segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

CF- 2012 - Comprometidos com a saúde


Comprometidos com a saúde

Por Pe.Nilo Luza,ssp

A doença é a praga que atinge grande parte da população, principalmente a mais pobre.Jesus cura os doentes para demonstrar que a doença não é castigo de Deus nem é do seu agrado.Ela não faz parte do plano divino, mas decorre da fragilidade e do descuido humano.

Com a cura, Jesus provoca transformação na pessoa e também na sociedade.Da mesma forma,todos os conhecimentos devem ser aplicados para sanar as deficiências e fragilidades humanas e assim melhorar a vida da pessoa e da sociedade.

O mundo,a vida e o universo todo,criados por Deus foram entregues ao ser humano para que os transforme e os torne cada vez mais saudáveis e habitáveis.A natureza sadia e bem cuidada torna a vida do ser humano também mais saudável.Há relação muito estreita entre saúde da pessoa e saúde do planeta.

Aproveitemos as lições que a Campanha da Fraternidade nos traz neste ano,chamando atenção para a saúde pública.Esta campanha nos apontará elementos preciosos,que poderão der aplicados em favor de melhor saúde para a população.

È obrigação do poder publico preocupar-se em fornecer condições de saúde para o povo,mas também a sociedade e cada um devem dar a sua colaboração.Vencer as doenças pelas pesquisas e pela ciência é sinal da Ressurreição de Cristo.

A preocupação maior não deveria apenas combater a doença,mas também preservar a saúde.O melhor remédio é a prevenção.Seria contraditório estragar nossa saúde com o abuso de comidas e bebidas não saudáveis e, depois, pedir a Deus a saúde.Qualidade de vida consegue-se com alimentação sadia e equilibrada,com exercícios físicos e otimismo.

Por outro lado,não podemos abandonar os doentes a própria sorte nem julgá los,culpando-os de sua situação.Eles tem o direito de receber o cuidado do Estado e a dedicação da família e da própria comunidade cristã.Jesus não ignorava os doentes.Nossas comunidades precisam criar pastorais e mecanismos adequados em favor da saúde total das pessoas.

Fonte: Jornal "O Domingo" , Semanário Litúrgico-Catequético - Ano LXXX - Remessa II de 05-02-2012 n 6

domingo, 5 de fevereiro de 2012

SONHOS DE DOM BOSCO


1 - O SONHO DAS QUATORZE MESAS - (M.B. VI, 708 - 709)

Encontravam-se todos os meus jovens num lugar agradável como o mais bonito dos jardins, sentados às mesas que partindo do chão. Subindo em degraus se levantavam tanto que quase não se via a sumidade. As longas mesas eram catorze colocadas sem semicírculo e divididas em três degraus.
No chão ao redor de uma mesa desprovida de todo enfeite e sem talheres, via se um grupo de jovens. Eram tristes, comiam sem animação e tinham diante de si um pão mal preparado, porém todo ele seco, e sujo que fazia nojo. O pão na mesa estava em meio a sujeira e frutas estragadas. Aqueles coitados se encontravam como animais comendo num chiqueiro. Eu queria dizer-lhes que jogassem fora tudo aquilo, todavia não agüentei de pedir-lhes porque tivessem diante de si aquela comida nojenta. Responderam-me, - Devemos comer o pão que nós mesmos nos preparamos e não temos outro.
Era a situação de pecado mortal.
Diz o livro dos provérbios no capítulo I, "Odiaram a disciplina e não seguiram o temor do Senhor, e não prestaram ouvidos aos meus conselhos e não fizeram  caso das minhas correções. Ouviram portanto os frutos das suas obras e se saciarão com os seus conselhos!".
Mas a medida que as mesas subiam, os jovens eram mais alegres e comiam pão bem mais caprichado. Eram bonitos; e a medida, que subia, os jovens eram cada vez mais alegres e bonitos. As mesas eram muito bem enfeitadas, com bolhas bem trabalhadas, com castiçais, taça vasos de flores esplendidas, pratos com iguarias finas e talheres de metais preciosos. O número destes jovens era grandíssimo.
Era a situação dos pecadores arrependidos e convertidos.
Finalmente as ultimas mesas nos topos tinham um pão que não consigo descrever. Parecia amarelo, parecia vermelho, e a mesma cor do pão era o das roupas e da cara dos que jovens, que resplandeciam com uma luz muito intensa. Estes aproveitavam de uma alegria extraordinária e cada um procurava transmitir aos outros colegas. Sua beleza luz e esplendor das mesas superavam de muito todas as outras.
Era a situação de inocência.
Aos inocentes e dos convertidos diz o Espirito Santo no livro dos Provérbios no Cap.: 1º. "Quem me ouve, terá repouso sem medo e viverá na abundância, livre do medo dos pecados!".

