É tempo de aprofundar o conhecimento da Palavra de Deus
Dom Orani Tempesta reflete sobre o mês da Bíblia
A Igreja no Brasil - atenta aos ensinamentos de Jesus,
dos papas no campo da justiça social, do Concílio Ecumênico Vaticano II e das
conferências dos bispos da América Latina e Caribe - renova, nas Diretrizes da
Ação Evangelizadora, seu compromisso de evangelizar à luz da evangélica opção
preferencial pelos pobres! Para isso aconteça na prática, as Diretrizes Gerais
da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2011-2015) se comprometem com o
posicionamento do Conferência de Aparecida e nos convidam à conversão pastoral:"Uma
verdadeira conversão pastoral deve estimular-nos e inspirar-nos atitudes e
iniciativas de autoavaliação e coragem de mudar várias estruturas pastorais em
todos os níveis, serviços, organismos, movimentos e associações. Temos
necessidade urgente de viver na Igreja a paixão que norteia a vida de Jesus
Cristo: o reino Deus, fonte de graça, justiça, paz e amor. Por esse reino, o
Senhor deu a vida"(DG 26).
As informações sobre a vida de Bento nos foram transmitidas pelo seu biógrafo e contemporâneo, papa são Gregório Magno. No livro que enaltece o seu exemplo de santidade de vida, ele não registrou as datas de nascimento e morte. Assim, apenas recebemos da tradição cristã o relato de que Bento viveu entre os anos de 480 e 547.
Papa João Paulo II, Dom Eugênio Sales e Pe. Paulo Ricardo
O Concílio Ecumênico Vaticano II nos diz que a Igreja é
povo de Deus! Essa atitude é muito importante e renovada, pois evita restringir
a missão profética, real sacerdotal da Igreja somente ao papa, bispos, padres e
diáconos. Na Igreja, há profunda igualdade entre todos; o que nos diferencia
são as vocações, carismas, serviços, dons. Todos somos povos de Deus,
discípulos missionários de Jesus, com a missão de evangelizar: "Por instituição divina", diz o concílio, "a Igreja é estruturada e regida com admirável
variedade" (LG 32). E cita palavra do apóstolo Paulo: "Embora sejamos muitos, somos um corpo em Cristo, e
somos membros uns dos outros" (Rm
12,4-5).
O Concílio Ecumênico Vaticano II nos oferece 16
documentos, entre os quais duas constituições sobre a Igreja. A primeira,
dogmática, denomina-se Lumen Gentium (luz dos povos) e nos apresenta
ensinamentos sobre o ser da Igreja e sua missão. A segunda, pastoral, chama-se
Gaudium et Spes (alegria e esperança); ela nos fala a respeito da Igreja no mundo
de hoje. "A Igreja", dizia
Paulo VI, "está no meio
da vida contemporânea para iluminá-la, sustentá-la, consolá-la".
Na
comemoração dos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II, vale a pena fazer
breve consideração sobre os concílios ecumênicos.
Dando as graças a Deus, nos anos de
2012 a 2015 estamos vivendo o jubileu de ouro do Concílio Ecumênico do Vaticano
II. Esse concílio foi maior acontecimento da igreja no século passado. O papa
João XXIII surpreendeu a todos com o anúncio do concílio. O profético anúncio
em 25 de janeiro de 1959, festa da conversão do apóstolo Paulo. A inesperada
iniciativa do papa despertou imediatamente perplexidade, incertezas e imensa
onda da alegria e esperança.