terça-feira, 16 de novembro de 2010

Somos escravos ou livres?

Veja  o que diz São Paulo em Rm 6,15-23;

15. Então? Havemos de pecar, pelo fato de não estarmos sob a lei, mas sob a graça? De modo algum.
16. Não sabeis que, quando vos ofereceis a alguém para lhe obedecer, sois escravos daquele a quem obedeceis, quer seja do pecado para a morte, quer da obediência para a justiça?
17. Graças a Deus, porém, que, depois de terdes sido escravos do pecado, obedecestes de coração à regra da doutrina na qual tendes sido instruídos.
18. E, libertados do pecado, vos tornastes servos da justiça.
19. Vou-me servir de linguagem corrente entre os homens, por causa da fraqueza da vossa carne. Pois, como pusestes os vossos membros a serviço da impureza e do mal para cometer a iniqüidade, assim ponde agora os vossos membros a serviço da justiça para chegar à santidade.
20. Quando éreis escravos do pecado, éreis livres a respeito da justiça.
21. Que frutos produzíeis então? Frutos dos quais agora vos envergonhais. O fim deles é a morte.
22. Mas agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes por fruto a santidade; e o termo é a vida eterna.
23. Porque o salário do pecado é a morte, enquanto o dom de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Agora veja o que diz São João em Jo 8,31-37;

31. E Jesus dizia aos judeus que nele creram: Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos;
32. conhecereis a verdade e a verdade vos livrará.
33. Replicaram-lhe: Somos descendentes de Abraão e jamais fomos escravos de alguém. Como dizes tu: Sereis livres?
34. Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo homem que se entrega ao pecado é seu escravo.
35. Ora, o escravo não fica na casa para sempre, mas o filho sim, fica para sempre.
36. Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres.
37. Bem sei que sois a raça de Abraão; mas quereis matar-me, porque a minha palavra não penetra em vós.

Baseado nesses dois textos bíblicos, que conclusão você chegou?  SOMOS ESCRAVOS OU LIVRES?

O mundo tem jeito

O mundo tem jeito

Por: DOM PAULO MENDES PEIXOTO 
BISPO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP

Nas circunstâncias atuais, dizemos que o mundo não tem jeito, mas isto não corresponde à verdade, não é uma atitude cristã. A história tem uma linha horizontal, mas segura nas mãos do Criador e caminha para a construção do Reino de Deus.

O projeto da história da humanidade, apesar dos medos naturais que dele temos, tem como finalidade a vida e a salvação, isto é, vida com dignidade, fundamentada na justiça divina. Temos medo porque parece que o justo sofre enquanto o malvado prospera.

É fundamental confiar em Deus e acreditar num futuro melhor. O justo será premiado e vencerá o malvado, porque a promessa de Deus não falha. Ele não abandona o seu povo. Estará sempre do lado de quem prática a justiça e trabalha pela sua realização e pelo seu sucesso.

Chegando ao fanal de mais um ano litúrgico, contemplamos as realidades do fim dos tempos. Realidades que fazem parte do nosso cotidiano, que não são apenas do futuro, mas que começam hoje. Por isto não podemos ficar assustados com os sinais dos tempos que acontecem já agora.

Nos sinais da natureza pode estar a nossa ruína. A droga, os vícios, a violência, as gangues, não passam de caminho destruidor. Eles destroem o projeto de Deus, que é totalmente voltado para o sentido e o valor da vida.

Não temos noção da chegada do fim do mundo. Convivemos com os vestígios dessa realidade. Os justos trafegam numa situação de sofrimento, numa cultura marcadamente injusta, provocadora de violência e de morte. Não é fácil ser correto nas circunstâncias de hoje.

É importante ter confiança e agir com ânimo, mesmo diante das forças contrárias. O cristão perseguido está nas mãos de Deus e terá a defesa eterna. O testemunho de fidelidade a Deus é uma grandeza, que leva a vencer o sofrimento.

Vamos começar um novo ano da Igreja. Devemos ter a marca da espiritualidade cristã, mantendo em nós a esperança de vida cada vez melhor, fundada nos princípios da Palavra de Deus. 