domingo, 29 de janeiro de 2012

domingo, 22 de janeiro de 2012

Que todos sejam um: Papa pede que fiéis se empenhem pela unidade

Neste domingo, às 12h, da janela de seu escritório, no Palácio Apostólico Vaticano, o Papa Bento XVI recitou o Angelus aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro. O Papa convidou todos a unirem-se pela Semana de Oração pela Unidade dos Cristão, pois este é um desejo do próprio Cristo expresso na oração de na vigília de Sua paixão.
clique abaixo e leia:

Que todos sejam um: Papa pede que fiéis se empenhem pela unidade

TEMPO LITÚRGICO

Estamos na 3ª Semana do Tempo Comum.





sábado, 21 de janeiro de 2012

74 – Testemunho de Fé – 3º Domingo do Tempo Comum (22/01/2012) « Christo Nihil Praeponere


Deixando tudo e seguir Jesus
Na passagem deste domingo, por duas vezes o evangelista nos recorda que os discípulos “deixaram” algo para seguir Jesus (Mc 1, 18.20). Mas infelizmente este mesmo verbo (ἀφέντες) retornará quando São Marcos nos recordar que “todos deixaram Jesus e fugiram” (Mc 14,50).
Seguir a Jesus e abraçar como estilo de vida a luta contra a idolatria. Somente assim o Reinado de Deus acontecerá em nosso coração.
Clique no link abaixo e escute.

3º Domingo do Tempo Comum (22/01/2012) « Christo Nihil Praeponere

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Santo Antonio Abade: UMA Tradição milenar

ROMA, terça-feira, 17 janeiro, 2012 (ZENIT.org) – No dia 17 de Janeiro, como é tradicional, em muitos países, municípios e províncias da Itália se celebra Santo Antônio Abade. Eremita egípcio, também conhecido como Santo Antônio, o Anacoreta ou Santo Antônio do Deserto, fundador do monaquismo, é considerado o primeiro dos abades.


ZENIT - Santo Antonio Abade: UMA Tradição milenar

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A vida consagrada, imagem do seguimento de Cristo

"Fazemos um sincero agradecimento pelo testemunho evangélico e pelo serviço à Igreja e ao mundo oferecido por vocês, totalmente consagrados ao seguimento de Jesus Cristo".


ZENIT - A vida consagrada, imagem do seguimento de Cristo

CF2012- Oração

Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos
pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.

Vosso Filho Jesus Cristo,
em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos
e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.

Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversão
se faça sempre mais, solidária às dores e enfermidades do povo,
e que a saúde se difunda sobre a terra.

Amém.

domingo, 15 de janeiro de 2012

EDUCAR OS JOVENS PARA A JUSTIÇA E A PAZ

Com qual atitude devemos olhar para o novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor « mais do que a sentinela pela aurora » (v. 6), aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia, salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações. Convido-vos a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante. É verdade que, no ano que termina, cresceu o sentido de frustração por causa da crise que aflige a sociedade, o mundo do trabalho e a economia; uma crise cujas raízes são primariamente culturais e antropológicas. Quase parece que um manto de escuridão teria descido sobre o nosso tempo, impedindo de ver com clareza a luz do dia.


Leia Mensagem do Papa Bento XVI no dia mundial da Paz.


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

CF2012- 2. Saúde e salvação para a Igreja


12. A experiência da doença mostra que o ser humano é uma profunda unidade pneumossomática. Não é possível separar corpo e alma. Ao paralisar o corpo, a doença impede o espírito de voar. Mas se, de um lado, a experiência é de profunda unidade, de
outro, é de profunda ruptura. Com a doença passamos a perceber o corpo como um ‘outro’, independente, rebelde e opressor. Ninguém escolhe ficar doente. A doença se impõe. Além de não respeitar nossa liberdade, ela também tolhe nosso direito de ir e vir. A doença é, por isso, um forte convite à reconciliação e à harmonização com nosso próprio ser.

