FÁTIMA, quarta-feira, 13 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – O Santuário de Fátima recordou nesta quarta-feira as 33 vítimas do desabamento de terra na mina de São José, no Chile, que começaram a ser resgatados ontem.
“O nosso pensamento neste momento vai com alegria para o Chile, onde estão a ser resgatados os mineiros que estavam soterrados”, disse o bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, no momento final da missa da peregrinação internacional de Outubro.
Os peregrinos presentes no Santuário de Fátima responderam às palavras do bispo com uma grande salva de palmas.
“Demos graças a Deus e a Nossa Senhora e mandamos votos de felicitações para os nossos irmãos do Chile”, concluiu.
Fonte: zenit.org
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Padre Paulo Ricardo responde a um protestante
Fonte: Entrevista de Padre Paulo Ricardo dada ao programa Escola da Fé - Professor Felipe Aquino na TV Canção Nova.
ESCOLA DA FE - Ciência e Fé — Prof. Felipe E Pe Paulo Ricardo
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Escola da Fé - apresentação Prof. Felipe Aquino
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Consagração a Nossa Senhora
Oh, Minha Senhora e também minha mãe
Eu me ofereço, inteiramente, todo a vós.
E em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração.
Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca
Tudo o que sou, desejo que a vós pertença
Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me,
Como filho e propriedade vossa, Amém
Como filho e propriedade vossa, Amém.
Oh, Minha Senhora e também minha mãe
Eu me ofereço, inteiramente, todo a vós.
E em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração.
Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca
Tudo o que sou, desejo que a vós pertença
Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me,
Como coisa e propriedade vossa, Amém
Como coisa e propriedade vossa, Amém.
domingo, 17 de outubro de 2010
Carmita Overbeck - Texto
Apenas Pedale!
No começo, eu via Deus como um observador, como meu juiz que levava em conta as coisas que eu fazia, para saber se por elas, merecia o céu ou o inferno.
Ele estava aí fora como um personagem. Eu o conhecia seu retrato, mas não o conhecia.
Mais adiante, quando conheci Cristo, a vida se transformou em um passeio de bicicleta. Era uma bicicleta para dois, e Cristo ia na parte de trás ajudando-me a pedalar.
Não me lembro quando, ele sugeriu que mudássemos de lugar. Desde então, a vida já não era mais a mesma! Cristo faz a vida ser fascinante. Quando eu dirigia, conhecia o caminho. Era algo aborrecido e eu já sabia o que iria acontecer. Tomava o caminho mais curto entre dois pontos.
Não me lembro quando, ele sugeriu que mudássemos de lugar. Desde então, a vida já não era mais a mesma! Cristo faz a vida ser fascinante. Quando eu dirigia, conhecia o caminho. Era algo aborrecido e eu já sabia o que iria acontecer. Tomava o caminho mais curto entre dois pontos.
Quando ele dirigia, conhecia deliciosos e longos atalhos, subindo e descendo as montanhas através de lugares rochosos a uma velocidade de quebrar o pescoço. Tudo o que eu podia fazer era agarrar-me a ele e agüentar, mesmo que parecesse uma loucura.
Ele me dizia: “Pedale!”
Eu, preocupada e ansiosa, perguntava: “Aonde me levas?” Ele sorria e não respondia e eu... comecei a confiar. Esqueci a tristeza da vida e me lancei à aventura, e se às vezes dizia: “Estou assustada”, Jesus se inclinava e tocava minha mão.
Levou-me a conhecer gente que me dava presentes de cura, de aceitação, de alegria e de paz para a nossa viagem.
Ele dizia: - “Dá esses presentes” – e eu os dava às pessoas com quem encontrávamos, e descobri que dando eu recebia, e que a carga se tornava leve.
No início, eu não lhe confiava a direção da minha vida. Pensava que podia causar acidente. Mas ele sabe dar a inclinação perfeita à bicicleta nas curvas fechadas, saltar grandes pedras, voar para suavizar as passagens perigosas.
Estou aprendendo a calar-me e a pedalar nos lugares mais estranhos. Estou começando a desfrutar do panorama e da fresca brisa no rosto. Ele me olha, sorri e me diz: “PEDALE!”
Assim, confiante, você poderá transformar sua vida num delicioso passeio de bicicleta! Experimente! Apenas, pedale!