Fonte: Por: DOM PAULO MENDES PEIXOTO
BISPO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP
www.bispado.org.br

Frase do dia

Senhor, só necessito de uma coisa neste mundo: me conhecer e te amar. (Papa João XXIII)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Contemplação - Thomás Merton

Contemplação


A contemplação é também a resposta a um chamado. Um chamado daquele que não tem voz e no entanto se faz ouvir em tudo que existe, e que, sobretudo, fala nas profundezas de nosso próprio ser, pois nós somos palavras dele. Mas somos palavras que existem para responder a ele, atendê-lo, fazer-lhe eco e mesmo, de certo modo, para estarem repletas dele, contê-lo e significá-lo. A contemplação é esse eco. É uma profunda ressonância no mais íntimo centro de nosso espírito, onde nossa própria vida perde sua voz específica e ecoa a majestade e a misericórdia daquele que é oculto mas Vivo. (…) É um despertar, uma iluminação, e a apreensão intuitiva, espantosa, com que o amor se certifica da intervenção criadora e dinâmica de Deus em nossa vida cotidiana. A contemplação, portanto, não “encontra” simplesmente uma idéia clara sobre Deus, confinando-o dentro dos limites dessa idéia, retendo-o como um prisioneiro a quem se pode sempre voltar. Pelo contrário, a contemplação é que é por ele arrebatada e transportada ao próprio domínio dele, seu mistério, sua liberdade.
New Seeds of Contemplation, de Thomas Merton
(New Directions; New York), 1972. p. 1 e 5.
No Brasil: Novas sementes de contemplação, (Editora Fissus, Rio de Janeiro), 2001. p. 11 e 13

Frase do dia

"A pior das prisões é um coração fechado". 
[João Paulo II]

Vivonafé Notícias

Pascom vai transmitir festa pela Internet

A Pastoral da Comunicação da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Ceará-Mirim, pretende transmitir as celebra-ções da festa da Padroeira, pela Internet, através da webrádio, na página da paróquia: www.nsconceicao.com.br

Segue-me de Mirassol promove campeonato

O II Campeonato Segue-me de Voleibol e Futsal, da paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório, de Mirassol, em Natal, será realizado no dia 21 deste mês, na UFRN. As inscrições estarão abertas até a próxima segunda-feira, dia 15, e podem ser feitas com qualquer equipe dirigente do Segue-me. A taxa de inscrição é de R$ 2,00 por pessoa. 


Vivonafé Notícias

Papa convida Igreja inteira a rezar pela “vida nascente”

No próximo dia 27 de novembro


CIDADE DO VATICANO, domingo, 14 de novembro de 2010 (ZENIT.org) - No próximo sábado, 27 de novembro, Bento XVI presidirá, na Basílica de São Pedro, as Primeiras Vésperas do Advento e uma vigília de oração pela vida nascente.
Assim anunciou o próprio Papa hoje, depois da oração do Ângelus, durante as saudações aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.
Esta iniciativa, explicou o Pontífice, "está em comum com as igrejas particulares do mundo inteiro" e seu desenvolvimento foi indicado "também nas paróquias, comunidades religiosas, associações e movimentos".
"O tempo de preparação para o Santo Natal é um momento propício para invocar a proteção divina sobre todo ser humano chamado à existência, também como agradecimento a Deus pelo dom da vida, recebido dos nossos pais", afirmou.
Esta convocação já foi seguida por várias dioceses, entre elas a arquidiocese de Sevilha. Seu titular, Dom Juan José Asenjo, convocou por carta todos os sacerdotes, consagrados, delegados diocesanos, presidentes de movimentos e grupos apostólicos de sua diocese.
Em sua carta, informa que o cardeal Antonio Cañizares, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, e Dom Ennio Antonelli, presidente do Conselho Pontifício para a Família, transmitiram à Conferência Episcopal Espanhola o desejo do Papa de que se realizem atos similares em todas as dioceses.


Fonte:http://www.zenit.org/article-26530?l=portuguese

Evangelho do dia -15-11-2010


domingo, 14 de novembro de 2010

Maria mãe da misericórdia

Pe. Rufus Pereira fala sobre nossa Senhora e afirma: Maria é a mãe da misericórdia!


Fonte:http://www.webtvcn.com/video/maria_mae_de_misericordia
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Vivonafé Notícias

Bento XVI: “A busca de Deus requer uma cultura da palavra”

Em carta pela reabertura da Biblioteca Apostólica Vaticana

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 12 de novembro de 2010 (ZENIT.org) - “A busca de Deus requer como exigência intrínseca uma cultura da palavra”, escreve Bento XVI em uma carta enviada ao bibliotecário e responsável pelos arquivos da Igreja Santa Romana, o cardeal Raffaele Farina, ante a abertura recente da Biblioteca Apostólica Vaticana. 