13. A doença é também um apelo à fraternidade e à igualdade, pois não discrimina ninguém. Atinge a todos: ricos, pobres, crianças, jovens, idosos. Com a doença, escancarasse diante de todos nossa profunda igualdade. Diante de tal realidade, a atitude mais lógica é a da fraternidade e da solidariedade.

14. Os temas da saúde e da doença exigem, portanto, uma abordagem ampla, como a proposta pelo Guia para a Pastoral da Saúde, elaborado pelo CELAM (Conferência Episcopal LatinoAmericana). O GPS diz que a saúde é afirmação da vida, em suas múltiplas incidências, e um direito fundamental que os Estados devem garantir (4).O mesmo documento assim define saúde: “saúde é um processo harmonioso de bem-estar físico, psíquico, social e espiritual, e não apenas a ausência de doença, processo que capacita o
ser humano a cumprir a missão que Deus lhe destinou, de acordo com a etapa e a condição de vida em que se encontre(5)”.

15. A vida saudável requer harmonia entre corpo e espírito, entre pessoa e ambiente, entre personalidade e responsabilidade (6). Nesse sentido, o Guia Pastoral, entendendo que a saúde é uma condição essencial para o desenvolvimento pessoal e comunitário, apresenta algumas exigências para sua melhoria:
a. articular o tema saúde com a alimentação; a educação; o trabalho; a remuneração; a promoção da mulher, da criança, da ecologia, do meio ambiente etc.;
b. a preocupação com as ações de promoção da saúde e defesa da vida, que respondem a necessidades imediatas das pessoas, das coletividades e das relações interpessoais.
No entanto, que estas ações contribuam para a construção de políticas públicas e de projetos de desenvolvimento nacional, local e paroquial, calcada em valores como: a igualdade, a solidariedade, a justiça, a democracia, a qualidade de  vida e a participação cidadã(7).

16. Trata-se de uma concepção dinâmica e socioeconômica da saúde que, ao tomar o tema da saúde, não restringe a reflexão a causas físicas, mentais e espirituais, mas avança para as sociais. Com esta abordagem, a Igreja objetiva apresentar elementos para dialogar com a sociedade, a fim de melhorar a situação de saúde da população(8).

4.Cf. CELAM. Guia para a Pastoral da Saúde na América Latina e no Caribe. Centro Universitário São Camilo, São Paulo, 2010, nn. 6-7.
5 GPS, n. 8.
6 Ibid
7 GPS, n. 9.
8 Ibid, n. 10.

Fonte: Texto Base- Ed; CNBB

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

CF2012- 1. Saúde e Doença: dois lados da mesma realidade


7. A vida, a saúde e a doença são realidades profundas, envoltas em mistérios. Diante delas, as ciências não se encontram em condições de oferecer uma palavra definitiva, mesmo com todo o aparato tecnológico hoje disponível. Assim, as enfermidades, o sofrimento e a morte apresentam-se como realidades duras de serem enfrentadas e contrariam os anseios de vida e bem-estar do ser humano.

8. Nas línguas antigas é comum a utilização de um mesmo termo para expressar os significados de saúde e de salvação¹.Na língua grega, soter é aquele que cura e ao mesmo tempo é salvador. Em latim, ocorre o mesmo com salus. Verifica-se o mesmo em outras línguas². Certamente, a convergência destes significados para um único termo é reflexo da dura experiência existencial diante destes fenômenos e a percepção de que o doente necessita ser curado ou salvo da moléstia pela ação de outrem.

9. Outro elemento importante, na antiguidade, para a compreensão da convergência dos significados de saúde e de salvação, é a antropologia de fundo. Sobretudo entre os orientais, o ser humano era concebido de forma unitária, com suas distintas dimensões profundamente integradas. Eles concebiam doenças de ordem corporal e de ordem espiritual, muitas vezes ligadas à ação de espíritos maus e a castigos. Neste contexto, consideravam que não é só o corpo que adoece, nem só a medicina que cura, o que conferia grande importância aos ritos religiosos para a salvação do adoentado.