Eu, preocupada e ansiosa, perguntava: “Aonde me levas?” Ele sorria e não respondia e eu... comecei a confiar. Esqueci a tristeza da vida e me lancei à aventura, e se às vezes dizia: “Estou assustada”, Jesus se inclinava e tocava minha mão.
Levou-me a conhecer gente que me dava presentes de cura, de aceitação, de alegria e de paz para a nossa viagem.
Ele dizia: - “Dá esses presentes” – e eu os dava às pessoas com quem encontrávamos, e descobri que dando eu recebia, e que a carga se tornava leve.
No início, eu não lhe confiava a direção da minha vida. Pensava que podia causar acidente. Mas ele sabe dar a inclinação perfeita à bicicleta nas curvas fechadas, saltar grandes pedras, voar para suavizar as passagens perigosas.
Estou aprendendo a calar-me e a pedalar nos lugares mais estranhos. Estou começando a desfrutar do panorama e da fresca brisa no rosto. Ele me olha, sorri e me diz: “PEDALE!”
Assim, confiante, você poderá transformar sua vida num delicioso passeio de bicicleta! Experimente! Apenas, pedale!
Extraída do livro Vinde à Parte e Descansai um Pouco, de Carmita Overbeck, publicado pelas Edições Paulinas, São Paulo, 1997.
Fonte: www.carmitaoverbeck.com
Igreja Católica: Organização e Governo
Como sociedade estruturada, a Igreja Católica está organizada e governada especialmente em base a jurisdições correspondentes ao Papa e aos bispos.
O Papa é a cabeça suprema da Igreja. Ele tem a primazia de jurisdição como a honra sobre toda a Igreja.
Os bispos, em união e subordinados ao Papa, são os Sucessores dos Apóstolos para o cuidado da Igreja e para continuar com a missão do Senhor Jesus no mundo. Eles servem o povo de sua própria diocese, ou igrejas particulares, com autoridade ordinária e jurisdição. Eles também compartilham com o Papa, e entre eles, a comum preocupação e esforço pelo bom andamento de toda a Igreja.
Os bispos de status especial são os patriarcas do Rito Pascal, que dependem somente do Santo Padre, são cabeças dos fiéis que pertencem a estes ritos em todo o mundo.
Os bispos são diretamente responsáveis perante o Papa, pelo exercício de seu ministério ao serviço de seu povo em várias jurisdições ou divisões da Igreja pelo mundo.
Podem ser: Arcebispos residentes e Metropolitanos (cabeças de arquidiocese), Bispos diocesanos (cabeças de dioceses), Vigários e Prefeitos Apostólicos (cabeças de pastorais apostólicas e prefeituras apostólicas), Prelados (cabeças de uma Prelatura) e Administradores Apostólicos (responsáveis temporais por uma jurisdição).
Cada um destes, em seus respectivos territórios e de acordo com a lei canônica, têm jurisdição ordinária sobre os párocos (que são responsáveis pela administração das paróquias), sacerdotes, religiosos e leigos.
Também dependem diretamente do Santo Padre os Arcebispos e Bispos titulares, ordens religiosas e congregações de Direito Pontifício, institutos e faculdades Pontifícias, Núncios do Papa e Delegados Apostólicos.
Assistindo o Papa e atuando em seu nome no governo central e administração da Igreja estão os cardeais da Cúria Romana.
Fonte: www.acidigital.com
Vivonafe Recomenda a leitura
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Acabei de ler o livro UMA HISTÓRIA QUE NÃO É CONTADA. O professor Felipe Aquino nos brinda com esse trabalha onde ele com muita clareza percorre a verdadeira história da Igreja. O propósito é mostrar a grande contribuição que a Igreja Católica tem dado a humanidade ameaçada pelo materialismo e pela cultura da morte.
Uma História que não é contada.
Autor: Prof. Felipe Aquino
Editora Cléofas
Veja o Texto da orelha do livro:
Muitos estudantes secundários e universitários têm uma visão deformada a respeito da Igreja Católica, sua vida e sua história. Isto tem muito a ver com a imagem distorcida que muitos professores, lhes passam. Também a mídia, muitas vezes, cujos elementos foram formados nas mesmas universidades, é a causa de uma visão negativa e deturpada da Igreja. Há uma má vontade explícita contra a Igreja. Supervalorizam-se os erros de alguns filhos da Igreja e se escondem as grandes luzes que a Igreja projetou sobre o mundo desde Jesus Cristo.
