do que pensa e deseja a sociedade em que vive. O caminho é objetivo, é dado de fora: não se trata de imaginar ou inventar, mas de seguir um caminho que nos é proposto. "Seguir" - eis, precisamente, um dos verbos tipicamente próprios do cristianismo.


O caminho até a Verdade, apesar de toda humana fragilidade, incoerência e debilidade, pode ser, para o homem, pleno de paz, se for um seguimento a Alguém, como decisão amorosa em direção a um Destino que o faz verdadeiramente homem. Sendo assim, para o homem, caminhar para o seu próprio Destino significa seguir o Cristo e o seu Corpo misterioso (a Igreja), caminhando com aqueles que se reconhecem unidos sacramentalmente em Cristo e são unidos entre si visivelmente como membros uns dos outros.

A Igreja, Corpo do Cristo – Aquele mesmo que, Alfa de tudo, de tudo tornou-se o Ômega – torna-se o lugar onde se pode experimentar a vida, a força, a ação, daquele que é o Destino do homem. Ela é, então, o lugar onde a misericórdia de Deus continua a presença de Cristo e onde o homem realiza, pouco a pouco e incessantemente, a sua aspiração à Verdade e à Felicidade. Assim, o Destino do homem é indicado e realizado durante a sua vida terrena por uma realidade nova, operante na história e no mundo como sinal e germe de uma manifestação gloriosa final. Em outras palavras: a Igreja - comunidade dos renascidos em Cristo pelo Batismo e a ele continuamente unidos pela Eucaristia, espaço no qual se encontra objetivamente o Caminho até o Destino – é o Corpo do Senhor, no qual se pode experimentar já em germe, mas de modo real, aquela Vida plena, Destino último do homem que, um dia, lhe será dado.

E toda esta maravilhosa e misteriosa realidade tem início exatamente com o mistério da Encarnação e da Páscoa do Senhor.



História da Festa de Corpus Christi

No final do século XIII surgiu em Lieja, Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Lieja. Este movimento deu origem a vários costumes eucarísticos, como por exemplo, a exposição e bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos durante a elevação na Missa e a festa do Corpus Christi.
Leia o texto completo no link abaixo: 
http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=doc&cat=90&scat=190&id=3994

Liturgia das Horas



Clique, abaixo, no link e acompanhe o nome da Hora para a oração atualizada, conforme data e hora do seu computador:

O Papa alenta participação dos fiéis na Festa do Corpus Christi: o "dom mais precioso da humanidade"

Ao concluir a Audiência Geral esta quarta-feira na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI convidou os fiéis a participarem da Missa e da procissão eucarística da Festa do Corpus Christi.
veja matéria completa no link abaixo:
O Papa alenta participação dos fiéis na Festa do Corpus Christi: o "dom mais precioso da humanidade"

segunda-feira, 13 de junho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011

Dia de Pentecostes


Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre.


Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.


A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária.
Dia de Pentecostes
Dia de Pentecostes


Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).


No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico.


De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.


Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.


Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos".


O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.


Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.


O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo.


Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

Fonte: www.comshalom.org

"Recebam o Espírito Santo"

Leitura Orante do Evangelho Jo 20,19-23


Oração
Senhor Jesus, que eu seja cada dia revestido pela força do Espírito Santo, que me capacita para exercer, sem descanso, minha tarefa de evangelizador. 


http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx?Data=12/06/2011&EvangelhoID=3781



sábado, 11 de junho de 2011

CF-2011 - No deserto, uma lição de consumo responsável


134. Deus libertou o seu povo da escravidão no Egito, pois o povo estava morrendo sob a mão forte do Faraó, e, Deus o libertou e o fez caminhar pelo deserto, onde zelou por seu povo. Moisés foi o guia e líder desta caminhada pelo deserto. O povo precisava de comida e recebeu o maná, “Moisés lhes disse: Isto é o pão que o Senhor vos dá para comer” (Ex 16, 15b). Entretanto, havia normas para evitar o desperdício e permitir que todos tivessem o necessário. Cada um só podia recolher o que de fato precisava, “Eis o que o Senhor vos mandou: recolhei a quantia que cada um de vós necessita para comer, um jarro de quatro litros por pessoa” (Ex 16, 16a). O que fosse acumulado a mais apodreceria, “alguns, porém, desobedeceram a Moisés e guardaram o maná para o dia seguinte; mas ele bichou e apodreceu” (Ex 16, 20).

