domingo, 6 de novembro de 2011

A Cruz dos Jovens


A Igreja Católica no Brasil recebe a chamada ‘Cruz dos jovens’, começando a preparação da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2013 - RJ - Brasil.
A cruz vai começar em São Paulo uma “peregrinação” pelas 274 dioceses do país, ao longo dos dois anos de preparação para o “maior evento católico para jovens do mundo”. Este símbolo, uma grande cruz de madeira, com 3,8 metros de altura e 31 kg, foi oferecida por João Paulo II aos jovens católicos em 1984 e desde então, tem passado por dezenas de países, em peregrinação.

É conhecida como a “Cruz do Ano Santo”, a “Cruz do Jubileu”, a “Cruz da Jornada Mundial da Juventude”, a “Cruz dos Jovens”, a “Cruz Peregrina” e é entregue no final de cada JMJ pelos jovens do país anfitrião aos organizadores da Jornada seguinte.
Também por decisão de João Paulo II, essa cruz é acompanhada por um ícone de Maria, que mede 118 cm de altura e pesa 15 Kg.

Em conferência de imprensa, o arcebispo do Rio de Janeiro, D. Orani João Tempesta, adiantou que a próxima JMJ deve decorrer por volta do fim do mês de julho.
Em 2013, a Igreja no Brasil vai dedicar a tradicional ‘Campanha da Fraternidade’, uma iniciativa ecuménica, à juventude.

É a segunda vez que uma cidade sul-americana acolhe a edição internacional da JMJ, depois de Buenos Aires (Argentina), em 1987, na primeira vez que a iniciativa saiu de Roma.

“Compraz-me agora anunciar que a sede da próxima Jornada Mundial da Juventude, em 2013, será o Rio de Janeiro. Peçamos ao Senhor, desde já, que assista com a sua força quantos hão-de pô-la em marcha e aplane o caminho aos jovens do mundo inteiro para que possam voltar a reunir-se com o Papa naquela bonita cidade brasileira”, disse o Papa este domingo, depois da missa de encerramento da JMJ 2011, em Madrid.

A edição do Rio de Janeiro acontecerá com um ano de antecipação, em 2013, para evitar que coincida com o Campeonato do Mundo de Futebol, disputado na mesma cidade, em 2014.

Fonte: CNBB

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"Bons e maus sacerdotes"

Qual é a verdadeira identidade de um padre e de um bispo? O que define um bom e um mau sacerdote? Padre Paulo Ricardo responde essas e outras perguntas em mais um episódio do programa Parresía.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS

 O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.

Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. 

Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".

O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação

Eis aí tua Mãe- Parte I

A Comunidade Obra de Maria nasceu em Recife há 21 anos e hoje está espalhada pelo Brasil e presente em mais de 10 países. Através do carisma de "evangelizar de todas as formas com alegria", muitos jovens foram atraídos à missão.



Fonte: http://www.ais.org.br

HORÁRIO DE MISSAS - FINADOS 2011


Dom Matias fala sobre Dia de Finados
A Igreja celebra o Dia de Finados, na próxima quarta-feira, 2 de novembro, com missas nas Matrizes e nos cemitérios em memória dos fiéis defuntos. O Arcebispo de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo, explica esta celebração. “É um momento em que nós, cristãos, reverenciamos nossos parentes e amigos, como sinal de que não os esquecemos”, diz.

Em Natal, haverá missas nos seguintes cemitérios: 
Bom Pastor I, às 16h; 
Bom Pastor II, às 10; 
Alecrim, às 10h e às 16h; 
Morada da Paz, às 7h30, às 9h e às 17h; 
Parque da Passagem, às 8h, às 9h30 e às 17 horas.

Mensagem do Papa para o dia de Finados

O papa considera que a oração pelos mortos é "não só útil, mas necessária", deixando votos de que "o pranto, devido ao afastamento terreno, não prevaleça sobre a certeza da ressurreição".

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O homem: esse louco que não reza

"Através da oração, falamos com Deus e Deus fala conosco, aspiramos a ele e respiramos nele, e ele nos inspira e respira em nós"
veja matéria completa no site abaixo Gaudium Press

domingo, 30 de outubro de 2011

O fardo da hipocrisia

reflexão do Evangelho deste Domingo! Padre Paulo Ricardo...