Debaixo de um ódio ideológico à Igreja Católica, filósofos dito “iluministas” deram à Idade Média cristã o título de “Idade das Trevas”, chamando o movimento deles de “iluminista”, como se “jogasse luz sobre as “trevas” da Idade Média e da Fé Católica”. Eles acusavam injustamente a Igreja de “inimiga da Razão” e do desenvolvimento das Ciências; e que pretendia encarcerar o homem nas trevas da Religião através dos dogmas; e inimiga da liberdade.
Esta triste e injusta mentalidade, anti-histórica, ainda existe hoje em nossas universidades, embora amplamente desmentida pelos historiadores modernos, como você poderá ver neste livro.
Boa leitura!
Estudando o Catecismo da Igreja Católica- VI Parte
Finalizando o estudo DEUS CRIOU O MUNDO POR AMOR, veremos :
5. O trabalho e o domínio da terra.
Deus podia ter criado todas as coisas tal e como existem; por exemplo, as mesas e as cadeiras, as centrais elétricas... Mas quis que o homem dominasse a criação trabalhando e tirando proveito das mesmas. Quando o homem trabalha, colabora com Deus para dominar a criação, já que Deus assim o desejou. E como na criação Deus fez tudo muito bem, porque é Deus e porque Lhe move o amor que tem aos homens, assim o homem precisa fazer bem as coisas, por amor a Deus, para que quando Deus veja esse trabalho, possa dizer: "O que faz o homem está bem feito". É necessário fazer tudo com dedicação e esforço, oferecendo-o a Deus.
6. Deus conserva e governa o mundo..
Para que as coisas durem, procuramos conserva-las: reparam-se os defeitos, engraxam-se as máquinas, protegem-se do frio ou do calor...; se não cuidamos das coisas, elas se estragam e não servem mais para nada. Podemos imaginar assim a conservação do mundo, com a diferença de que, se Deus não o conservasse, desapareceria, voltaria ao nada. Além disso, Deus governa o mundo, de maneira especial aos homens, com umas leis que estão impressas em sua natureza, respeitando sempre a liberdade que lhes deu, como um dos grandes presentes.
7. Oferecer o trabalho do dia e mostrar agradecimento ao Senhor.
Ao iniciar o dia devemos oferecer a Deus tudo o que vamos fazer. Podemos usar esta oração: "Adoro-Te, Meu Deus, e amo-te de todo o coração; dou-Te graças por me terdes criado, feito cristão e conservado nesta noite. Ofereço-Te todas as minhas obras e Te peço que me guardes neste dia de todo pecado e me livres de todo o mal. Amém" Para não comer como os pagãos que não conhecem a Deus, nós, cristãos, costumamos abençoar a mesa e agradecer depois de comer. Podemos dizer, antes de comer: "Abençoai, Senhor, estes alimentos que, por Tua bondade, vamos tomar". E ao terminar de comer: "Nós Te agradecemos, Senhor, pelos benefícios que recebemos de Tuas mãos." O agradecimento deve abarcar nossa vida inteira, que é um dom de Deus.
8. Ter confiança em Deus.
O conhecimento da Providência que Deus exerce sobre o mundo e sobre cada um de nós, deve levar-nos a uma decisão confiada de pormo-nos em Suas mãos, para que de verdade e para sempre seja Ele a fonte de nossa serenidade, segurança e alegria.
9. Propósitos de vida cristã.
- Procurar fazer todas as manhãs o oferecimento do dia, ao levantar-se. Pode-se usar o Oferecimento do "Apostolado da Oração", por exemplo.
- Acostumar-se a oferecer a Deus tudo o que se faz, procurando fazer tudo com a maior perfeição e amor possíveis.
Fonte: Livro "Curso de Catequesis" do Editorial Palavra, España
Tradução: Pe. Antônio Carlos Rossi Keller
Comentando o Evangelho
Publicamos o comentário ao Evangelho do domingo, 17 de outubro, XXIX do Tempo Comum (Lc 18, 1-8), redigido por Dom Jesús Sanz Montes, ofm, arcebispo de Oviedo (Espanha).
O ensinamento de Jesus sobre a oração não era uma questão banal. Ele queria ensinar seus discípulos a orar de tal maneira que permanentemente pudessem estar falando com e escutando Quem está permanentemente disposto a acolher nossas palavras e nos dirigir as suas.