A biblioteca, que o pontífice visitará no próximo dia 18 de dezembro, foi fechada em 14 de julho de 2007 para permitir os trabalhos de reestruturação e restauração numa ala do edifício do século XVI que a abriga.
Na carta, o papa lembra que “a Igreja de Roma está ligada, desde seus inícios, aos livros – os da Sagrada Escritura, em primeiro lugar, e, depois, os teológicos e relativos ao governo e a disciplina – numa continuidade que parte de Pedro até a Igreja do século XX.

Por isso, acrescenta, a Biblioteca Apostólica, como o vizinho Arquivo secreto, é parte integrante dos “instrumentos necessários para o desenvolvimento do ministério petrino”.
E é também “um meio precioso ao qual o Bispo de Roma não pode nem pretende renunciar, por ter, ao considerar os problemas, essa referência que permite captar uma perspectiva de longo prazo, as raízes remotas das situações e suas evoluções no tempo”.

Bento XVI destaca que, além disso, a Biblioteca Apostólica “conserva, desde sua origem, a inconfundível abertura verdadeiramente ‘católica’, universal, a toda a beleza, bondade, nobreza e dignidade (cf. Fil 4,8) que a humanidade produziu ao longo dos séculos”, não somente com relação à teologia ou à religião.
“Essa abertura ao humano - define Bento XVI- não se dirige somente ao passado mas se refere também ao presente”.

Por isso, na Biblioteca Vaticana, “todos os que buscam a verdade são sempre acolhidos com atenção e respeito, sem nenhuma discriminação por confissão ou ideologia; deles só se requer a boa fé de uma investigação séria, desinteressada e qualificada”.

A Biblioteca Vaticana, conclui o Papa, como “lugar no qual as palavras humanas mais elevadas são recolhidas e conservadas” é, portanto, “espelho e reflexo da Palavra de Deus”.
A idéia da Biblioteca Vaticana nasceu em 1450, graças ao Papa Nicolau , que começou colocando à disposição sua própria coleção pessoal constituída por algumas centenas de manuscritos, que foi o primeiro núcleo da futura biblioteca.

A fundação atual ocorreu sob o Papa Sixto IV della Rovere.
A Biblioteca Apostólica Vaticana é uma das mais antigas do mundo. É conhecida sobretudo por suas coleções de manuscritos de todas as épocas.

Fonte: http://www.zenit.org/article-26519?l=portuguese

O que pensava D.Estêvão Bettencourt

  




4. Porque devemos nos confessar se Deus nos ama?
 
Porque Deus nos ama. Não existe vida fora de Deus. O pecado consiste em um ato concreto e consciente de desamor a Deus.
 
Se persistirmos no pecado e nele morremos, significa que concluímos a nossa caminhada nesta terra em estado de separação em relação a Deus - separação causada por nosso ódio a Ele, e assim ficaremos separados dele por toda a eternidade, por escolha própria. Existe uma música popular que canta “… de escolha própria escolheu a solidão…”. E o personagem desta música viveu sempre, a vida toda, uma vida de ódio, e morreu assassinado num duelo onde matou outro homem. Uma pessoa assim não vai para o céu, pois não é lá que pôs o seu coração!
 
Deus nos ama, e apesar de nosso ódio em relação a ele, ele quer que nos arrependamos e peçamos Dele o seu perdão. E Ele está ansiosamente esperando para nos concedê-lo, e fica como que mortalmente magoado se não o fazemos. Mortalmente magoado, porque Jesus morreu na cruz para que tivéssemos a graça de receber de Deus o perdão dos nossos pecados, já que a dívida que tínhamos com Deus foi paga na cruz - Jesus foi condenado à morte por crimes que você cometeu.
 
A única maneira de merecer a salvação é desistindo do orgulho e aceitando esta condição de pobres pecadores. Pobres porque não temos em nós condições de pagar esta dívida. 



Fonte: Dom Estêvão Bettencourt (Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1919 - 14 de abril de 2008), batizado Flávio Tavares Bettencourt, foi um dos mais destacados teólogos brasileiro do século XX. Foi também monge da Ordem dos Beneditinos do Mosteiro de São Bento, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.