135. Apodrecer é um símbolo das consequências do acúmulo do desnecessário. Quando o ser humano quer bens materiais em excesso, quando acumula, suscita “podridão” para na sua vida, na dos outros e na própria natureza. Deus havia planejado tudo para que a necessidade básica fosse atendida, tanto em relação à alimentação quanto ao descanso. Mas há os ambiciosos, os que querem acumular, ter mais. E o Senhor questiona: até quando recusareis guardar meus mandamentos e minhas leis? (Ex 16, 28). Se esse texto tivesse sido escrito hoje, provavelmente Deus perguntaria: até quando vocês vão desprezar a natureza, pela ambição de acumular e gastar, e assim, apodrecer o planeta irresponsavelmente?

136. Essa lição da caminhada do povo pelo deserto é interessante para a dinâmica de nossa sociedade e para cada um de nós pessoalmente. Segundo os estudiosos, hoje já gastamos recursos do planeta que ultrapassam a sua capacidade de se manter sustentável. Fala-se em 25% a mais em relação ao seu limite. O sistema capitalista atual e o modo de vida que vem sendo difundido são altamente consumistas e desperdiçadores. As pessoas querem acumular coisas e capital para além do que é realmente essencial à satisfação das suas necessidades, e se deliciam, inclusive com as coisas supérfluas.

Fonte: Texto base da CF-2011

Santos juninos

Durante o mês de junho, especialmente na nossa Região do Nordeste do Brasil, as famílias se reúnem com grande alegria para celebrar os santos que adquiriram grande devoção popular.
Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo trazem consigo uma gama de histórias, tradições, folclore, religiosidade e fé.



Leia artigo de D. Matias no site abaixo:

http://www.arquidiocesedenatal.org.br/aordem/ao1206bispo.htm

sexta-feira, 10 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Perito desmente mitos anti-católicos sobre as Cruzadas

O perito historiador Dr. Paul F. Crawford do Departamento de História e Ciências Políticas da Universidade de Pensilvânia (Estados Unidos), desmente quatro mitos anti-católicos sobre as Cruzadas, como por exemplo que os participantes teriam se fartado de riquezas quando na verdade aconteceu é que muitos terminaram na ruína financeira.


Veja matéria completa abaixo: 

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=21943

domingo, 5 de junho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Interceder é “querer o querer de Deus”, diz Papa

Orar é amar o que Deus ama. E quem intercede, “desejando o desejo de Deus, entra sempre mais profundamente no conhecimento do Senhor e da sua misericórdia e se torna capaz de um amor que chega até o dom total de si mesmo”.


Veja a matéria completa clicando abaixo:

ZENIT - Interceder é “querer o querer de Deus”, diz Papa

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Evangelho do dia -01-06-2011 - O Espírito da Verdade nos guiará

Evangelho : Jo 16,12-15

Oração

Pai, que o Espírito me ensine toda a verdade e me revele às coisas que hão de vir, para que eu possa enveredar, com toda segurança, pelo caminho que é Jesus. (Ir. Patrícia Silva, fsp ) 

Clic no link abaixo para a Leitura Orante:


terça-feira, 31 de maio de 2011

A mais antiga fábrica de vinho e o Patriarca Noé


Ciência confirma a Igreja

A mais antiga unidade de produção de vinho jamais encontrada tem cerca de 6 mil anos. Ela foi desvendada na Armênia segundo noticiou o diário de Paris “Le Monde”. leia a matéria completa no link abaixo:


A mais antiga fábrica de vinho e o Patriarca Noé

Ser católicos significa ser marianos, afirma Papa


Ao receber os membros da sua congregação mariana de Ratisbona


CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 31 de maio de 2011 (ZENIT.org) – Bento XVI afirmou que o catolicismo implica em uma atitude mariana, ao receber no Vaticano, no sábado passado, uma delegação da congregação mariana Mariä Verkündung (Maria Anunciada) de Ratisbona (Alemanha).