O Mestre lhes propõe uma parábola com dois personagens curiosos: um juiz e uma viúva. A pessoa mais desprotegida que demanda ajuda ao juiz menos indicado. Como se resolveria a demanda da pobre mulher perante a falta de misericórdia do injusto juiz?
Disse Jesus que aquele juiz de muita lei e pouco coração terminou por ceder à viúva e determinou fazer justiça perante o adversário desta. Mas não porque houvesse mudado no seu interior, simplesmente para proteger o seu exterior, quer dizer, por puro temor e para que o deixassem em paz. Aqui para o Senhor e diz aos discípulos: “escutai bem o que diz esse juiz iníquo!” Ao final fez justiça a uma pobre mulher que suplicava. Um homem que não foi capaz de fazer isso pela verdadeira razão: o serviço ao outro, o direito do outro, o amor ao outro, o fez por egoísmo, por amor a si mesmo... mas fez. E Deus, que fará? Como se comportará perante seus eleitos que dia e noite gritam a Ele e suplicam?
O cristão é aquele que precisamente aprende a viver a partir da inesgotável relação com seu Deus e Senhor, em um contínuo face a face perante seu bendito Rosto, com um constante saber-se visto pelos olhos do Outro. Esta Presença que é sempre companhia e jamais foge. Não tira dos cristãos a fadiga apaixonante do viver cada dia com suas luzes e sombras, mas permite vivê-lo de outro modo, a partir de outros Olhos que nos veem, a partir de outro Coração que nos ama e por nós palpita, e a partir de outra Vida que nos acolhe, presenteando-nos a felicidade.
A oração, como certeza de uma companhia daquela que nos fala e olha, é uma educação para a vida: também nós, cristão, podemos sofrer todas as provações, mas nunca com tristeza e desesperança. A circunstância pode não mudar, mas o nosso modo de olhá-la e vivê-la sim, porque sabemos que Deus nos acompanha sem interrupção, em horário completo e sem declínio.
Fonte: http://www.zenit.org
O ensinamento de Jesus sobre a oração não era uma questão banal. Ele queria ensinar seus discípulos a orar de tal maneira que permanentemente pudessem estar falando com e escutando Quem está permanentemente disposto a acolher nossas palavras e nos dirigir as suas.
O Mestre lhes propõe uma parábola com dois personagens curiosos: um juiz e uma viúva. A pessoa mais desprotegida que demanda ajuda ao juiz menos indicado. Como se resolveria a demanda da pobre mulher perante a falta de misericórdia do injusto juiz?
Disse Jesus que aquele juiz de muita lei e pouco coração terminou por ceder à viúva e determinou fazer justiça perante o adversário desta. Mas não porque houvesse mudado no seu interior, simplesmente para proteger o seu exterior, quer dizer, por puro temor e para que o deixassem em paz. Aqui para o Senhor e diz aos discípulos: “escutai bem o que diz esse juiz iníquo!” Ao final fez justiça a uma pobre mulher que suplicava. Um homem que não foi capaz de fazer isso pela verdadeira razão: o serviço ao outro, o direito do outro, o amor ao outro, o fez por egoísmo, por amor a si mesmo... mas fez. E Deus, que fará? Como se comportará perante seus eleitos que dia e noite gritam a Ele e suplicam?
O cristão é aquele que precisamente aprende a viver a partir da inesgotável relação com seu Deus e Senhor, em um contínuo face a face perante seu bendito Rosto, com um constante saber-se visto pelos olhos do Outro. Esta Presença que é sempre companhia e jamais foge. Não tira dos cristãos a fadiga apaixonante do viver cada dia com suas luzes e sombras, mas permite vivê-lo de outro modo, a partir de outros Olhos que nos veem, a partir de outro Coração que nos ama e por nós palpita, e a partir de outra Vida que nos acolhe, presenteando-nos a felicidade.
A oração, como certeza de uma companhia daquela que nos fala e olha, é uma educação para a vida: também nós, cristão, podemos sofrer todas as provações, mas nunca com tristeza e desesperança. A circunstância pode não mudar, mas o nosso modo de olhá-la e vivê-la sim, porque sabemos que Deus nos acompanha sem interrupção, em horário completo e sem declínio.