O hipócrita vive para enganar os outros e termina por enganar a si mesmo. Ele acredita no personagem (em grego hipocrités) que ele próprio criou. Com o passar do tempo, isto se revela o verdadeiro fardo pesado, do qual Nosso Senhor quer aliviar o fariseu, seus prosélitos e a todos nós: “aprendei de mim que sou manso e humilde de coração” (Mt 11, 29).

sábado, 29 de outubro de 2011

A Batina do pobre

A diferença entre quem serve e quem é servido.


Costumo dizer que a única coisa boa que a TV Globo já fez no Brasil foi não deixar as pessoas esquecerem que padre usa batina. Para a imensa maioria das pessoas, hoje em dia, padre de batina é coisa que só se vê em novela. É uma pena.

Além das questões legais (o Código de direito canônico manda usar, sendo contudo legalmente permitida no Brasil a sua substituição pelo "clergyman") e espirituais (a batina é um sacramental), há uma questão social e psicológica que me parece estar sendo deixada de lado por muita gente boa.

É simples: a batina é um uniforme. A diferença maior entre o pobre e o rico, entre quem serve e quem é servido, é que o pobre, geralmente, trabalha de uniforme. Seja o faxineiro ou o trocador do ônibus, o porteiro ou a mocinha que serve atrás do balcão, é a impossibilidade de escolha do vestuário que designa quem está ali para servir.

É até curioso perceber como é geralmente fácil descobrir o dono de uma lanchonete ou padaria: enquanto os empregados estão todos de uniforme, frequentemente com direito até a touquinhas tampando os cabelos, o dono é o único sujeito atrás do balcão que não usa uniforme. É como um delegado de polícia entre soldados da PM, como um doutor que passa altaneiro entre os faxineiros que, anônimos, varrem os corredores.

O objetivo primeiro do uniforme é justamente este: a negação da personalidade. É por isso que os "bacanas" fogem do uniforme como o Diabo da cruz, mas o impõem aos menos afortunados. O faxineiro é o faxineiro; o "bacana" é o Doutor Fulano. Doutor Fulano usa gravatas vistosas, terno que
brilha, sapatos engraxados. O faxineiro é invisível, não tem nome, não tem brilho, não tem nada que não o seu humilde serviço, que só é percebido quando não é feito. Ele é faxineiro.

Um pesquisador da USP fez uma curiosa experiência, que lhe valeu um livro ("Homens invisíveis - Relatos de uma humilhação social", de Fernando Braga da Costa, ISBN 8525038911): uniu-se aos faxineiros da própria universidade, onde estudava e tinha amigos e colegas aos magotes. Ele simplesmente sumiu. Desapareceu atrás do uniforme: pessoas que sempre o cumprimentavam não mais
o viam, amigos passavam por ele sem perceberem sua existência... De homem, de personalidade que faz escolhas (inclusive de vestuário), ele passou a ser um ente categorial: um faxineiro sem nome, invisível como os meios-fios que lava e as latas de lixo que esvazia.

O mesmo acontece com a mocinha atrás do balcão, com o motorista do ônibus ("aquele ônibus me fechou!"), com, em suma, todos os pobres que a sociedade não quer ver afirmados como pessoas.

O padre que usa batina afirma-se, assim, categorial: ele não é o Fulano, mas é um padre, é alguém que está ao serviço dos outros. A batina é um componente da pobreza evangélica, que é negada quando o padre se dá ao luxo de escolher roupa, parecer "bacana", de poder escolher - ao contrário do faxineiro ou da moça atrás do balcão - se vai ou não servir.

O padre de roupa social parece um "doutor", alguém que é percebido como uma pessoa que faz escolhas, que atende quem quer atender, que ou bem não está "no serviço" ou bem é importante o suficiente para definir os termos do seu serviço, como o dono da padaria. Para os mais pobres, isso é algo que faz do padre uma figura psicologicamente distante. Quem é faxineiro, quem é trocador, quem trabalha de uniforme reconhece sempre que por trás do uniforme há um ser humano. Mas também reconhece no uniforme o sinal do serviço, o sinal da disponibilidade para atender. Quem é "bacana", quem trabalha sem uniforme, vê do mesmo modo no uniforme do padre - a batina - um sinal de disponibilidade.

A disponibilidade do padre é e deve ser absoluta, por não ser, como é o caso dos outros trabalhadores de uniforme, algo limitado a uma dada situação. O trocador do ônibus, fora do veículo, não é trocador: é apenas trabalhador, identificado como tal pelo seu uniforme. Mas o padre nunca está "fora do serviço", porque não serve à companhia de ônibus, mas a Deus e, por Ele e n'Ele, aos homens.