“A catolicidade não pode existir sem uma atitude mariana”, afirmou, recordando que “ser católicos quer dizer ser marianos, que isso significa o amor pela Mãe, que na Mãe e pela Mãe encontramos o Senhor”.


O Papa disse que “Maria é a grande crente” que indica a todos “o caminho da fé, a coragem de confiar-nos a esse Deus que se dá em nossas mãos, a alegria de ser testemunhas; e depois, sua determinação de permanecer firme quando todos fogem, a coragem de estar do lado do Senhor quando tudo parecia perdido, e fazer seu o testemunho que conduziu à Páscoa”.


Também expressou sua alegria pelo fato de que “ainda hoje há homens que, junto a Maria, amam o Senhor; que, através de Maria, aprendem a conhecer e a amar o Senhor e, como Ela, dão testemunho do Senhor nas horas difíceis e nas felizes; que estão com 


Ele aos pés da cruz e que continuam vivendo alegremente a Páscoa junto d'Ele”.


Falando da sua própria experiência no Vaticano, disse que, “por meio das visitas ad limina dos bispos, experimento constantemente como as pessoas – sobretudo na América Latina, mas também nos demais continentes – podem confiar-se à Mãe, podem amar a Mãe e, através da Mãe, depois aprendem a conhecer, a compreender e a amar a Cristo”.


Também confessou que experimenta “como a Mãe continua confiando o mundo ao Senhor”.


Os membros da congregação mariana Maria Anunciada viajaram até o Vaticano para comemorar com o Papa o 70º aniversário do seu ingresso nesta congregação.


Sobre este fato, Bento XVI, expressando sua gratidão e alegria, afirmou que “a admissão na congregação mariana visa ao futuro e não é simplesmente um fato passado. (…) É por isso que, 70 anos depois, esta é uma data do 'hoje', uma data que indica o caminho rumo ao 'amanhã'”.


Daquele momento histórico, recordou que “eram tempos escuros, havia guerra” e que, pouco depois de ser admitido na congregação, esta foi dispersada, mas reconheceu que “permaneceu como 'data interior' da vida”.


Bento XVI também fez uma breve referência à mariologia que se ensinava nas universidades alemãs depois da guerra, indicando que “era um pouco austera e sóbria”; e acrescentou que acredita que hoje “não tenha mudado muito, nem melhorado”.


Finalmente, agradeceu pelo testemunho dos homens que, pertencendo a uma congregação mariana - “caminho aberto pelos jesuítas no século XVI” -, “continuam demonstrando que a fé não pertence ao passado, mas se abre sempre a um 'hoje' e sobretudo a um 'amanhã'”.


Fonte:http://www.zenit.org/article-28097?l=portuguese

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Deus existe, e ama - Pe. zezinho

Deus existe, e se Ele existe, Ele ama. É inconcebível, vai contra a lógica, .... veja artigo completo de Padre Zezinho no site abaixo das Paulinas.


http://www.paulinas.org.br/diafeliz/mensagem.aspx?Data=30/5/2011

Evangelho do dia 31-05-2011 - A visitação de Maria

Evangelho Lc 1,39-56

Oração
Pai, conduze-me pelos caminhos de Maria, tua fiel servidora, cuja vida se consumou, sendo exaltada por ti. Que, como Maria, eu saiba me preparar para a comunhão plena contigo. (Ir. Patrícia Silva, fsp )


Clic no site abaixo para a Leitura Orante.
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

O que pensava D.Estêvão Bintencourt


O padre é obrigado a ouvir a confissão e a dar a absolvição para todo mundo?

