quinta-feira, 23 de junho de 2011

Cristo: o Caminho, o Destino


O caminho do homem em direção da Verdade e o seu Destino não está à mercê daquilo que ele mesmo pensa ou daquilo que pensam os outros e, muito menos, do que pensa e deseja a sociedade em que vive. O caminho é objetivo, é dado de fora: não se trata de imaginar ou inventar, mas de seguir um caminho que nos é proposto. "Seguir" - eis, precisamente, um dos verbos tipicamente próprios do cristianismo.


O caminho até a Verdade, apesar de toda humana fragilidade, incoerência e debilidade, pode ser, para o homem, pleno de paz, se for um seguimento a Alguém, como decisão amorosa em direção a um Destino que o faz verdadeiramente homem. Sendo assim, para o homem, caminhar para o seu próprio Destino significa seguir o Cristo e o seu Corpo misterioso (a Igreja), caminhando com aqueles que se reconhecem unidos sacramentalmente em Cristo e são unidos entre si visivelmente como membros uns dos outros.

A Igreja, Corpo do Cristo – Aquele mesmo que, Alfa de tudo, de tudo tornou-se o Ômega – torna-se o lugar onde se pode experimentar a vida, a força, a ação, daquele que é o Destino do homem. Ela é, então, o lugar onde a misericórdia de Deus continua a presença de Cristo e onde o homem realiza, pouco a pouco e incessantemente, a sua aspiração à Verdade e à Felicidade. Assim, o Destino do homem é indicado e realizado durante a sua vida terrena por uma realidade nova, operante na história e no mundo como sinal e germe de uma manifestação gloriosa final. Em outras palavras: a Igreja - comunidade dos renascidos em Cristo pelo Batismo e a ele continuamente unidos pela Eucaristia, espaço no qual se encontra objetivamente o Caminho até o Destino – é o Corpo do Senhor, no qual se pode experimentar já em germe, mas de modo real, aquela Vida plena, Destino último do homem que, um dia, lhe será dado.

E toda esta maravilhosa e misteriosa realidade tem início exatamente com o mistério da Encarnação e da Páscoa do Senhor.



História da Festa de Corpus Christi

No final do século XIII surgiu em Lieja, Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Lieja. Este movimento deu origem a vários costumes eucarísticos, como por exemplo, a exposição e bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos durante a elevação na Missa e a festa do Corpus Christi.
Leia o texto completo no link abaixo: 
http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=doc&cat=90&scat=190&id=3994

Liturgia das Horas



Clique, abaixo, no link e acompanhe o nome da Hora para a oração atualizada, conforme data e hora do seu computador:

O Papa alenta participação dos fiéis na Festa do Corpus Christi: o "dom mais precioso da humanidade"

Ao concluir a Audiência Geral esta quarta-feira na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI convidou os fiéis a participarem da Missa e da procissão eucarística da Festa do Corpus Christi.
veja matéria completa no link abaixo:
O Papa alenta participação dos fiéis na Festa do Corpus Christi: o "dom mais precioso da humanidade"

segunda-feira, 13 de junho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011

Dia de Pentecostes


Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre.


Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.


A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária.
Dia de Pentecostes
Dia de Pentecostes


Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).


No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico.


De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.


Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.


Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos".


O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.


Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.


O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo.


Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

Fonte: www.comshalom.org

"Recebam o Espírito Santo"

Leitura Orante do Evangelho Jo 20,19-23


Oração
Senhor Jesus, que eu seja cada dia revestido pela força do Espírito Santo, que me capacita para exercer, sem descanso, minha tarefa de evangelizador. 


http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx?Data=12/06/2011&EvangelhoID=3781



sábado, 11 de junho de 2011

CF-2011 - No deserto, uma lição de consumo responsável


134. Deus libertou o seu povo da escravidão no Egito, pois o povo estava morrendo sob a mão forte do Faraó, e, Deus o libertou e o fez caminhar pelo deserto, onde zelou por seu povo. Moisés foi o guia e líder desta caminhada pelo deserto. O povo precisava de comida e recebeu o maná, “Moisés lhes disse: Isto é o pão que o Senhor vos dá para comer” (Ex 16, 15b). Entretanto, havia normas para evitar o desperdício e permitir que todos tivessem o necessário. Cada um só podia recolher o que de fato precisava, “Eis o que o Senhor vos mandou: recolhei a quantia que cada um de vós necessita para comer, um jarro de quatro litros por pessoa” (Ex 16, 16a). O que fosse acumulado a mais apodreceria, “alguns, porém, desobedeceram a Moisés e guardaram o maná para o dia seguinte; mas ele bichou e apodreceu” (Ex 16, 20).

135. Apodrecer é um símbolo das consequências do acúmulo do desnecessário. Quando o ser humano quer bens materiais em excesso, quando acumula, suscita “podridão” para na sua vida, na dos outros e na própria natureza. Deus havia planejado tudo para que a necessidade básica fosse atendida, tanto em relação à alimentação quanto ao descanso. Mas há os ambiciosos, os que querem acumular, ter mais. E o Senhor questiona: até quando recusareis guardar meus mandamentos e minhas leis? (Ex 16, 28). Se esse texto tivesse sido escrito hoje, provavelmente Deus perguntaria: até quando vocês vão desprezar a natureza, pela ambição de acumular e gastar, e assim, apodrecer o planeta irresponsavelmente?

136. Essa lição da caminhada do povo pelo deserto é interessante para a dinâmica de nossa sociedade e para cada um de nós pessoalmente. Segundo os estudiosos, hoje já gastamos recursos do planeta que ultrapassam a sua capacidade de se manter sustentável. Fala-se em 25% a mais em relação ao seu limite. O sistema capitalista atual e o modo de vida que vem sendo difundido são altamente consumistas e desperdiçadores. As pessoas querem acumular coisas e capital para além do que é realmente essencial à satisfação das suas necessidades, e se deliciam, inclusive com as coisas supérfluas.

Fonte: Texto base da CF-2011

Santos juninos

Durante o mês de junho, especialmente na nossa Região do Nordeste do Brasil, as famílias se reúnem com grande alegria para celebrar os santos que adquiriram grande devoção popular.
Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo trazem consigo uma gama de histórias, tradições, folclore, religiosidade e fé.



Leia artigo de D. Matias no site abaixo:

http://www.arquidiocesedenatal.org.br/aordem/ao1206bispo.htm

sexta-feira, 10 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Perito desmente mitos anti-católicos sobre as Cruzadas

O perito historiador Dr. Paul F. Crawford do Departamento de História e Ciências Políticas da Universidade de Pensilvânia (Estados Unidos), desmente quatro mitos anti-católicos sobre as Cruzadas, como por exemplo que os participantes teriam se fartado de riquezas quando na verdade aconteceu é que muitos terminaram na ruína financeira.


Veja matéria completa abaixo: 

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=21943

domingo, 5 de junho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Interceder é “querer o querer de Deus”, diz Papa

Orar é amar o que Deus ama. E quem intercede, “desejando o desejo de Deus, entra sempre mais profundamente no conhecimento do Senhor e da sua misericórdia e se torna capaz de um amor que chega até o dom total de si mesmo”.


Veja a matéria completa clicando abaixo:

ZENIT - Interceder é “querer o querer de Deus”, diz Papa