Vamos relembrar - Catequese

Os sete pecados capitais:

1. Soberba
2. Avareza
3. Luxúria
4. Ira
5. Gula
6. Inveja
7. Preguiça.

Evangelho do dia -14-11-2010


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Vivonafé Notícias

Fiéis homenageiam Nossa Senhora da Apresentação  

 Conta a tradição que pescadores estavam pescando no Rio Potengi, na manhã do dia 21 de novembro de 1753, quando lançaram a rede e, ao puxá-la, encontraram um caixote que estava encalhado numa pedra, local hoje conhecido como Pedra do Rosário. Dentro do caixote havia uma imagem de Nossa Senhora, com um menino no colo e uma mão estendida, aparentando sustentar alguma coisa. Logo, deduziram que fosse um rosário. Junto à imagem havia a seguinte mensagem:

Foto: Cacilda Medeiros

Imagem de Nossa Senhora da Apresentação
“Onde esta imagem parar, nenhuma desgraça acontecerá”.

“O vigário da Paróquia naquela época, o padre Manoel Correia Gomes, informado sobre a descoberta, foi ao local e levou a imagem para a Igreja Matriz, sabendo que se tratava de uma imagem de Nossa Senhora do Rosário. Porém, a padroeira da cidade ficou conhecida por Nossa Senhora da Apresentação, porque no calendário litúrgico da Igreja, o dia 21 de novembro é o dia em que se festeja a apresentação da Mãe de Jesus no Templo, quando tinha 12 anos de idade”, conta Thiago Augusto, coordenador da Pastoral da Comunicação, na Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação, na Cidade Alta.

As mudanças
A devoção a Nossa Senhora da Apresentação, na capital potiguar, existe, portanto, há mais de 250 anos. Quando da criação da Diocese de Natal, em 1909, ela logo foi nomeada padroeira da primeira Diocese do Rio Grande do Norte.

A festa em honra da padroeira da capital e da Arquidiocese foi se modificando à medida em que a cidade cresceu. Mons. Agnelo Dantas Barretto é pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação, na Cidade Alta, há 20 anos. Antes, porém, ele já acompanhava a festa, quando fazia parte de uma equipe sacerdotal, conduzida pelo então bispo auxiliar de Natal, Dom Antônio Soares Costa. É o Mons. Agnelo quem recorda como era a festa da Apresentação, quando os principais meios de transporte de Natal eram o bonde e o ônibus.

Segundo ele, o novenário era intenso, na Igreja de Nossa Senhora da Apresentação, hoje conhecida como antiga Catedral. A programação social era desenvolvida na Praça André de Albuquerque, em frente à Igreja. “A cidade era pequena, não tinha tanta violência e isso contribuia para que as pessoas pudessem participar das festividades”, recorda.

Em 1988, com a inauguração da Catedral Metropolitana, os festejos também passaram a acontecer no novo endereço. Depois, de acordo com o Mons. Agnelo, começaram a ser realizadas atividades da festa nas duas igrejas: Catedral Metropolitana e antiga Catedral, assim como ainda acontece, nos dias atuais. “Na antiga Catedral, por exemplo, realizamos as caminhadas diárias, de 12 a 20 de novembro, começando às 5 da manhã, da Igreja do Rosário, terminando às 5h30, na Matriz, com a celebração eucarística, na intenção de todos os peregrinos”, relata Mons. Agnelo.
Em 2010
A partir deste ano de 2010, os fiéis homenageiam, em única festa, a padroeira da Arquidiocese, da cidade do Natal e das Paróquias da Catedral e de Nossa Senhora da Apresentação, ambas na Cidade Alta.

A programação começou no último dia 11 e se estende até o dia 21. No período de 12 a 20, diariamente, na antiga Catedral, há caminhada, às 5h; e missa, às 5h30 e às 17 horas. Na Catedral Metropolitana, há missa, às 11h e às 16h30; Ofício de Nossa Senhora, às16h; Terço, às 18h, transmitido pela Rádio Rural de Natal, e novena, às 19 horas. Todas as noites, há quermesse, no pátio da Catedral.

No dia 21, a programação tem início a zero hora, na Pedra do Rosário, com vigília. Às 4h30, haverá a procissão fluvial, no Rio Potengi, e, 5h, missa, na Pedra do Rosário. Pela manhã, ainda haverá missa, às 7h30, na antiga Catedral e, às 10 h, na Catedral. Às 14h, começará a caminhada, partindo do Santuário dos Mártires, no bairro de Nazaré, com destino à Catedral, onde, às 17h, haverá missa, presidida pelo Arcebispo, Dom Matias Patrício de Macêdo.