Passar desapercebido, como passa o faxineiro quando vestido com suas roupas de folga, não é para o padre uma opção. Ele deve estar disponível para o escarro do herege e para a confissão do fiel, porque não há folga no seu serviço.

O mesmo, evidentemente, vale para o hábito religioso das freiras e frades: se eles o usam, mostram estar "em serviço", mostram estar à disposição para quem precise de uma oração, para quem precise de ajuda. Chega a ser engraçado ouvir de alguns padres a justificativa furadíssima de que não usam batina porque querem se identificar com "o pobre"! Só se for com o pobre de folga... ou com o rico que alguns pobres sonham em ser.

Pobre usa uniforme quando trabalha. Quem o dispensa, ou melhor, quem a ele não é obrigado, é a madame - e o que há de freira fantasiada de madame! -, é o "doutor"- e o que há de padre com roupa social, entrando ou saindo de um carro, indistinguível, para todos os que estão em torno, de qualquer rico acumulando bens e negando serviço!

O uso do "clergyman", a meu ver, apresenta também este problema: é próximo demais de um terno, de uma roupa de quem, por sua posição social, pode se dar ao luxo - negado ao pobre - de negar seu serviço. Como todos sabem, o uso do "clergyman", originalmente, uma roupa usada por "pastores" protestantes, surgiu na Igreja como uma forma de apagar a identidade do sacerdote, tornando-o indistinguível dos protestantes em lugares onde padres corriam o risco de ser atacados na rua, tamanho o sentimento anti-católico.

É por isso, por ser em cada país diferente a situação do clero, que a legislação canônica faculta às Conferências episcopais de cada país autorizar ou não o uso do "clergyman" em substituição à batina. Presume-se que a Conferência possa distinguir se é ou não necessário "esconder" o padre. No Brasil, é ridícula a idéia de que isso seja necessário, o que faz da permissão dada pela CNBB um abuso de um direito lícito. Em outras palavras: é permitido usar o "clergyman" no lugar da batina no Brasil, mas não existem as razões que autorizariam esta substituição, apenas o frio texto da lei.

Cumpre mesmo observar que só reconhece no "clergyman" uma roupa de padre quem já é "de Igreja", quem já viu padres assim vestidos. A TV Globo, graças a Deus, manteve viva a percepção nas massas afastadas da Igreja de que padre usa batina: para quem não é "de Igreja", o "clergyman" indica que seu portador é um "pastor" protestante, não um padre.

Há ainda outra razão para o uso da batina, igualmente importante: a simbologia deste um uniforme específico. Assim como a roupa do faxineiro o faz ser indiscutivelmente um faxineiro e a roupa do motorista faz com que ele não seja confundido com o atendente da lanchonete, a batina mostra que ali há um padre. O hábito não faz o monge, mas o identifica.

Isto tem vários benefícios. Para o padre, há o benefício imediato de que sua condição será sempre reconhecida antes mesmo que abra a boca. Por exemplo, a mocinha que vê o rapaz bonito vestido de batina vai logo suspirar que é um "desperdício", sem achar que ele possa ser um namorado em potencial. Isto vai livrar o padre de algumas tentações mais perigosas que a média, e vai livrar a mocinha de um desapontamento sério. Afinal, a moça honesta não tenta seduzir o padre que ela sabe ser padre, mas pode tentar e conseguir seduzir o padre que ela não identificou como tal e que, por fraqueza, não desfez o malentendido. A chance de um momento de fraqueza se transformar em uma relação desorganizada duradoura é muito menor para o padre cuja batina à vista afasta desde logo as moças honestas. Resta-lhe apenas lidar com as que querem um "troféu" sacrílego, mas estas dificilmente quereriam uma relação duradoura. São quedas de que é mais fácil se levantar.

Do mesmo modo, o reconhecimento do padre como tal faz com que ele seja chamado na rua quando há um acidente e alguém jaz moribundo, para ministrar-lhe os sacramentos, quando há uma crise espiritual em andamento, o que pode salvar uma alma e mesmo uma vida (conheço um padre que, reconhecido pela batina, foi chamado numa lanchonete e convenceu uma moça a não abortar), quando há, em suma, a necessidade do seu serviço.

E, finalmente, o padre de batina, como a freira ou o frade de hábito, servem como "homens-sanduíche" (aquelas pessoas com placas enormes na frente e nas costas, anunciando a compra de ouro ou os serviços de uma lanchonete): eles anunciam que Deus não esqueceu de nós. A simples visão de um padre ou freira pode servir, e serve, para muita gente como um "recado" de que devem se emendar, devem procurar voltar à Fé. É uma presença da Igreja no mundo, mais forte que os sinos da Matriz ou que milhares de campanhas de propaganda. É um bem enorme prestado à sociedade, um lembrete de que há algo além da cobiça, da luxúria, do orgulho.