Não, muito pelo contrário. O sacramento é uma coisa santa, e deve ser ministrado com muita prudência.

Quando alguém sempre repete o mesmo pecado grave, (como o adultério), ou vive em estado de pecado permanente (as pessoas que vivem "ajuntadas", sem serem casadas na igreja), só são admitidas no sacramento da reconciliação se "dessa vez for pra valer". Ou seja: Se a pessoa está decidia a mudar de vida. O sacerdote pode também suspender a absolvição conforme a gravidade do erro, ou pedir uma justa reparação antes de lhe dar a absolvição (devolver objetos roubados, desmentir uma calúnia, etc.).
Entretanto, a Igreja ordena aos Sacerdotes que ministrem o Sacramento da Reconciliação cada vez que os fiéis o pedirem de forma conveniente - isto não significa que o padre é "obrigado" a ouvir a sua confissão. Procure informar-se sobre o horário próprio em que o seu pároco ouve confissões. Em casos urgentes, é claro, não tenha medo de apelar ao Sacerdote, mesmo fora de hora, mas sempre com a devida humildade.



Dom Estêvão Bettencourt (Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1919 - 14 de abril de 2008), batizado Flávio Tavares Bettencourt, foi um dos mais destacados teólogos brasileiro do século XX. Foi também monge da Ordem dos Beneditinos do Mosteiro de São Bento, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.


Fonte:http://peregrinosdejesus.org.br

ZENIT - Junho: Papa pede orações pelos sacerdotes

Amigos e Amigas do Blog: vivonafe.blogspot.com , irmanado as orações do Santo Padre, peço  durante todo o mês de Junho que  oremos unidos por todos os padres das nossas paróquias, diocese e de todo o mundo, “Para que os sacerdotes, unidos ao Coração de Cristo, 


SEJAM SEMPRE VERDADEIRAS TESTEMUNHAS DO AMOR 


SOLÍCITO E MISERICORDIOSO DE DEUS".

.Veja a matéria completa clicando abaixo:


ZENIT - Junho: Papa pede orações pelos sacerdotes

É preciso voltar ao Concílio Vaticano II


O Concílio Vaticano II (1962-1965) FOI UM DOS Fatos Históricos IMPORTANTES Mais de TODO o Século XX. Em 2012 Vamos comemorar 50 Anos da Abertura do Concílio.
Um Concílio e UMA reuniao de Todos os Bispos convocados Pelo papa parágrafo definir uma Fé, uma disciplina moral Católicas bis.
Leia a matéria completa no site ZENIT, clic abaixo:

É preciso voltar ao Concílio Vaticano II

Evangelho do dia 30-05-2011- O Espírito dará testemunho

Oração
Pai, que o testemunho do Espírito cale fundo no meu coração e seja acolhido com discernimento e docilidade, de modo a consolidar minha fé no Senhor Jesus.

Leitura Orante do Evangelho Jo 15,26-16,4a, clic no link abaixo:

domingo, 29 de maio de 2011

Evangelho do dia - Amar é acolher a proposta de Jesus

Evangelho do dia 29/05/2011- Jo 14,15-21


Oração
Pai, concede-me o dom do teu Espírito que, como luz, dissipa as trevas e me faz caminhar seguro pelos caminhos de teu Filho Jesus.



Clic no link abaixo para a Leitura Orante do Evangelho.


http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

sábado, 28 de maio de 2011

O Papa Ambientalista

João Paulo II, muitas vezes apelidado de "O Papa Ambientalista", questiona: "como ficar indiferentes diante das perspectivas dum desequilíbrio ecológico, que torna inabitáveis e hostis ao homem vastas áreas do planeta?". E acrescenta: "É urgente uma educação sobre a responsabilidade ecológica... O tema da proteção do Ambiente merece uma extrema atenção e reveste-se, verdadeiramente, de uma altíssima importância no momento atual da história e do desenvolvimento do nosso mundo moderno".