“A festa é um momento de gratuidade divina. É a festa da mãe da Igreja, padroeira de toda a Arquidiocese de Natal. Por isso, venham todos, das várias comunidades da Arquidiocese, participem das celebrações, na antiga Catedral e na Catedral Metropolitana”, diz o Mons. Agnelo, pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação.

Oração a Nossa Senhora da Apresentação
Ó Santíssima Virgem Maria,
Mãe querida e Padroeira nossa,
Nossa Senhora da Apresentação
Nós te suplicamos cheios de confiança!
Abre nosso coração
Ao acolhimento e à vivência da Palavra de Deus,
A fim de anunciá-lo também a todos os irmãos,
Pois é para Evangelizar que a Igreja vive no mundo.
Faze que a Eucaristia de todos os dias
Seja o centro de nossa fé e de nossa vida,
E a fonte inesgotável de nossa atividade pastoral.
Mostra teu amor de Mãe aos pobres de nossa cidade,
Aos que sofrem em nosso meio
E a quantos buscam libertar-se
De tudo o que escraviza e ameaça a vida humana.
Ajuda-nos a construir em nossa terra,
Uma sociedade justa, fraterna e solidária,
Como requer o empenho missionário
De uma Nova Evangelização.
Abençoa e protege constantemente
O povo de nossa Arquidiocese e a Cidade do Natal,
De quem és Mãe e Padroeira,
Para a glória de Deus, nosso Pai,
Por Jesus Cristo, nosso irmão e Salvador,
Na força e na comunhão do Espírito Santo! Amém.
Oração escrita por Mons. Agnelo Dantas Barretto, com a aprovação eclesiástica de Dom Alair Vilar, em 1988.

Fonte:http://www.arquidiocesedenatal.org.br/noticias_index/not1211padroeira.htm

Vivonafé Notícias

“Verbum Domini”: reflexões e aplicações

De Dom Gianfranco Ravasi e Dom Nicola Eterovic


CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 12 de novembro de 2010 (ZENIT.org) - Se o Papa Bento XVI quis dedicar uma assembleia sinodal à Palavra de Deus em 2008, "talvez tenha sido porque havia um pouco de poeira e era necessário colocá-la novamente no centro", disse o presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, Dom Gianfranco Ravasi.

O futuro cardeal interveio ontem na apresentação da exortação apostólica pós-sinodal Verbum Domini, realizada na Sala de Imprensa da Santa Sé.
O ato contou também com a presença do prefeito da Congregação para os Bispos, cardeal Marc Ouellet PSS; do secretário-geral do Sínodo dos Bispos, Dom Nikola Eterovic; e do seu subsecretário, Dom Fortunato Frezza.

Dom Eterovic afirmou que o título da exortação apostólica permite "perceber a concordância e também a continuidade entre o Antigo e o novo Testamentos".
Indicou que os objetivos deste documento pontifício são: "comunicar os resultados da assembleia sinodal, redescobrir a Palavra de Deus, fonte constante de renovação eclesial", assim como "promover a animação bíblica da pastoral, ser testemunhas da Palavra" e, por último, "empreender uma nova evangelização".
Dom Ravasi definiu o documento pontifício como "altamente teológico e pastoral"; disse que a exortação apostólica convida a fazer uma reta interpretação das Sagradas Escrituras e adverte sobre os perigos dos grupos fundamentalistas, "que às vezes usam a tradução de uma tradução em inglês", afirmou o prelado.
"O entusiasmo é tanto, que a fidelidade material se converte em infidelidade ao conteúdo", advertiu o presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, referindo-se ao fundamentalismo bíblico.


Meios para entender a Palavra
Dom Nikola Eterovic ressaltou como o documento destaca alguns meios que ajudam a aprofundar na mensagem da Palavra de Deus, entre eles a liturgia, as missões, os retiros espirituais e as peregrinações.
Quanto às celebrações litúrgicas, disse que é necessário prestar uma atenção especial a recursos externos, como "o templo, o ambão, o altar, os próprios instrumentos de difusão acústica e de leituras bíblicas".
Também destacou a grande importância do canto, que "favorece a percepção unitária da liturgia", a qual "se alimenta da Palavra de Deus desde o início no rendimento das diferentes partes celebrativas".
O prelado indicou, assim, a maneira como o Papa, além de sintetizar as comunicações dos padres sinodais, ilumina suas intervenções com pontos centrais do seu magistério.
"Levando em consideração tais fatos, poderíamos concluir que o Santo Padre Bento XVI pode ser definido como o Papa da Palavra de Deus", finalizou Dom Eterovic.