Fonte: http://www.zenit.org
Evangelho do dia -17-10-2010
29º do Tempo Comum (Ano “C”), 1ª Semana do Saltério , cor Litúrgica Verde
Evangelho, Lucas (Lc 18, 1-8)
Naquele tempo, 1Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo: 2"Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. 3Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: 'Faze-me justiça contra o meu adversário!'
4Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: 'Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. 5Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!’”
6E o Senhor acrescentou: "Escutai o que diz este juiz injusto. 7E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? 8Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?" Palavra da Salvação!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Estudando o Catecismo da Igreja Católica- VI Parte
Dando continuidade ao nosso estudo estamos vendo nesse capitulo DEUS CRIOU O MUNDO POR AMOR, vamos agora ver as idéias principais:
1. Deus é eterno.
Só Deus é propriamente eterno, quer dizer, não tem princípio nem fim. Em Deus, não existe passado nem futuro, mas UM PRESENTE IMUTÁVEL. Houve um momento no qual só Deus existia, mas Ele quis comunicar suas perfeições a outros seres; quis criar o mundo e especialmente, o homem, que foi feito à imagem e semelhança de Deus. Deus pensou em todos os homens - em cada um de nós - muito antes de nos criar. Não existíamos e já nos amava. E como Deus ama o homem, preparou para ele um lugar estupendo: o mundo com todas as suas maravilhas (o mar, as montanhas, os animais, as plantas, o céu etc..).
2. Deus criou o mundo do nada.
O homem necessita tempo e esforço para construir um edifício ou fabricar um objeto, além, é lógico, de um material pré existente. Deus, porém, fez todas as coisas com um só instante de Seu querer e tudo criou do nada. Antes de que Deus tudo criasse, não existia nada.
3. Criar não é o mesmo que fabricar.
Dizemos que Deus criou o mundo, e não que Deus fabricou o mundo, para indicar que, quando tudo começou a existir, não havia nada, sendo que foi Deus quem fez tudo, para que existisse. Criar quer dizer "fazer que exista algo que antes não existia, tirando-o do nada". O homem não pode criar, pode modificar, por exemplo, o curso de um rio, ou fabricar um tecido, usando para isto como matéria prima o algodão ou fibras sintéticas, ou montar um carro, usando peças previamente fabricadas.
4. Deus criou tudo para Sua glória e honra.
Quando contemplamos uma obra de arte - uma catedral, por exemplo -, nos maravilhamos e louvamos o gênio de seu autor. Aquela obra de arte é uma glória aos que a construíram. Ao contemplar a grandeza do mundo: os astros, o mar, as plantas; ao ver a perfeição das coisas pequenas: um passarinho, um inseto, nos maravilhamos e louvamos a Deus, autor de tudo. O mundo é uma manifestação da perfeição divina, um reflexo do que Deus é. O mundo canta a glória de Deus. A esta glorificação deve unir-se o homem, não somente por ser criatura de Deus, a mais perfeita da criação visível, mas também porque Deus colocou todas as coisas a seu serviço. Pensando no homem, Deus criou todas as coisas e as colocou em suas mãos..
Na próxima postagem continuaremos a ver as idéias principais desse capitulo.
bom estudo!
Vivonafe Noticias
Fonte:site arquidiocese de natal
Foto: José Bezerra
Igreja Matriz da Cidade Verde
No dia 23, pela manhã, haverá encontros com as pastorais da Juventude e da Catequese, além dos Conselhos Pastorais. No mesmo horário, o Arcebispo e padres do 3º zonal atenderão fiéis em confissão. À tarde, acontecerá a assembleia pastoral paroquial e, à noite, celebração eucarística, encerrando a visita.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Vivonafe Noticias
A Comunidade Católica Shalom traz a Natal o professor Felipe Aquino. Ele vem para participar do Congresso Famílias para Cristo, uma promoção do Projeto Família da comunidade Shalom. O evento acontece no próximo final de semana, dias 16 e 17 a partir das 8h. O coordenador do Projeto Família em Natal, Marcos Brasil, explica que o Congresso Famílias para Cristo já acontece em várias cidades brasileiras, sempre mobilizando milhares de famílias e fazendo com que "elas tenham uma experiência real com o Cristo Ressuscitado" conta.
Em Natal o evento será realizado no próximo final de semana com a presença do professor Felipe Aquino, no entanto, a abertura oficial acontece na próxima sexta-feira a partir das 19h30 com uma missa na Catedral Metropolitana.