Que Deus abençoe todos os padres e religiosos que andam pelo mundo sem medo de mostrar que, como qualquer outro pobre, estão em serviço. Um serviço, porém, que não acaba e que não tem folga: o serviço do Bem.



©Prof. Carlos Ramalhete 05-set-2010

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Lectio Divina

Padre Paulo Ricardo nos orienta a respeito da Lectio Divina. Forma tradicional de ler as Sagradas Escrituras, meio por qual Deus nos fala ao coração

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=wa-7oM1ZXMw

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Jesus é o rei da paz, recorda Papa

Jesus “vem e se faz presente; e, ao entrar em comunhão com Ele, também todos os homens se unem entre si em um único corpo, superando divisões, rivalidades, rancores.

Leia a matéria completa abaixo.

Jesus é o rei da paz, recorda Papa

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A força do amor


A palavra "amor" está envolvida de predicados, de qualidades, de situações e expressões que, na visão da Sagrada Escritura, tudo se resume na frase "amar a Deus e amar o próximo como a si mesmo". Ela constitui o maior de todos os mandamentos da vida.
O amor tem uma força que, às vezes, até explode dentro da pessoa. Mas tem que ser bem canalizado, não deixando que se transforme em atitudes de agressão e prejuízo para os que o detêm e para aqueles com quem a pessoa convive.
Pela força do amor podemos até esvaziar nossa vida para fazer o outro feliz. Mas pode acontecer o contrário, experimentando um falso amor e explorar a vida alheia. É um amor que se transforma em ódio e violência, podendo ocasionar até morte.
Em Deus, o amor é uma vocação, um caminho de acesso à realização plena, que só acontece de forma gratuita. Esta prática supõe fazer ao outro aquilo que gostaria que fosse feito à gente mesmo, mas dentro da realização da gratuidade.
Sentimos um grande desgaste na palavra amor nos últimos tempos. A cultura atual é marcada pelo individualismo, causando fechamento, egoísmo e falta de calor humano. Não existe amor sem relacionamento e diálogo. Ele acontece em relação ao outro, ao próximo ou a Deus.
O amor-relação, que deixa como legado a fraternidade, tem como exigência fundamental a fé cristã. Só assim ele será vivido no meio de tribulações e desafios. É o que lhe dá força e gratuidade. Um amor que vai além da dimensão simplesmente humana.
Na vivência da fraternidade, não se pode confundir o próximo com uma pessoa necessitada. É principalmente com quem convive e partilha a própria vida, e com quem cria relacionamento fraterno e o defende em todas as situações.
O amor condiciona a pessoa para uma verdadeira e sólida alegria, um coração realizado e profundamente feliz. Isto é capaz de superar todo tipo de rancor e de vingança. Provoca luta pela justiça social e por um mundo melhor.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto.

Fonte:www.bispado.org.br

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

”Uma em cada sete pessoas no mundo vai para a cama com fome”, diz FAO


“Uma em cada sete pessoas no mundo vai para a cama com fome, na maioria mulheres e crianças”, disse a diretora da representação do PAM em Genebra (Suíça), Lauren Landis, no seminário intitulado Lutar Juntos Contra a Fome. “A fome mata anualmente mais pessoas do que os vírus que transmitem a aids, a malária e a tuberculose”, acrescentou.


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”Uma em cada sete pessoas no mundo vai para a cama com fome”, diz FAO

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

"Se hoje estamos na noite escura, amanhã Ele nos liberta" Bento XVI

Na catequese de hoje, o Papa Bento XVI meditou sobre o Salmo 136, “um solene hino de louvor que celebra as inúmeras manifestações de bondade do Senhor para com os homens”.

Leia matéria completa no site abaixo.


Palavra de Deus e oração mariana


Verbum Domini


Exortação Apostólica pós-sinodal do papa Bento XVI aos bispos, ao clero, às pessoas consagradas e aos fiéis leigos sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, publicada no dia 30 de Setembro – memória de São Jerônimo – de 2010, sexto ano de Pontificado.