Fonte: http://www.zenit.org/article-26516?l=portuguese

Frase do dia

"Cada fiel tem ao seu lado um anjo como protetor e pastor,para o conduzir à vida"
(S. Basílio Magno). 

Estudando o Catecismo da Igreja Católica- IX Parte

Concluindo esse estudo desse tema.que aborda NOSSOS PRIMEIROS PAIS DESOBEDECERAM A DEUS E PECARAM.

3.Os primeiros pais pecaram
Tentados pelo demônio, pai da mentira, Adão e Eva desobedeceram a Deus e pecaram. Foi um pecado de soberba, pois quiseram ser como Deus, e se submeteram ao demônio. Com este pecado perderam a amizade divina (graça) e os dons preter naturais que Deus lhes tinha dado gratuitamente; mesmo suas forças naturais ficaram feridas e, quebrada a harmonia interior, sentiram a inclinação ao mal. Ficaram submetidos à concupiscência - inclinação ao pecado -, que não é pecado, mas incita ao mal.

4. Os homens nascem com este pecado e sofrem suas conseqüências

Por ser Adão principio e cabeça do gênero humano, perdeu ele a graça e os dons que a acompanhavam, e os perderam seus descendentes: em Adão pecou todo o gênero humano. Quer dizer, ao receber de nossos primeiros pais a natureza, nós a recebemos manchada com aquela culpa e, portanto, privados da graça e de todos os demais dons; e por perder-se a harmonia interior, ficamos inclinados ao pecado (concupiscência). Isto é o que se chama pecado original, com ele todos nós nascemos.

5. Conseqüências do pecado original

No pecado de Adão tiveram sua origem todos os pecados e males da humanidade. Todos os Homens nascemos com as gravíssimas conseqüências do pecado original, privados da graça e, portanto, em estado de pecado e inclinados ao mal. Por isto existe em nós a inclinação ao pecado, a que denominamos concupiscência. Esta se manifesta na ânsia desordenada das coisas terrenas; de gozos, bens, honras... Também vivemos os homens em meio de inumeráveis penas e calamidades e, finalmente, a morte. Pelo pecado original, o demônio adquiriu influência sobre o mundo.

6. Deus teve piedade dos homens e lhes prometeu um Redentor

Apesar do pecado, Deus se compadeceu dos homens e lhes prometeu a futura redenção: prometeu que do gênero humano sairia um Redentor - Jesus Cristo -, que salvaria a humanidade do pecado e de suas conseqüências.

7. Propósitos de vida cristã
  • Aprender a rezar sempre:
    "Confesso a Deus, todo poderoso, e a vós irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, E a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim, a Deus Nosso Senhor."
    (Repetir muitas vezes ao dia esta oração de arrependimento)
  • Pedir a Deus sempre, muitas vezes ao dia, a disposição para lutar contra o pecado. 

Autor: Jayme Pujoll e Jesus Sanches Biela
Fonte: Livro "Curso de Catequesis" do Editorial Palavra, España
Tradução: Pe. Antônio Carlos Rossi Keller 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Vivonafé Notícias

Paróquia deve ser comunidade missionária, diz cardeal

D. Odilo Scherer: necessidade de conversão das organizações e estruturas pastorais

SÃO PAULO, quarta-feira, 10 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – O cardeal Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, considera que é necessária a “conversão missionária” das organizações e estruturas pastorais, em particular da paróquia, com tudo o que ela significa.
Em artigo na edição desta semana do jornal arquidiocesano O São Paulo, o arcebispo afirma que a paróquia deve-se tornar mais “comunidade de comunidades, grupos, associações, movimentos e organizações de discípulos missionários, que nela vivem e se expressam”.

Dom Odilo assinala a necessidade de se tomar uma nova consciência sobre a realidade da paróquia, no sentido teológico e pastoral, superando uma visão apenas burocrática ou jurídica.
“Ela é o rosto mais visível e concreto do Mistério da Igreja, ‘sacramento de salvação’ no meio do mundo; é uma comunidade de batizados, congregados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, vivendo a fé, a esperança e a caridade.”