Marcos diz ainda que o tema do congresso é: "Família, firmai-vos na rocha que é Cristo" e para favorecer aos participantes a ter de fato a experiência com esta rocha que é o próprio Cristo, o evento proporciona uma vasta programação contendo louvor, adoração, missa epalestras, que abordarão temas ligados a família e também ao namoro, matrimônio e história da igreja.
Para facilitar o acesso de quem não tem carro ao evento, os organizadores do encontro conseguiram disponibilizar um ônibus que estará saindo do Via Direta com destino ao Ginásio do Campus da UFRN pela manhã e a tarde.
Fonte: Diário de Natal
Vivonafe Noticias
Papa Bento XVI reza pelo resgate dos 33 mineiros no Chile
13/10/2010
O papa Bento XVI expressou nesta quarta-feira, 13, sua esperança com o resgate dos 33 mineiros presos há 69 dias na mina San José, no Chile, dizendo que reza pela "bondade divina".
"Continuo com esperança de encomendar a bondade divina aos mineiros da região do Atacama", afirmou o pontífice, saudando em espanhol os peregrinos que assistiam à audiência na praça São Pedro, no Vaticano.
Até o momento da publicação desta matéria 18 dos 33 mineiros soterrados já foram retirados da mina nesta quarta-feira, na reta final da extraordinária operação montada para salvá-los.
Na semana passada, Bento XVI já havia declarado que rezava "fervorosamente" pelos mineiros chilenos.
Fonte: CNBB.org.br
13/10/2010
"Continuo com esperança de encomendar a bondade divina aos mineiros da região do Atacama", afirmou o pontífice, saudando em espanhol os peregrinos que assistiam à audiência na praça São Pedro, no Vaticano.
Até o momento da publicação desta matéria 18 dos 33 mineiros soterrados já foram retirados da mina nesta quarta-feira, na reta final da extraordinária operação montada para salvá-los.
Na semana passada, Bento XVI já havia declarado que rezava "fervorosamente" pelos mineiros chilenos.
Fonte: CNBB.org.br
Liturgia das Horas- parte IV
A Liturgia das Horas na Igreja Nascente
A Igreja nascente tinha consciência de sua vocação de comunidade orante. Existem alguns horários privilegiados (at 10,9; 16,25) e vemos em vários documentos da comunidade nascente como na Didaqué <... assim orareis três vezes por dia> (Cap 8). E assim vários outros escritos do início da Igreja nos falam de horários para as orações. Porém no século IV se firmam duas tradições de oração comunitária da Igreja: O Ofício da Igreja Catedral e o Ofício Monástico.
Ofício da Igreja Catedral
Inspirado no contar do tempo dos judeus: experiência pascal diária pela tarde e pela manhã. Surgiu então o ofício diários dos louvores matinais, as LAUDES, e dos louvores vespertinos, as VÉSPERAS. Este era o ofício das Igrejas locais e participavam todo o povo: Bispo, presbíteros, diáconos, ministros, religiosos e leigos.
Artigo nº: 154 Categoria: Liturgia
Titulo do Artigo: A Liturgia das Horas
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A ESTRADA QUE ESTÁ À FRENTE
Pobre e infeliz do homem ou da mulher que se aprisiona no passado. O seu presente não é levado em conta e sua vida é um tormento sem fim.
Há dois tipos de pessoas presas no passado. O primeiro é o daquelas que tiveram experiências boas, mas não conseguiram acompanhar os sinais dos tempos e começaram a ver como maléficos os avanços da modernidade. Essas pessoas tornaram-se anacrônicas e com muita ingenuidade elegem como "o seu tempo" aquele tempo que já se foi. Muitas vezes os pais, para reclamarem dos filhos, dizem
: "No meu tempo não era assim". Essas pessoas sofrem porque tiveram um tempo "bom" e agora, como medo do presente, agem como se não estivessem vivendo mais.
O segundo tipo de pessoas também muito sofredoras é o daquelas que experimentaram fatos muito tristes, dolorosos, traumáticos, e não conseguiram se libertar deles. O passado delas é tenebroso. Entrar nele é uma tortura sem fim, pois há sempre o reencontro com o inimigo, causador do ódio, da mágoa, do rancor.