Palavra de Deus e oração mariana
88. Pensando na relação indivisível entre a Palavra de Deus e Maria de Nazaré, convido, juntamente com os Padres sinodais, a promover entre os fiéis, sobretudo na vida familiar, as orações marianas que constituem uma ajuda para meditar os santos mistérios narrados pela Sagrada Escritura. Um meio muito útil é, por exemplo, a recitação pessoal ou comunitária do Rosário,[302] que repercorre juntamente com Maria os mistérios da vida de Cristo[303] e que o Papa João Paulo II quis enriquecer com os mistérios de luz.[304] É conveniente que o anúncio dos diversos mistérios seja acompanhado por breves trechos da Bíblia sobre o mistério enunciado, para assim favorecer a memorização de algumas expressões significativas da Escritura relativas aos mistérios da vida de Cristo.
Além disso, o Sínodo recomendou que se promova entre os fiéis a recitação da oração do Angelus Domini. Trata-se de uma oração simples e profunda que nos permite «recordar diariamente o Verbo Encarnado».[305] É oportuno que o Povo de Deus, as famílias e as comunidades de pessoas consagradas sejam fiéis a esta oração mariana, que a tradição nos convida a rezar ao alvorecer, ao meio-dia e ao entardecer. Na oração do Angelus Domini, pedimos a Deus que, pela intercessão de Maria, nos seja concedido também cumprir a vontade de Deus como Ela e acolher em nós a sua Palavra. Esta prática pode ajudar-nos a intensificar um amor autêntico ao mistério da Encarnação.
Merecem ser conhecidas, apreciadas e difundidas também algumas antigas orações do Oriente cristão que, através de uma referência à Theotokos, à Mãe de Deus, percorrem toda a história da salvação. Referimo-nos particularmente ao Akathistos e à Paraklesis. São hinos de louvor cantados em forma de litania, impregnados de fé eclesial e de alusões bíblicas, que ajudam os fiéis a meditar juntamente com Maria os mistérios de Cristo. De modo especial, o venerável hino à Mãe de Deus denominado Akathistos – quer dizer: cantado permanecendo de pé –, representa uma das mais altas expressões de piedade mariana da tradição bizantina.[306] Rezar com estas palavras dilata a alma e dispõe-na para a paz que vem do Alto, de Deus – a paz que é o próprio Cristo, nascido de Maria para a nossa salvação.
Ref.

[302]Cf. Congr. para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos,  Directório sobre Piedade Popular e Liturgia. Princípios e Orientações (17 de Dezembro de 2001), 197-202: Ench. Vat.20, nn. 2638-2643.

[303]Cf.  Propositio 55.

[304]Cf.  João Paulo II, Carta ap. Rosarium Virginis Mariae (16 de Outubro de 2002): AAS 95 (2003), 5-36.

[305] Propositio 55.

[306]Cf. Congr. para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos,  Directório sobre Piedade Popular e Liturgia. Princípios e Orientações (17 de Dezembro de 2001), 207: Ench. Vat. 20, nn. 2656-2657.

Documento, na íntegra, em  http://www.vatican.va

terça-feira, 18 de outubro de 2011

RESUMO DO TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À VIRGEM SANTÍSSIMA – São Luis Maria Grignion de Monfort. Parte VII


Jesus Cristo é o fim último da devoção à Santíssima Virgem

61. Primeira verdade. – Jesus Cristo, nosso salvador, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, deve ser o fim último de todas as nossas devoções; de outro modo, elas serão falsas e enganosas. Jesus Cristo é o alfa e omega23, o princípio e o fim de todas as coisas. Nós só trabalhamos, como diz o apóstolo, para tornar todo homem perfeito em Jesus Cristo, pois é em Jesus Cristo que habita toda a plenitude da Divindade e todas as outras plenitudes de graças, de virtudes, de perfeições; porque nele somente fomos abençoados de toda a bênção espiritual; porque é nosso único mestre que deve ensinar-nos, nosso único Senhor de quem devemos depender, nosso único chefe ao qual devemos estar unidos, nosso único modelo, com o qual devemos conformar-nos, nosso único médico que nos há de curar, nosso único pastor que nos há de alimentar, nosso único caminho que devemos trilhar, nossa única verdade que devemos crer, nossa única vida que nos há de vivificar, e nosso tudo em todas as coisas, que deve bastar-nos

62. Se estabelecermos, portanto, a sólida devoção à Santíssima Virgem, teremos contribuído para estabelecer com mais perfeição a devoção a Jesus Cristo, teremos proporcionado um meio fácil e seguro de achar Jesus Cristo. Se a devoção à Santíssima Virgem nos afastasse de Jesus Cristo, seria preciso rejeitá-la como uma ilusão do demônio. Mas é tão o contrário, que, como já fiz ver e farei ver, ainda, nas páginas seguintes, esta devoção só nos é necessária para encontrar Jesus Cristo, amá-lo ternamente e fielmente servi-lo.