10. A estreita ligação entre saúde e salvação (cura) e a convergência desses significados em um mesmo termo apontam, portanto,  para uma concepção mais abrangente do que seja a doença. As tendências de excluir a dimensão espiritual na consideração do que seja saúde e doença resultam, pois, em compreensões superficiais destas realidades. Como exemplo, temos a definição de saúde que a OMS (Organização Mundial da Saúde) apresentou, em 1946,  que não incluía a dimensão espiritual: “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças³”.

11. Somente em 2003, a OMS incorporou a espiritualidade na reflexão e na definição da saúde, não sem polêmicas e posicionamentos contrários. Esta nova concepção vem, no entanto, se firmando como uma direção a ser seguida, pois amplia os elementos para a compreensão deste fenômeno, o que é mais condizente com a natureza humana.

¹“É o significado sânscrito de svastha (= bem estar, plenitude), que depois assumiu a forma do nórdico heill e, mais recentemente, Heil, whole, hall nas línguas anglo-saxônicas, que indicam integridade e plenitude. A mesma coisa acontece com o termo soteria na língua grega, segundo a qual justamente Asclépio é considerado sóter: aquele que cura e que é ao mesmo tempo salvador”. TERRIN, A. N. O sagrado off limits: a experiência religiosa e suas expressões. Tradução de Euclides Balancin. São Paulo: Loyola, 1998. p. 154.
² Ibid.
³ 3 Esta definição consta na Constituição da Organização Mundial de Saúde, aprovada em 22 de julho de 1946, Nova Yorque.

Fonte: Texto Base CF-2012 Ed. CNBB

Essa é a hora de afirmarmos nossa fé em Jesus

Querem nos impor um outro 'cristo' que não é Jesus. Com muito jeito e com muita persuasão, querem nos fazer esperar outro 'cristo'. Dizem mesmo que a humanidade inteira sempre esperou por um messias, mas não percebeu que não existiu apenas um, mas vários, dentre eles Jesus. Dizem até que Ele permaneceu por trinta anos no Oriente para adquirir conhecimentos. Tudo para confundir os próprios cristãos.


Leia matéria completa do Mons. Jonas clicando aqui

Livre-se do sentimento de culpa

Mergulhar no amor de Deus é o segredo para livrar-se do sentimento de culpa. Esse sentimento não vem do Senhor. Tudo o que nos escraviza e tira nossa alegria e paz não vem de Deus Pai.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Audio « Christo Nihil Praeponere

Marxismo Cultural e Revolução Cultural – Primeira Aula

Esta é uma série de palestras que busca compilar, de forma sistemática, o tema do Marxismo Cultural que se encontra difuso em diversos vídeos e palestras no site padrepauloricardo.org. O intuito é o de apresentar a revolução cultural dentro da Igreja ou, melhor dizendo, um estudo sistemático das raízes da Teologia da Libertação e de sua atuação dentro da Igreja Católica.
Como reflexão teológica, o objetivo é o de identificar o que está acontecendo com a teologia e a maneira como o pensamento revolucionário está influenciando a forma de pensar a teologia, Deus, a Igreja e o sacerdócio. Porém, para se chegar à teologia é importante conhecer as raízes desta revolução, que se encontram na filosofia.
O curso também irá abordar a razão pela qual a expressão teologia da libertação não é mais tema de discussão. Na realidade, ela já domina hegemonicamente o pensamento da própria Igreja. E é exatamente para desmascarar esse domínio velado que este curso é apresentado aos assinantes do site Christo Nihil Praeponere.
Clique no link abaixo:

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Oratio: A LITURGIA DAS HORAS

Oratio: A LITURGIA DAS HORAS:

Consagração do tempo Cristo estabeleceu que "é preciso orar sempre e nunca desistir” (Lc 18,1). Por isso a Igreja, atendendo fielmente a e...

domingo, 8 de janeiro de 2012

EPIFANIA DO SENHOR - Véspera

Cântico evangélico (MAGNIFICAT) Lc 1,46-55 

 Ant. Recordamos neste dia três mistérios:
Hoje a estrela guia os magos ao presépio.
Hoje a água se faz vinho para as bodas.
Hoje o Cristo no Jordão é batizado
para salvar-nos. Aleluia, aleluia.