Evangelho do dia - "Eu vos escolhi"

Leitura Orante do vangelho do dia 28/05/2011 - Jo 15,18-21

Oração
Pai, faze-me forte para enfrentar o ódio e a perseguição do mundo, sem abrir mão de minha fidelidade a ti e a teu Reino, a exemplo de Jesus.

Clic no link abaixo para fazer a leitura orante do dia.


Fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ano Mariano

Católicos do mundo inteiro tem suplicado ao Santo Padre Bento XVI a graça de um ANO MARIANO em 2012-2013, pelos 300 anos da publicação do maravilhoso “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”, de S. Luis Maria Montfort, onde ele ensina como fazer a CONSAGRAÇÃOI TOTAL a Santísima Virgem.

Assista o vídeo do Pe. Paulo Ricardo sobre a Petição

Ano Mariano

Deus fez primeiro os nossos ombros, depois mandou a cruz!


A CRUZ


Deus fez primeiro os nossos ombros,
depois mandou a cruz!







As cruzes nos fazem crescer e amadurecer! 

Fonte:http://www.carmita.com.br

Redes sociais preparam face a face


«A rede social mais antiga é a família», lembra o responsável pelo Gabinete de Informação da diocese do Porto.

Leia matéria completa no link abaixo:


Evangelho do dia - "Vocês são meus amigos", diz Jesus

Evangelho do dia 26/05/2011 - Jo 15,12-17.


Oração
Pai, seja o amor de Jesus minha única fonte de inspiração para pôr em prática o mandamento do amor mútuo. Que eu me esforce por amar, como tu amas!



Acesse o link abaixo para a leitura orante do evangelho.
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Pessoas de fé podem ficar deprimidas


A depressão, doença tão comum em nossos dias, está envolvida por muitos mitos como acontece com várias outras doenças que envolvem o sentimento das pessoas. Aqui queremos desmistificar alguns deles.

A depressão não é uma manifestação de caráter imperfeito ou de fraqueza humana, a depressão é uma doença grave. Portanto todos estamos sujeitos a ficarmos deprimidos. A depressão não é apenas um 'mau-dia', não é simplesmente 'acordar mau-humorado'.


Outro mito que afasta pessoas de procurar ajuda, e as afasta mais ainda de buscar oração e orientação espiritual diz respeito à fé: 'Pessoas de fé não ficam deprimidas'. Se pessoas profundamente religiosas e até mesmo com Dom de cura são vítimas de pressão alta, resfriados, esclerose e outras tantas doenças, por que não podem ficar deprimidas, se a depressão é uma doença?


Portanto pessoas que possuem uma crença e um relacionamento íntimo com Deus também ficam deprimidas. O que ocorre com muita freqüência é um esfriamento deste relacionamento com Deus, porque é próprio da depressão levar a uma dificuldade de concentração, a um sentimento de indignidade, imobilizando desta forma várias áreas da nossa vida, inclusive a fé.


São três os fatores se entrelaçam e podem determinar o surgimento da depressão: a história familiar de pacientes depressivos revela que seus parentes sofrem ou sofreram de depressão, tornando-os predispostos a desenvolverem a doença; o estresse é uma força propulsora que, agrupado a outros fatores, pode desencadear a depressão; a tristeza, o pesar das perdas e a solidão são fatores que, quando não bem elaborados, não expressados adequadamente, transformam-se em doenças, uma delas a depressão.
As principais características da depressão são: Ruminação de pensamentos, sono conturbado, aumento ou diminuição do apetite, redução da capacidade de concentração, incapacidade de encontrar prazer em atividades agradáveis, perda de energia, dores crônicas e sofrimento que parecem ter causa física, mas que não reagem ao tratamento, afastamento e isolamento social.