A paróquia “se reúne em torno de Jesus Cristo, Senhor e Pastor da Igreja, representado visivelmente pelo ministro ordenado, que está no meio dela e à sua frente para servi-la na caridade. A assembleia eucarística é a expressão mais visível e sacramental da Igreja”, afirma.

Segundo o cardeal, a paróquia é, portanto, “‘casa de Deus’ no meio das casas dos homens, templo de Deus edificado por pedras vivas, que são todos os batizados; é o ‘corpo de Cristo’, através do qual ele continua a se expressar (...); é o concreto e visível ‘povo de Deus’, que irradia no mundo a luz de Cristo”.
Na paróquia – prossegue o purpurado –, a Igreja inteira se expressa e realiza a missão recebida de Cristo: “anunciar e acolher a Palavra de Deus; testemunhar a vida nova recebida no Batismo, buscando e expressando a santidade de vida; organizar e realizar a caridade pastoral, em nome de Jesus, Bom Pastor, e a seu exemplo”.

Para o arcebispo de São Paulo, uma definição que cabe bem à paróquia é de “comunidade missionária dos fiéis em Cristo no meio do mundo”.
A paróquia “é o ícone visível daquilo que a Igreja de Jesus Cristo é na sua totalidade. Evidentemente, nenhuma paróquia se basta a si mesma, nem realiza sozinha e autonomamente a sua missão, mas o faz na comunhão da Igreja particular (a diocese) e da comunhão universal da Igreja”.
Contudo – afirma Dom Odilo –, a paróquia “é a Igreja ‘na base’; se ali a vida e a missão da Igreja acontecem, também na grande comunidade eclesial elas acontecem; do contrário, a Igreja corre o risco de ‘rodar no vazio’ e de se reduzir a uma série de instituições, sem chegar ao povo e às pessoas concretas”.
(Alexandre Ribeiro)

Fonte: http://www.zenit.org/article-26497?l=portuguese

Estudando o Catecismo da Igreja Católica- VIII Parte


NOSSOS PRIMEIROS PAIS DESOBEDECERAM A DEUS E PECARAM

INTRODUÇÃO:

Deus criou Adão e Eva, os encheu de dons sobrenaturais e preter naturais e os colocou no paraíso terrestre. Aí, eram muito felizes: eram amigos de Deus e não sofriam nenhum mal; trabalhavam sem cansar-se. Depois de ser felizes na terra, passariam - sem morrer - a gozar de Deus para sempre, no céu. Mas Adão e Eva cometeram um pecado gravíssimo: o pecado original. No capítulo terceiro do livro do Gênesis nos é contado este pecado: desobedeceram a Deus e O ofenderam. Como Adão e Eva foram nossos primeiros pais, todos nós herdamos este pecado. Dele brotaram a dor, os sofrimentos, os ódios, as guerras e demais calamidades que afetam a humanidade e o mundo. Convém, pois, estudar bem este tema. Se o entendermos bem, quem sabe possamos também compreender a razão de tantas coisas más que acontecem no mundo e dentro do coração do homem.

IDÉIAS PRINCIPAIS:

1. Os primeiros pais eram muito felizes no paraíso terrestre

Deus, levado por seu amor, criou os homens para que um dia pudessem contempla-Lo e viver eternamente junto d'Ele. Por isto os fez participantes de sua vida divina. A tão grande e imerecido dom nós o denominamos graça santificante ou vida em graça. Além disso, Deus os colocou em um lugar estupendo - o paraíso terrestre - e lhes deu muitos outros dons imerecidos: iluminou sua inteligência e fortaleceu sua vontade, estando isentos do erro e da inclinação ao mal; livrou- os da dor, da enfermidade e da morte (dons preter naturais). Estes dons - sobrenaturais e preter naturais - deviam ser transmitidos por Adão e Eva a seus descendentes.

2. A prova dos primeiros pais

Igual aos anjos, Deus quis submeter nossos primeiros pais a uma prova e lhes deu um Mandamento para provar sua fidelidade. Se o cumprissem, conservariam para si e seus descendentes as graças e dons que Deus lhes tinha dado; se não o cumprissem, perderiam as graças e dons para si e seus descendentes. Deus, que podia impor este mandato porque é Dono e Senhor absoluto do homem, queria que vencessem.

Fonte: Autor: Jayme Pujoll e Jesus Sanches Biela
Livro "Curso de Catequesis" do Editorial Palavra, España
Tradução: Pe. Antônio Carlos Rossi Keller 

Evangelho do dia -10-11-2010