A alegria da alma no Senhor 

–46 A minha alma engrandece ao Senhor * 
47 e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador, 
–48 pois ele viu a pequenez de sua serva, * 
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita. 

–49 O Poderoso fez por mim maravilhas * 
e Santo é o seu nome! 
–50 Seu amor, de geração em geração, * 
chega a todos que o respeitam.

–51 Demonstrou o poder de seu braço, * 
dispersou os orgulhosos. 
–52 Derrubou os poderosos de seus tronos * 
e os humildes exaltou.

–53 De bens saciou os famintos, * 
e despediu, sem nada, os ricos. 
–54 Acolheu Israel, seu servidor, * 
fiel ao seu amor, 

–55 como havia prometido aos nossos pais, * 
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre. 

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. * 
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

 Ant. Recordamos neste dia três mistérios:
Hoje a estrela guia os magos ao presépio.
Hoje a água se faz vinho para as bodas.
Hoje o Cristo no Jordão é batizado
para salvar-nos. Aleluia, aleluia.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Salmo 37


Temos pedido com o coração ou com os lábios? 

Põe no Senhor tuas delicias e ele te dará o que teu coração pede.

1.
[ De Davi. ] Não te irrites por causa dos maus nem invejes os malfeitores.

2.
Pois como o capim vão ser logo cortados, e como o mato verde vão secar.

3.
§ Espera no SENHOR e faze o bem: assim permanecerás na terra e terás segurança.

4.
Põe no SENHOR tuas delícias e ele te dará o que teu coração pede.

5.
§ Entrega ao SENHOR o teu futuro, espera nele, que ele vai agir.

6.
Fará brilhar como luz tua justiça e o teu direito como o meio-dia.

7.
§ Descansa no Senhor e nele espera. Não te irrites por causa dos que prosperam, por causa do homem intrigante.

8.
Desiste da ira, depõe o furor, não te irrites, só iria piorar.

9.
Pois quem faz o mal será exterminado, mas quem espera no SENHOR possuirá a terra.

10.
§ Daqui a pouco não existirá o ímpio; se olhares para seu lugar, não o encontrarás.

11.
Mas os humildes herdarão a terra, vão se alegrar com uma paz imensa.

12.
§ O ímpio trama contra o justo e range os dentes contra ele,

13.
mas o SENHOR se ri do ímpio, pois sabe que está chegando o seu dia.

14.
§ Os maus puxam a espada e retesam o arco, para atingir o humilde e o pobre, para matar os retos de coração.

15.
Sua espada vai penetrar no seu próprio coração, seu arco será quebrado.

16.
§ Mais vale o pouco que tem o justo do que a abundância dos ímpios.

17.
Pois os braços dos ímpios se quebrarão, mas o SENHOR é quem sustenta os justos.

18.
§ O SENHOR conhece os dias dos inocentes, eterna será sua herança.

19.
No tempo da calamidade não serão confundidos, nos dias de fome serão saciados.

20.
§ Os ímpios morrerão, os inimigos do SENHOR como as flores do campo vão murchar, e desaparecer como fumaça.

21.
O ímpio toma emprestado e não devolve, mas o justo tem piedade e doa.

22.
§ Pois quem tem a bênção de Deus possuirá a terra, quem é por ele maldito será exterminado.

23.
O SENHOR firma os passos do homem, sustenta aquele cujo caminho lhe agrada.

24.
Se ele cair, não ficará prostrado, pois o SENHOR segura sua mão.

25.
§ Fui criança e agora estou velho: nunca vi um justo abandonado nem um descendente seu pedindo pão.

26.
Sempre se compadece e empresta, e sua posteridade vive abençoada.

27.
§ Foge do mal e faze o bem, para viveres para sempre.

28.
Pois o SENHOR ama a justiça, não abandona seus devotos. Os maus serão destruídos para sempre, a sua descendência, eliminada.

29.
Os justos possuirão a terra, e nela para sempre vão morar.

30.
§ A boca do justo fala a sabedoria, sua língua diz o que é justo.