Devemos ter em mente que depressão é uma doença grave e precisa ser tratada. O psiquiatra é o profissional mais indicado para o tratamento, pelo fato de haver um desequilíbrio químico cerebral em muitos casos. O tratamento clínico acompanhado de psicoterapia se torna mais eficaz, pois a psicoterapia vai levar o paciente a desenvolver habilidades para combater o problema e suas angústias. Porém é a perseverança na oração, mesmo nos momentos de maior aridez que vão sustentar a pessoa deprimida e dar-lhe força para enfrentar o tratamento.


Sendo o isolamento um fator desencadeante da depressão, uma das melhores formas de combatê-la é evitar este isolamento, buscando contato com pessoas que tenham significado em suas vidas, buscando atividades que possam ser úteis, ajudando outras pessoas necessitadas; ninguém é suficientemente 'pobre' que não tenha nada para dar ou suficientemente 'rica' que não necessite de carinho.


Concluindo, deixemos de lado os paradigmas de que a depressão só ataca pessoas fracas e sem fé. É obrigação nossa como seres humanos e cristãos estarmos sempre atentos para nossas reações físicas, pois o corpo fala, nos dá sinais de como está nossa saúde física, mental e espiritual.
Fiquemos também atentos às pessoas que estão ao nosso redor e nos procuram. Elas podem estar sofrendo caladas, esperando uma abertura, nem que seja uma pequena fresta para colocarem seus sentimentos e suas dores. Não podemos nos esquecer do calor humano que se expressa através do dar as mãos, não só no sentido figurativo, mas no seu verdadeiro sentido de abraçar, de acolher, de acalentar, de partilhar, de conversar e de compreender.

Fonte: Mara Silvia M. Lourenço - Psicóloga
Extraído de www.cancaonova.com

História da Igreja - A colonização e evangelização da América

História da Igreja

A colonização e evangelização da América

O Papa Bento XVI no seu discurso de abertura do V CELAM falou da importância da evangelização da América Latina que começou com Cristóvão Colombo em 12 de outubro de 1492. Cristóvão Colombo, que era católico, pediu a Nossa Senhora em seu altar na Catedral de Sevilha na Espanha, a graça de conseguir as três Caravelas que precisava para a viagem às Índias, navegando pelo Ocidente, inspirado nos conhecimentos do genovês Marco Pólo. Era uma cartada muito difícil.

Colombo já tinha recebido um “não” dos reis de Portugal e também da Espanha. Mas depois desta prece a Nossa Senhora, ele conseguiu com os reis católicos da Espanha, Fernando e Isabel, os recursos para fazer a grande viagem que deu início ao começo da nossa história. Os reis católicos tinham acabado de vencer os muçulmanos em Granada.


Não foi à toda que Colombo deu o nome à sua Nau Capitânea de “Santa Maria”. As outras, Pinta e Nina. Assim, sob a proteção de Nossa Senhora, e guiada por ela, a nau de Colombo, a Santa Maria tocava pela primeira vez o solo americano em 12 de outubro de 1492. Maria veio na frente. Graças a Deus. Todos nós latino americanos temos esta grande dívida para com Deus e com Nossa Senhora. Não fosse isso, esta América Latina não seria o maior Continente católico do mundo; e, como disse João Paulo II e Bento XVI, o “Continente da esperança”. Todas as vezes que vou a Portugal e Espanha para pregar Retiros agradeço àqueles povos por nos terem dado a maior riqueza do mundo: a fé de Cristo e da Igreja.


Os índios astecas e maias que aqui viviam eram sanguinários e ofereciam milhares de jovens em sacrifícios cruéis a seus deuses, rapazes e moças virgens, numa carnificina horrível que acontecia nas pirâmides dos deuses. Graças à evangelização dos espanhóis e dos missionários que com eles vieram, esta prática bárbara foi vencida. Após as aparições de Nossa Senhora de Guadalupe ao índio já então convertido, hoje São Juan Diego, os missionários espanhóis conseguiram, então, batizar mais de sete milhões de indígenas, e livra-los da barbárie.