Se o passado é doloroso, porque então as pessoas donas desse passado vivem voltadas para ele? Para chegar a uma resposta a esta pergunta temos que entender a intenção do inimigo dessas pessoas. O inimigo é alguém que abre as feridas em suas vítimas e ao mesmo tempo entrega a elas uma arma poderosa para continuar possuindo-as e para manter sempre abertas as suas feridas. A esta arma é que se dá o nome de ódio.
As pessoas que fazem o mal são aquelas que amam a morte e fazem da morte o seu objetivo. Vivem para a morte. O ódio delas é um sentimento de morte. Elas fazem do ódio o seu prazer. Mas o seu prazer maior é suscitar o ódio e colocar as pessoas neste estado de morte. Noutras palavras, é ver as pessoas das quais sentem grande inveja num estado de igualdade.
Deus enviou ao mundo os profetas, seus porta-vozes, para alertar o seu povo a mudar o deserto intransitável de suas vidas e a olhar para a estrada que está à sua frente (Cf. Is 43,18-19). Como não foi ouvido, a não ser por uma minoria, Ele mesmo veio ao mundo para fazer vingança. Mas a sua vingança se diferencia totalmente daquela praticada pelos homens. A sua vingança é uma boa notícia de libertação aos acorrentados pela cegueira, pela surdez, pela paralisia, pela pobreza, pelos preconceitos, pela ignorância, pelos vícios, pelo fanatismo etc.
O Cristo nos liberta do passado, nos introduz num tempo presente de graça e nos mostra o caminho aberto diante de nós. Este é um tempo para as pessoas de todas as idades. É um tempo para os que estão se sentindo velhos, inúteis, olharem a vida para a frente.
E este é também um tempo para arrebentar as correntes do ódio. A arma poderosa que nós cristãos temos para atingir, como uma bomba, o coração dos inimigos e desarmá-los é a mesma que está em nossos corações: o Amor.
D. Josias Dias da Costa, OSB.
(InFormAção, vol. 3, nº 12 Goiânia, Dezembro 2001
Deserto: (Momento para refletir)
1) Ainda estou amarrado ao meu passado?
2) Tenho percebido o caminho que Deus tem me mostrado?
Títulos de Nossa Senhora - II Parte
Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida,
Aparecida tornou-se desde então conhecida pelos Estados vizinhos e por todo o Brasil. Numerosas caravanas de romeiros vinham mesmo de grandes distâncias, em viagens penosas de dias e semanas para visitarem Nossa Senhora Aparecida, lhe renderem graças e pedirem proteção. O nome de Nossa Senhora sempre foi no Brasil por todos invocado em momentos de aflição e perigo e sua devoção é praticada em quase todas as casas.
A capela de Nossa Senhora Aparecida, durante o tempo, foi por diversas vezes reformada, tornou-se igreja até chegar a atual basílica. A partir de 1894, o prelado constatou número insuficiente de sacerdotes e por isso obteve a vinda de religiosos da Congregação Redentorista que passaram a exercer a direção espiritual da igreja e das romarias.
Novo progresso trouxe o ano jubilar de 1900, em que por iniciativa do bispo do Rio de Janeiro e do Bispo de São Paulo, foram organizadas peregrinações diocesanas e paroquiais ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Desde então, além dos romeiros que vem sós ou em pequenos grupos, chegam anualmente em Aparecida numerosas peregrinações chefiadas pelo respectivo bispo ou vigário, contando com milhares de romeiros vindos de todos os pontos do Brasil.
Um grande dia foi para os devotos de Nossa Senhora Aparecida o dia 08 de setembro de 1904 (dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição), em que a imagem foi coroada por ordem do Santo Padre. Assistiram à grande solenidade o Núncio Apostólico e todo o episcopado de diversas regiões do Brasil, além do presidente da República, através de seu representante. Todo o episcopado e o povo fizeram solene consagração a Nossa Senhora Aparecida com entusiásticas ovações a Nossa Senhora no momento de sua coroação.
Depois da coroação, o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida mais outros favores: Ofício e missa própria de Nossa Senhora Aparecida, indulgências para os romeiros que vem em peregrinação ao Santuário. Em 1908 elevou a Igreja de Nossa Senhora à dignidade de Basílica. Por esse motivo ela foi solenemente sagrada a 5 de setembro de 1909 e no ano seguinte foram nela depositados os ossos de São Vicente Mártir, trazidos de Roma com permissão do Papa.