31.
A lei do seu Deus está no seu coração, seus pés não vacilam.

32.
O malvado espreita o justo, busca um modo de o matar.

33.
O SENHOR não abandona o justo na mão do ímpio, não deixará que ele seja condenado no julgamento.

34.
§ Espera no SENHOR e observa seu caminho. Ele te exaltará, para herdares a terra e assistires com alegria a exclusão dos ímpios.

35.
Eu vi o ímpio em sua arrogância crescendo como um cedro frondoso.

36.
Passei depois e não estava mais lá, procurei-o e não o encontrei.

37.
§ Observa o justo e vê o homem reto, pois o homem de paz tem futuro.

38.
Mas os rebeldes todos serão destruídos, a posteridade dos maus será exterminada.

39.
A salvação dos justos vem do SENHOR, é ele seu refúgio no tempo da desgraça.

40.
O SENHOR os ajuda e os livra, livra-os dos ímpios e os salva, pois nele buscaram refúgio.
Ref. Bíblia da CNBB

CF2012- Introdução

Após uma paralisação, problemas técnicos, estamos retornando as postagens. Que o ano de 2012 seja uma benção a cada leitor. 



Introdução
1. A Igreja no Brasil, para enfrentar os grandes desafios à ação evangelizadora, percebe a necessidade de voltar às fontes e recomeçar a partir de Jesus Cristo. Toda a ação eclesial brota de Jesus Cristo e se volta para Ele e para o Reino do Pai. No contexto eclesial, não há como empreender ações pastorais sem nos colocarmos diante de Jesus Cristo.

2. Esta perspectiva norteia as novas Diretrizes Gerais da Ação Pastoral. Ela é condição para que, na Igreja, aconteça uma conversão pastoral que a coloque em estado permanente de missão, com o advento de inúmeros discípulos missionários, enraizados em critérios sólidos para ver, julgar e agir no enfrentamento dos problemas concretos e urgentes da vida de nosso povo.

3. A Campanha da Fraternidade, celebrada na quaresma, intensifica o convite à conversão. Ela contribui incisivamente para que este processo ocorra e alargue o horizonte da vivência da fé, na medida em que traz, para a reflexão eclesial, temas de cunho social, portadores de sinais de morte, para suscitar ações transformadoras, segundo o Evangelho.

4. Nesse ano, o tema proposto é “Fraternidade e a Saúde Pública”, com o lema: Que a saúde se difunda sobre a terra (cf. Eclo 38,8).
A saúde integral é o que mais se deseja. Há muito tempo, ela vem sendo considerada a principal preocupação e pauta reivindicatória da população brasileira, no campo das políticas públicas.

5. O SUS (Sistema Único de Saúde), inspirado em belos princípios como o da universalidade, cuja proposta é atender a todos, indiscriminadamente, deveria ser modelo para o mundo. No entanto, ele ainda não conseguiu ser implantado em sua totalidade 12 e ainda não atende a contento, sobretudo os mais necessitados destes serviços.

6. Entendendo ser um anseio da população, especialmente da mais carente, um atendimento de saúde digno e de qualidade, a Campanha da Fraternidade 2011 aborda o tema da saúde, conforme os objetivos a seguir propostos.

Objetivo Geral
Refletir sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobilizar por melhoria no sistema público de saúde.

Objetivos Específicos
a. Disseminar o conceito de bem viver e sensibilizar para a prática de hábitos de vida saudável;

b. sensibilizar as pessoas para o serviço aos enfermos, o suprimento de suas necessidades e a integração na comunidade;

c. alertar para a importância da organização da pastoral da Saúde nas comunidades: criar onde não existe, fortalecer onde está incipiente e dinamizá-la onde ela já existe;

d. difundir dados sobre a realidade da saúde no Brasil e seus desafios, como sua estreita relação com os aspectos socioculturais de nossa sociedade;

e. despertar nas comunidades a discussão sobre a realidade da saúde pública, visando à defesa do SUS e a reivindicação do seu justo financiamento;

f. qualificar a comunidade para acompanhar as ações da gestão pública e exigir a aplicação dos recursos públicos
com transparência, especialmente na saúde.

Fonte: Texto-Base Edições CNBB
www.cnbb.com.br