Muito ao contrário do que dizem as más línguas, não foi um processo violento e destruidor, foi a maior libertação que esses povos nativos, bárbaros e sanguinários poderiam receber. Os reis da Espanha e Portugal eram verdadeiramente católicos e queriam obedecer o Evangelho de Cristo que manda: “Ide a todos os povos, pregai o Evangelho a todas as nações, ensinando-as a observar tudo o que eu vos prescrevi” (cf.Mt 28,20; Mc 16,14). É duro ter que dizer que os reis católicos de então eram mais evangelizadores do que muitos falsos missionários que temos hoje.


Lamentavelmente esses fatos são encobertos pela imprensa e por alguns dentro da própria Igreja, que novamente criticaram o Papa Bento XVI por ele ter dito essas palavras:
"O anúncio de Jesus e de seu Evangelho não supôs, em nenhum momento, uma alienação das culturas pré-colombianas, nem foi uma imposição de uma cultura estranha".


“Para os povos pré-colombianos, a evangelização significou conhecer e acolher a Cristo, o Deus desconhecido que seus antepassados, sem sabê-lo, procuravam em suas ricas tradições religiosas. Cristo era o Salvador que desejavam silenciosamente".


"Significou também ter recebido, com as águas do batismo, a vida divina que os fez filhos de Deus por adoção; ter recebido, além disso, o Espírito Santo que veio a fecundar suas culturas, as purificando e desenvolvendo os numerosos germens e sementes que o Verbo encarnado tinha posto nelas, as orientando assim pelos caminhos do Evangelho".


"A utopia de voltar a dar vida às religiões pré-colombianas, separando as de Cristo e da Igreja universal, não seria um progresso, a não ser um retrocesso. Em realidade seria uma involução para um momento histórico ancorado no passado". O Papa tem toda razão.
 
Prof. Felipe Aquino
Publicação original: Maio de 2007
Extraído de http://www.cleofas.com.br

Reflexões de Thomas Merton


Nem bombas, nem sangue...


“… pois a não-violência procura ‘vencer’ não destruindo nem mesmo humilhando o adversário, mas convencendo-o de que existe um bem comum mais elevado e mais seguro que não pode ser atingido por bombas e sangue. Idealmente falando, a não-violência não tenta vencer o adversário sobrepujando-o, mas visa a transformá-lo em colaborador convencendo-o.” 

Faith and Violence, de Thomas Merton.
(University of Notre Dame Press, South Bend, IN), 1968, p. 12

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Papa fala sobre noite em que o homem busca Deus

Toda a vida do homem é uma “longa noite de luta e oração”, na qual ele busca “reconhecer o rosto de Deus”, algo que só se pode receber como um dom. Veja matéria completa clicando abaixo:

domingo, 22 de maio de 2011

Deus já não é invisível para o homem, diz Papa

CIDADE DO VATICANO, domingo, 22 de maio de 2011 (ZENIT.org) - “O Novo Testamento pôs fim à invisibilidade do Pai”, quando Deus “mostrou seu rosto” em Jesus Cristo, afirmou hoje o Papa, ao introduzir a oração do Regina Coeli, junto aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

Veja artigo completo clicando abaixo.

Anunciar a Cristo, caminho, verdade e vida, é tarefa principal da Igreja, recorda o Papa

Vaticano, 22 Mai. 11 / 01:06 pm (ACI/EWTN Noticias)Ao presidir a reza do Regina Caeli na Praça de São Pedro este meio-dia (hora local), o Papa Bento XVI recordou que "o esforço por anunciar a Jesus Cristo, ‘o caminho, a verdade e a vida’ constitui a tarefa principal da Igreja".

veja abaixo a matéria completa.

Anunciar a Cristo, caminho, verdade e vida, é tarefa principal da Igreja, recorda o Papa