Nas festas e no congresso sempre se manifestou o desejo que Nossa Senhora Aparecida fosse declarada oficialmente padroeira do Brasil e o episcopado apresentou este desejo ao Santo Padre. Acolheu o Papa Pio XI favoravelmente os pedidos dos bispos e dos católicos do Brasil e, por decreto de 16 de julho de 1930 proclamou a Virgem Aparecida Padroeira principal de todo o Brasil.
Em 1967, ao completar-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário o Título de “Rosa de Ouro”, reconhecendo a importância da santa devoção.
Em 04 de julho de 1980, o Papa João Paulo II, em sua histórica visita ao Brasil, consagrou a Basílica de Nossa Senhora Aparecida em solene missa celebrada, revigorando a devoção à Santa Maria, Mãe de Deus.
No mês de maio de 2004, o Papa João Paulo II concedeu indulgências aos devotos de Nossa Senhora Aparecida, por ocasião das comemorações do centenário da coroação da imagem e proclamação de Nossa Senhora como Padroeira do Brasil.
Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida, rogai por nós!
Estudando o Catecismo da Igreja Católica- VI Parte
Dando continuidade ao nosso estudo do Catecismo da Igreja Católica, iremos postar em partes menores para uma melhor fixação. Hoje começaremos estudar o 6º tema :
DEUS CRIOU O MUNDO POR AMOR
INTRODUÇÃO:
"No princípio, Deus criou o céu e a terra" (Gênesis 1,1). Assim começa a Bíblia, e o primeiro capítulo do Gênesis relata de maneira gráfica como Deus criou o mundo. Sem utilizar nenhum material pré existente, sem nenhum instrumento, Deus foi criando todas as coisas: o céu e a terra, os animais e as plantas... e por último o homem. Deus criou o mundo do nada. A criação inteira é fruto do amor e onipotência de Deus: as coisas pequenas - ervas e insetos -, e as grandes: o sol, a lua, os sistemas planetários, as nebulosas, os mares.... O ser mais perfeito da criação visível é o homem. E Deus continua cuidando e governando tudo com Suas leis. Que linda é a Criação! Ao contempla-la é fácil dar glória e louvor a Deus. Além disso, Ele quer que nós, homens cooperemos com Sua obra com o nosso trabalho. É tanta a dignidade do trabalho humano, que, como diz a Sagrada Escritura, o homem foi criado para que trabalhasse e assim dominasse a criação de um modo inteligente. Neste tema veremos com detalhes o que significa afirmar que Deus tenha criado o mundo, tal como confessamos no Credo: "Creio em Deus, Pai Todo Poderoso, Criador do céu e da terra".
Na próxima postagem iremos estudar as idéias principais. Bom estudo!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Oração da Manhã
Vinde, ó Deus em meu auxílio.
Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Hino
Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Hino
Sois do céu a glória eterna,
esperança dos mortais,
sois da casta Virgem prole,
Unigênito do Pai.
Dai àqueles que despertam
seja a mente vigilante.
Em louvor e ação de graças,
nossa voz seja vibrante.
Nasce o astro luminoso,
nova luz ele anuncia.
Foge a noite, foi a treva,
vossa luz nos alumia.
Nossa mente torne clara,
faça a noite cintilar,
purifique nosso íntimo
até a vida terminar.
Cresça a nossa fé primeira
dentro em nosso interior;
a esperança acompanhe,
e maior seja o amor.
A vós, Cristo, rei piedoso,
e a vós, Pai, glória também
com o Espírito Paráclito
pelos séculos. Amém.
esperança dos mortais,
sois da casta Virgem prole,
Unigênito do Pai.
Dai àqueles que despertam
seja a mente vigilante.
Em louvor e ação de graças,
nossa voz seja vibrante.
Nasce o astro luminoso,
nova luz ele anuncia.
Foge a noite, foi a treva,
vossa luz nos alumia.
Nossa mente torne clara,
faça a noite cintilar,
purifique nosso íntimo
até a vida terminar.
Cresça a nossa fé primeira
dentro em nosso interior;
a esperança acompanhe,
e maior seja o amor.
A vós, Cristo, rei piedoso,
e a vós, Pai, glória também
com o Espírito Paráclito
pelos séculos. Amém.
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