Oração de Santo Agostinho
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“Vós sois, ó Jesus, o Cristo, meu Pai santo, meu Deus misericordioso, meu Rei infinitamente grande; sois meu bom pastor, meu único mestre, meu auxílio cheio de bondade, meu pão vivo, meu sacerdote eterno, meu guia para a pátria, minha verdadeira luz, minha santa doçura, meu reto caminho, sapiência minha preclara, minha pura simplicidade, minha paz e concórdia; sois, enfim, toda a minha salvaguarda, minha herança preciosa, minha eterna salvação...

Ó Jesus Cristo, amável Senhor, por que, em toda a minha vida, amei, por que desejei outra coisa senão vós? Onde estava eu quando não pensava em vós? Ah! que, pelo menos, a partir deste momento meu coração só deseje a vós e por vós se abrase, Senhor Jesus! Desejos de minha alma, correi, que já bastante tardastes; apressai-vos para o fim a que aspirais; procurai em verdade  aquele procurais. Ó Jesus anátema seja quem não vos ama. Aquele que não vos ama seja repleto de amarguras. Ó doce Jesus, sede o amor, as delícias, a admiração de todo coração dignamente consagrado à vossa glória. Deus de meu coração e minha partilha, Jesus Cristo, que em vós meu coração desfaleça, e sede vós mesmo a minha vida. Acenda-se em minha alma a brasa ardente de vosso amor e se converta num incêndio todo divino, a arder para sempre no altar de meu coração; que inflame o âmago de minha alma; para que no dia de minha morte eu apareça diante de vós inteiramente consumido em vosso amor... Amém”.



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O TESTAMENTO DE JOÃO PAULO II


O TESTAMENTO DE JOÃO PAULO II


Apresentamos o texto do Testamento do Papa João Paulo II, com data de 6.3.1979 (e os acréscimos sucessivos), lido na Quarta Congregação Geral do Colégio dos Cardeais, em 6 de Abril de 2005.
Totus Tuus ego sum

“Totus Tuus ego sum”, “Sou completamente Teu”. Foi esse o lema escolhido por João Paulo II para o seu pontificado e, nos quase 27 anos em que esteve à frente da Igreja, ele testemunhou a importância da devoção mariana em nossas vidas e renovou em nossos íntimos a sólida piedade mariana. Em suas viagens pastorais, era comum se reservar um espaço para poder visitar os Santuários e Basílicas dedicados a Nossa Senhora. Entre outras, ele visitou a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, no México; o Santuário de Fátima em Portugal; o Santuário de Jasna Góra em Czestochowa, na Polônia; o Santuário da Bem-Aventurada Virgem Maria do Santo Rosário de Pompéia; a Basílica de Nossa Senhora de Lourdes, na França, e a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em nosso país. Em todas essas ocasiões, de joelhos, João Paulo II, em profunda oração, se dirigiu a Nossa Senhora, afirmando: “Mulher, eis o teu filho!” (Jo 20,26)

Leia o testamento completo no link vaticano clicando abaixo.

O que pensava D. Estevão Bettencourt


Porque não se pode confessar antes da 1ª comunhão?


Porque a confissão é um sacramento, assim como a comunhão e é preciso fazer uma preparação para recebê-lo. Antigamente só se aceitava adultos à confissão e à comunhão, mas conforme os séculos foram passando, a humanidade foi ficando mais dura de coração, e se deixar hoje em dia uma pessoa sem confissão e sem comunhão até a idade adulta, quando ela chegar lá já está perdida. 



Dom Estêvão Bettencourt (Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1919 - 14 de abril de 2008), batizado Flávio Tavares Bettencourt, foi um dos mais destacados teólogos brasileiro do século XX. Foi também monge da Ordem dos Beneditinos do Mosteiro de São Bento, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.

Fonte: http://peregrinosdejesus.org.br



Silêncio e solidão são essenciais para encontrar a Deus, recorda o Papa

O Papa afirmou logo que o progresso técnico tem feito a vida do homem mais cômoda, mas também "mais agitada, às vezes convulsa". O desenvolvimento dos meios de comunicação faz que hoje se corra o risco de que o virtual domine sobre o real.
Leia matéria completa no site abaixo


Silêncio e solidão são essenciais para encontrar a Deus, recorda o Papa